Sabe 'zica'? É... urucubaca mesmo! Me jogaram das fortes...
Tá tudo um erro, estou gorda, encalhada, insatisfeita no trabalho, sem um puto no bolso... muito menos na conta, em pé de guerra em casa, com chefe atrás de mim, entrando de férias sem a menor previsão de viajar ou me divertir de verdade...
Mas eu tô ÓTIMA!
O mundo tá meio caindo em cima da minha cabeça, mas eu estou é me divertindo com ele... situação engraçada essa... Óbvio que se você me pegar atacada em algum momento, é por causa dessa zona toda que eu escrevi aí em cima... mas de maneira geral, eu estou muito bem, nem ligando pro inferno aqui do meu ladinho... Será um sinal?!
...bur I feel fiiiiiiiiiiiiiine!!!
29 novembro, 2007
27 novembro, 2007
Jesus amado, que dia enorme... não tá passando, juro!
Desde a laboral láááá no começo da manhã, até esse momento "papos bobos no msn", parece que já passaram uns 4 dias!!! Estou cansada, mas o corpo não desliga. O fuso está todo bagunçado, isso que eu nem de férias - oficialmente - ainda estou.
O dia está comprido, mas até não esteve ruim... gastei energia, fiz muita coisa, rendeu! Encontrei gente querida, gente que me serviu de inspiração, e hoje posso dizer que caminho lado a lado... além é claro, de comprovar a tese que "uma vez amor platônico, sempre amor platônico", é no mínimo engraçado encontrar 'amores' após muito tempo... Claro que não existe mais "aquela coisa", mas sempre fica um sentimento "fofinho"... um brilhinho no olho... Mais legal ainda, quando ele serviu como alguma inspiração, e hoje você vê que deu certo... é lindo, mas também é bizarro! Mas isso é outra história...
Desde a laboral láááá no começo da manhã, até esse momento "papos bobos no msn", parece que já passaram uns 4 dias!!! Estou cansada, mas o corpo não desliga. O fuso está todo bagunçado, isso que eu nem de férias - oficialmente - ainda estou.
O dia está comprido, mas até não esteve ruim... gastei energia, fiz muita coisa, rendeu! Encontrei gente querida, gente que me serviu de inspiração, e hoje posso dizer que caminho lado a lado... além é claro, de comprovar a tese que "uma vez amor platônico, sempre amor platônico", é no mínimo engraçado encontrar 'amores' após muito tempo... Claro que não existe mais "aquela coisa", mas sempre fica um sentimento "fofinho"... um brilhinho no olho... Mais legal ainda, quando ele serviu como alguma inspiração, e hoje você vê que deu certo... é lindo, mas também é bizarro! Mas isso é outra história...
22 novembro, 2007
Tati Bernardi, como sempre incrível! www.tatibernardi.com.br
Eu odeio a Mariúsca Cristina
Mariúsca Cristina tem bigode. Que ela tinge com blondor vagabundo e fica parecendo um gato de rua. Ela tem uma pancinha nojenta cheia de pêlos que ela também tinge com o mesmo blondor vagabundo. Sempre que pode, ela valoriza sua pancinha com alguma mini-blusa de tecido vagabundo com brilhos e calça justérrima com barras de lantejoula.
Mariúsca Cristina, ou Mariúúúú para os colegas (pobre nunca fala que tem amigo, só tem colega), tem um sonho: conhecer o Cristo Redentor. E nesse final de semana, Janderson, seu namorado que trabalha no ramo alimentício (ele limpa o banheiro de um restaurante), planejou pedi-la em casamento justamente no Cristo. Só que vai ser naquele cabeçudo de Serra Negra mesmo. Que é o que dá pra fazer.
