Mulher é tudo bicho besta. Fato. Umas mais, umas menos, mas não há como fugir.
Aí você resolve que vai ser a da turma das "umas menos", e se livrar da vidinha sem sentido e dos seus relacionamentos hipócritas que vive.
E tá tudo bem, tá tudo certo. Você é linda, equilibrada e auto-suficiente. Você se basta e é feliz com isso. A típica mulher moderna, saca? Daquelas que dá entrevista nessas revista de mulheres modernas, bem resolvidas, que se bastam, e são felizes, e todas aquelas coisas de mulheres modernas. E que não precisam se envolver com homens idiotas ou qualquer outro adjetivo ruim a sua escolha, para ter algum tipo de benefício amoroso, financeiro, sexual, nada. Veja bem o verbo. "Precisam".
Mas aí essa tal dessa mulher moderna descobre uma coisa: os feromônios. Que distorcem completamente a noção entre querer e precisar. E atração não leva em consideração a ficha corrida do homem em questão, nem muito menos todas as merdas que ele pode fazer com você, como subestimar sua inteligência, por exemplo (crime número um na lista das mulheres de revista de mulher moderna). "Ok, eu não preciso mesmo dessa merda, mas eu quero loucamente." E é isso. Mas a sua inteligência nem está mais em questão, e sim os seus hormônios. Na primeira bobeada, o carnal ganha do racional e lá está você, possuída pela mulher bicho besta, desejando um babaca novamente a todo custo.
Depois você que se entenda com a mulher moderna, tá?! Que essa porra aí vai dar um problemão.