Post número duzentos, em quase quatro anos.
Duzentos desabafos, questionamentos, choradeiras, alegrias, reclamações, bons textos copiados (sempre com créditos), duzentas coisas reais misturadas com um pouco de ficção e umas pirações minhas.
O blog tão low profile, que é "meu pra mim". Olha quem tem vontade, ou quem eu convido. É mais aquele 'querido diário' do que um lugar pra todos olharem, diário que agora fica um pouquinho mais aberto, mas não quer dizer que eu vá mostrar pra todo mundo.
Eu cresci, ele cresceu comigo. Dá pra ver, porque depois que a gente vira gente grande, não é todo dia que dá pra ficar chorando as mágoas no teclado. Tem horas que o negócio é engolir uns sapos e correr que os dias não ficam te esperando. Nem seu chefe, nem sua conta, nem seu amor, nem nada que essas coisas da vida real fazem pra gente. Por isso, quando dá, a gente para um pouquinho pra surtar, e é pra cá que eu corro. Pra palavras. Afinal, ninguém tem nada a ver com as minhas reclamações, e as letras não dão opinião, nem muito menos reclamam por eu falar demais as vezes.
E assim, devagar e sempre, virão mais duzentos.
Duzentos desabafos, questionamentos, choradeiras, alegrias, reclamações, bons textos copiados (sempre com créditos), duzentas coisas reais misturadas com um pouco de ficção e umas pirações minhas.
O blog tão low profile, que é "meu pra mim". Olha quem tem vontade, ou quem eu convido. É mais aquele 'querido diário' do que um lugar pra todos olharem, diário que agora fica um pouquinho mais aberto, mas não quer dizer que eu vá mostrar pra todo mundo.
Eu cresci, ele cresceu comigo. Dá pra ver, porque depois que a gente vira gente grande, não é todo dia que dá pra ficar chorando as mágoas no teclado. Tem horas que o negócio é engolir uns sapos e correr que os dias não ficam te esperando. Nem seu chefe, nem sua conta, nem seu amor, nem nada que essas coisas da vida real fazem pra gente. Por isso, quando dá, a gente para um pouquinho pra surtar, e é pra cá que eu corro. Pra palavras. Afinal, ninguém tem nada a ver com as minhas reclamações, e as letras não dão opinião, nem muito menos reclamam por eu falar demais as vezes.
E assim, devagar e sempre, virão mais duzentos.