Mariúsca vai aceitar, feliz da vida e, para comemorar, o casal vai dormir em um hotel beira de estrada e pedir camarão. A última vez que Mariúúúú comeu camarão foi, foi...Na verdade essa é a primeira vez que ela come camarão. Mais tarde Janderson vai acordar com a maior dor de barriga porque o camarão tava estragado mas vai se recusar a passar mal, afinal, aquele danado do peixe custou mais de vinte reais o casal.E eu odeio a Mariúsca, com toda a força do meu ser. Odeio sua voz de sonsa e seu sotaque entre o analfabeto e o mongolóide. Odeio que ela rebole sua bunda gigantesca como se uma bunda valesse qualquer diploma, livro, filme, viagem ou bom papo. Ela só tem aquela bunda e um pouco de talento para tirar cutículas. Mas o que eu mais odeio nessa vaca da Mariúsca é que ela tem a única coisa que eu quis ter a minha vida inteira e jamais consegui: ela é ininterruptamente feliz.
Janderson é baixinho, pobre, emberebado, burro e fede. Mas ela é o ama simplesmente porque resolveu que ama e nunca entrou em crise pra saber se ele é ou não bom o suficiente pra ela. Poxa, se ele a leva no Cristo e compra camarão deve ser o homem da sua vida. Seu emprego no salão de beleza de quinta categoria fica a 3 horas e meia da sua casa e paga 345 reais por mês. Mas a desgraçada faz todo o trajeto, ida e volta, na chuva ou no sol, andando ou parada, sorrindo.
Ela nunca conheceu seu pai, nem sabe quem é. Nem por isso faz de sua vida um drama. Aliás, ela odeia filme de drama. Aliás, ela odeia filme porque dá sono. Odeia ler também. O que ela gosta mesmo é de ver os programas dominicais com bandas de pagode. Ela não sofre porque não dá para ir a Paris todo mês ou porque o novo filme do Lars Von Trien tinha esgotado logo quando chegou sua vez. Aliás, ela nem sabe direito onde fica Paris e se você falar “Lars Von Trien” para ela, vai ouvir um “vai você, sua besta”.
Mariúsca não sabe o que é verotina. O remédio que o psiquiatra me passou pra ver se eu volto a ver um pouco de graça na vida. verotina pra ela deve ser a nova manicure. Ou, porque o nome é um pouco mais chique que Mariúsca, a nova cabeleireira. Verotina, me corta um pouco as pontas. Mas se eu explicar pra ela que na verdade é “verotina, não me deixe cortar os pulsos” ela não vai entender nada. Certamente ela me diria: “mas com uma vida tão linda, cheia de Jandersons, colegas da condução, blondor, camarões, bandas de pagode e cristos cabeçudos de Serra Negra, como é que um ser humano vai querer morrer?
Mariúsca não sabe que mesmo eu fazendo musculação 3 vezes pó semana, corrida duas e drenagem uma, eu ainda acho que deveria ter uma lei que me proibisse de andar sem canga pelas areias de Maresias. Ela também não sabe o desespero que é você ler, ler e ler, e continuar sabendo que não leu nem um quinto do que deveria ter lido pra ser alguém minimamente culto. Ela não sabe a agonia que é estar parado no trânsito da Rebouças com tantas praias lindas no Brasil e tantos cafés perfeitos na Europa. Ela não sabe como é terrível esperar que apareça alguém pra me fazer feliz se eu mesma sou incapaz disso.
Ai, Mariúsca! Você me arrancou um bife! E ela se mata de rir da minha desgraça.
21 novembro, 2007
Voltei e nem dei as caras!
Dias ótimos, essas viagens são aquelas de extravazar mesmo... Se eu fosse uns 5 anos mais velhas, detestaria... mas como eu pretendo ter as tais histórias pros netos, é tudo muito divertido... Essa coisa de beber muito, dormir pouco e em qualquer lugar (dormimos quase um por cima do outro), chegar a pontos ridículos de intimidade com seus amigos (dormir junto e trocar de roupa na frente de todos já é a coisa mais normal do mundo)... beijar pessoas que você não sabe de onde surgiram, rir, cair, dançar, perder a voz, torcer... é tudo parte do processo e é muito bom.
