21 março, 2011

Feromônio é coisa do capeta!

Mulher é tudo bicho besta. Fato. Umas mais, umas menos, mas não há como fugir.
Aí você resolve que vai ser a da turma das "umas menos", e se livrar da vidinha sem sentido e dos seus relacionamentos hipócritas que vive.
E tá tudo bem, tá tudo certo. Você é linda, equilibrada e auto-suficiente. Você se basta e é feliz com isso. A típica mulher moderna, saca? Daquelas que dá entrevista nessas revista de mulheres modernas, bem resolvidas, que se bastam, e são felizes, e todas aquelas coisas de mulheres modernas. E que não precisam se envolver com homens idiotas ou qualquer outro adjetivo ruim a sua escolha, para ter algum tipo de benefício amoroso, financeiro, sexual, nada. Veja bem o verbo. "Precisam".

Mas aí essa tal dessa mulher moderna descobre uma coisa: os feromônios. Que distorcem completamente a noção entre querer e precisar. E atração não leva em consideração a ficha corrida do homem em questão, nem muito menos todas as merdas que ele pode fazer com você, como subestimar sua inteligência, por exemplo (crime número um na lista das mulheres de revista de mulher moderna). "Ok, eu não preciso mesmo dessa merda, mas eu quero loucamente." E é isso. Mas a sua inteligência nem está mais em questão, e sim os seus hormônios. Na primeira bobeada, o carnal ganha do racional e lá está você, possuída pela mulher bicho besta, desejando um babaca novamente a todo custo. 
Depois você que se entenda com a mulher moderna, tá?! Que essa porra aí vai dar um problemão.

09 março, 2011

Começomeioefim

Tenho uma certa dificuldade com desapegos, mas cada vez mais acho que a vida é feita de ciclos.

As coisas começam e terminam e isso não precisa ser um grande desastre. No trabalho, nos relacionamentos, na vida.

É difícil encerrar ciclos quando se fala de amizade. Eu ainda sou partidária de que deveria existir algo nas amizades tipo o "dar um tempo" nos namoros, ou aquele esquema de férias que eu já escrevi em algum post aí. Cansou? Tira uns 15 dias e depois fica tudo bem!

Mas mesmo assim, amizades terminam. Umas mais cedo, outras mais tarde. (sim, existem as eternas, existem as que vão e voltam, mas isso é papo pra outro post) Assim como namoros, contratos, filmes, livros... terminam.

E ok, sabe?! Ou deveria.

Acontece que, diferentemente das outras ocasiões, uma amizade não se termina explicitamente. Ela simplesmente dilui. Ou a pessoa deixa de fazer parte do seu contexto, ou você percebe que não faz mais parte da realidade da pessoa. E isso é o mais cruel. Você perceber que não está mais naquela "cena" e não saber ao certo como fechar a cortina.

O foda é que não é muito normal para o senso comum "demitir amigos". E deveria ser! Passamos muito tempo nos culpando, dando murro em ponta de faca... literalmente usando aquela expressão "forçar a amizade". Ô gastinho de energia desnecessário... O universo seria mais bacana se fosse normal fazer isso, sem parecer um monstro falso e mal agradecido. É só "incompatibilidade de agendas/objetivos/contexto"!

Posso começar a lista?