Talvez fosse até melhor, se eu não fosse tão tonta e me abalasse com as atitudes minúsculas das pessoas comigo... E pior que são essas mesmas que pra mim, fazem toda a diferença... e me enlouquecem também. Mas isso é ooooutra história...
O legal é ver a nossa (nós=amigos de faculdade) ligação! É algo diferente, de qualquer outra relação de amizade que eu já tenha tido... Nós brigamos, nós xingamos, falamos mal, surtamos... e na verdade, a gente se ama muito, se cuida, se protege, quer estar junto! É a perfeita definição de família não?! E acho que todo mundo sabe que corremos contra o tempo, pois uma hora esse amor todo acaba... não por nossa culpa, e sim por conta da vida, de cada um precisar ir defender a sua... Então parece, e é fato, que queremos aproveitar todo segundo, todo milésimo, fazer tudo tão grande e tão intenso a ponto de se tornar inesquecível. Em muitas vezes... conseguimos! O Mack É inesquecível...
Enquanto isso, há todo o resto da vida rolando... Essa coisa de "passar de pato pra ganso" tem sido cada vez mais louca... Querer tocar a própria vida e não poder, ou poder e não querer... o momento é esse. Não dá pra saber até onde é confortável se virar sozinha. Mas nem sempre a gente fica só no confortável, senão não evolui! Faz parte também, tropeçar na pedra, se irritar com o barulho, se machucar no espinho, levar água gelada na cabeça...
A vida não pode ser o tempo todo gostosa... mas aí a gente vai se distraindo com as obrigações... e lembra da água fria ou do espinho, só quando ele dói. No resto do tempo, precisamos ter foco, cumprir, fazer, ser, tudo! Por isso, a possibilidade do dolce far niente das férias me desespera um pouco...
Sim, eu fico cansada, e aaaaamo não ter o que fazer. Mas isso dura dois ou três dias... depois, minha mente ociosa passa a lembrar dos espinhos, das pedras e do que mais estiver errado... e de como as vezes eu fico impotente pra tentar fazer certo, ou como fazer certo pode doer também... Já viu né... se eu embarcar no "cabeça vazia é oficina do diabo"... lá veeeem post deprê!
Dias ótimos, essas viagens são aquelas de extravazar mesmo... Se eu fosse uns 5 anos mais velhas, detestaria... mas como eu pretendo ter as tais histórias pros netos, é tudo muito divertido... Essa coisa de beber muito, dormir pouco e em qualquer lugar (dormimos quase um por cima do outro), chegar a pontos ridículos de intimidade com seus amigos (dormir junto e trocar de roupa na frente de todos já é a coisa mais normal do mundo)... beijar pessoas que você não sabe de onde surgiram, rir, cair, dançar, perder a voz, torcer... é tudo parte do processo e é muito bom.
Talvez fosse até melhor, se eu não fosse tão tonta e me abalasse com as atitudes minúsculas das pessoas comigo... E pior que são essas mesmas que pra mim, fazem toda a diferença... e me enlouquecem também. Mas isso é ooooutra história...
O legal é ver a nossa (nós=amigos de faculdade) ligação! É algo diferente, de qualquer outra relação de amizade que eu já tenha tido... Nós brigamos, nós xingamos, falamos mal, surtamos... e na verdade, a gente se ama muito, se cuida, se protege, quer estar junto! É a perfeita definição de família não?! E acho que todo mundo sabe que corremos contra o tempo, pois uma hora esse amor todo acaba... não por nossa culpa, e sim por conta da vida, de cada um precisar ir defender a sua... Então parece, e é fato, que queremos aproveitar todo segundo, todo milésimo, fazer tudo tão grande e tão intenso a ponto de se tornar inesquecível. Em muitas vezes... conseguimos! O Mack É inesquecível...
Enquanto isso, há todo o resto da vida rolando... Essa coisa de "passar de pato pra ganso" tem sido cada vez mais louca... Querer tocar a própria vida e não poder, ou poder e não querer... o momento é esse. Não dá pra saber até onde é confortável se virar sozinha. Mas nem sempre a gente fica só no confortável, senão não evolui! Faz parte também, tropeçar na pedra, se irritar com o barulho, se machucar no espinho, levar água gelada na cabeça...
A vida não pode ser o tempo todo gostosa... mas aí a gente vai se distraindo com as obrigações... e lembra da água fria ou do espinho, só quando ele dói. No resto do tempo, precisamos ter foco, cumprir, fazer, ser, tudo! Por isso, a possibilidade do dolce far niente das férias me desespera um pouco...
Sim, eu fico cansada, e aaaaamo não ter o que fazer. Mas isso dura dois ou três dias... depois, minha mente ociosa passa a lembrar dos espinhos, das pedras e do que mais estiver errado... e de como as vezes eu fico impotente pra tentar fazer certo, ou como fazer certo pode doer também... Já viu né... se eu embarcar no "cabeça vazia é oficina do diabo"... lá veeeem post deprê!
13 novembro, 2007
Lá vamos nós rumo a mais um feriado e aquelas viagens de faculdade que rendem história pra contar (ou não) aos netos...
Vou seguir aproveitando meus surtos de loucura, já que vivo 80% em modo "moça responsável".
Aquela zona, banheiros ruins, pouco sono... aquelas baladas, aquelas cervejas, momentos e risadas que depois a gente nunca esquece!
Deus guarde nossas almas... porque os corpos estarão ferviiiiiiidos!
Vou seguir aproveitando meus surtos de loucura, já que vivo 80% em modo "moça responsável".
Aquela zona, banheiros ruins, pouco sono... aquelas baladas, aquelas cervejas, momentos e risadas que depois a gente nunca esquece!
Deus guarde nossas almas... porque os corpos estarão ferviiiiiiidos!
08 novembro, 2007
Pelo menos assim de longe...
Ele é o cara!
Ele é lindo, não tem uma mísera mulher que não torça o pescoço quando ele está por perto. Mesmo assim, não é metido. É esperto eu diria, sabe com quem se relacionar. Ele é educado, faz a linha 'bonzinho', daqueles que ajudam, são cavalheiros. Ele conversa bastante, mas é tímido. E fica lindo sem graça. Sabe dar indiretas, e rebate bem quando não quer papo. É carente, é crianção. Mas ao mesmo tempo é experiente, sabe o que e como fazer. E tem todo aquele charme peculiar aos homens experientes. É interessante, daqueles que dá vontade de sempre descobrir mais um pouquinho. Tem olhos azuis e muitas histórias. Sabe contá-las de modo interessante. Por fora parece um pegador nato, mas basta dois dedinhos de conversa pra ver que ele quer alguém pra andar de mãos dadas.
Ele parece muito mesmo ser 'o' cara... mas fica aqui a pergunta... ele existe?
Ele é lindo, não tem uma mísera mulher que não torça o pescoço quando ele está por perto. Mesmo assim, não é metido. É esperto eu diria, sabe com quem se relacionar. Ele é educado, faz a linha 'bonzinho', daqueles que ajudam, são cavalheiros. Ele conversa bastante, mas é tímido. E fica lindo sem graça. Sabe dar indiretas, e rebate bem quando não quer papo. É carente, é crianção. Mas ao mesmo tempo é experiente, sabe o que e como fazer. E tem todo aquele charme peculiar aos homens experientes. É interessante, daqueles que dá vontade de sempre descobrir mais um pouquinho. Tem olhos azuis e muitas histórias. Sabe contá-las de modo interessante. Por fora parece um pegador nato, mas basta dois dedinhos de conversa pra ver que ele quer alguém pra andar de mãos dadas.
Ele parece muito mesmo ser 'o' cara... mas fica aqui a pergunta... ele existe?
06 novembro, 2007
Eu "si" divirto
Dias engraçados fazem a gente descobrir coisas em nós mesmos que são novidade. Tenho notado muitas coisas...
Eu tenho plena convicção que todo mundo vai entender minhas preguiças, acreditar nas minhas mentiras, relevar minhas burradas.
Não sei fugir de cantadas, a não ser das pessoas que não gosto. Quando tenho a mínima afeição por alguém - o que não significa interesse - fico com a aquela cara de 'pirulito', sem saber o que responder. Se a pessoa insiste, mudo o foco, pois ainda não tenho o poder de abrir buracos no chão.
Fico pasma com os comentários que solto as vezes... aquelas palavras que brotam, e quando vi, falei! Um flerte fora de hora, uma frase esnobe, um comentário maldoso pra pessoa errada. Não é todo mundo que entende, ou quando entende eu fico constrangida pela pessoa... mas escapou! No fundo é bom, deixar tudo as claras... se fazer entender! Especialmente sobre os flertes fora de hora! Hahaha!
Sou uma mãezona, boba, que se emociona com qualquer bobagem, ou melhor, que acha bobagens coisas importantes! Tenho orgulho coletivo, alegria coletiva, vergonha coletiva... Esse mal canceriano que me faz ver todo como filhos! Sinto saudades antecipadas das coisas... nem acabaram mesmo, e já fico em crise... boba, mas divertida!
Eu tenho plena convicção que todo mundo vai entender minhas preguiças, acreditar nas minhas mentiras, relevar minhas burradas.
Não sei fugir de cantadas, a não ser das pessoas que não gosto. Quando tenho a mínima afeição por alguém - o que não significa interesse - fico com a aquela cara de 'pirulito', sem saber o que responder. Se a pessoa insiste, mudo o foco, pois ainda não tenho o poder de abrir buracos no chão.
Fico pasma com os comentários que solto as vezes... aquelas palavras que brotam, e quando vi, falei! Um flerte fora de hora, uma frase esnobe, um comentário maldoso pra pessoa errada. Não é todo mundo que entende, ou quando entende eu fico constrangida pela pessoa... mas escapou! No fundo é bom, deixar tudo as claras... se fazer entender! Especialmente sobre os flertes fora de hora! Hahaha!
Sou uma mãezona, boba, que se emociona com qualquer bobagem, ou melhor, que acha bobagens coisas importantes! Tenho orgulho coletivo, alegria coletiva, vergonha coletiva... Esse mal canceriano que me faz ver todo como filhos! Sinto saudades antecipadas das coisas... nem acabaram mesmo, e já fico em crise... boba, mas divertida!
04 novembro, 2007
Cá estou eu terminando o feriado, depois de muitos dias sem escrever, meio nervosa com a família, com planos indefinidos de revellion, que tendem a não dar certo, graças - sempre - a minha dependência, mas tudo bem, podia ser pior. Cá estou eu, em final de semestre, atrapalhada, sem disciplina, acumulando tudo pra mesma hora, ou ficando muito tempo sem o que fazer. Cá estou eu negligenciando com as coisas de trabalho, meio preguiçosa, mas no fundo sabendo o que eu estou fazendo, e disposta a arcar com qualquer consequência depois. Cá estou eu, meio indecisa do que eu quero daqui pra frente, mas me dando esse direito. Cá estou eu, com uma tatuagem nova, tomando cerveja por aí, e me dando ao luxo de ter toda a pseudo-irresponsabilidade (pseudo porque mesmo até nas minhas irresponsabilidades eu faço questão de ter toda a consciência) que a idade me permite. Cá estou eu fazendo questão de ser assim, pois descobri que tenho todo o resto da vida pra ter compromisso, fazer certo, ir bem...
Dando minhas risadas, as minhas voltas, os meus momentos.... cá estou eu.
Dando minhas risadas, as minhas voltas, os meus momentos.... cá estou eu.
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