26 junho, 2007

Animação!

Sim, estou empolgada! Dias legais possivelmente legais se aproximando!
Eu fico extremamente ansiosa, planejando tudo, arrumando, correndo atrás, é legal! Talvez na hora H as coisas nem sejam tão boas, ou não aconteçam como planejado. Mas esse clima de preparação é gostoso... Dá pra 'tapear' o ócio de férias desempregada...
Dá também pra abafar os problemas e ficar bem. Estou feliz esses dias... fazendo questão de ignorar o que me chateia, e sem a menor paciência de escutar problemas alheios... Aliás, acho isso um defeito em mim, me torna uma amiga nem tão boa... mas eu não dou trabalho pra quase ninguém... por isso não quero trabalho pra mim, certo?!
De resto, ainda tô brigando com a minha indisciplina, meu sono, minha fome, minha preguiça... mas não está mais me chateando tanto... tô naquela fase "o importante é ter saúde", sabe? Pelo menos até a próxima Tpm chegar, rs!

24 junho, 2007

Strange feeling

Sempre tem algum momento, onde nos vemos obrigados a presenciar cenas chatas. Não dá pra fechar o olho na hora, esperar passar pra abrir de novo. Tem horas que tem que segurar "no carão", e fingir que tá tudo ótimo, que é super normal, que é lindo! Não, não é...
Mas nesse caso, nem chega a ser o fim do mundo, afinal, já era esperado o fatídico encontro alguma hora. É "normal", mas vamos combinar que tá longe de ser bacana... Pra quem vê, pelo menos, pro protagonista está tudo ótimo aparentemente.
Você está linda, com aquela cara de "fico feliz de ter ver feliz" ou então de "nem lembro o que houve"... - tá você realmente não lembra muito, mas ainda ficou um pouquinho - mas no fundo, rola aquela coceirinha de incomodo...
Mas melhor ser a favor da política da boa vizinhança... ahasar na amizade... a gente nunca sabe o dia de amanhã!

23 junho, 2007

Mini-flashback

Me senti hoje fazendo mini flashback's, como diriam "Os Normais"... Frenqüentar lugares que ia na adolescência (eu sei, não faz tanto tempo, mas é que eu era precoce e comecei cedo), é uma experiência muito louca após uns anos....
Eu, com a minha velhice e meu instinto materno precoces, me sinto a perfeita "tia" vendo a galera que eu via tão novinha, tão mudada, ou tão igual... Aquele grupinho de amigas fofoqueiras que continua, aquele amigo que era chatão e virou o maior gato, aquele que era vagabundo e agora é nerd, aquele que você não apostava muita coisa e hoje mora na Europa, aquele que era cdf e hoje virou maconheiro, e por aí vai...
Essa sensação louca, de tudo tão igual e tão diferente ao mesmo tempo. Alguns reecontros são bem vindos, outros faço questão de fazer cara de paisagem e fingir que nem conheço. E Alphacity é sempre Alphacity. A mulecada tem a mesma cara, a cada "galera" que passa. É engraçado de olhar os 13, 14 anos, e lembrar de mim. É tão recente, mas nesse tempo amadureci tão bruscamente, que parece que tenho uns 30 e tô lembrando de mim há quinze anos.
Aquele clima de "amigas antigas" foi muito bacana... dá segurança saber que não é preciso o "todo-dia", pra que os laços continuem fortes. As coisas acontecem, vem e vão, pro bem e pro mal, mas nós seguimos nos conhecendo só de olhar.
Ah sim! O amor da adolescência... nossa, que loucura ver de novo! Sim, porque foi platônico, como tantos... ou melhor, foi frustrado! Mas olhando hoje, era muita pretensão minha querer que funcionasse, naqueles tempos de 'gata borralheira'. Eu sempre fui pretensiosa, e boa parte das portadas que levei na cara foram por isso. Mas não aprendo.
Enfim, de fato na época, a diferença de idade pesava, eu tava na fase do patinho feio, e era mesmo muita, mas muuuuita pretensão achar que haveria chance. Acho que foi meu primeiro pé na bunda assim, digamos... concreto, que eu me recorde. Reencontrar após tanto tempo e tanta coisa, é no mínimo interessante. Perceber o meu "semi-bom gosto" é legal, entender o tamanho da pretensão na época me conforta, e ver que hoje em dia o cenário é diferente também é ótimo. Me acho muito longe da transição "gata borralheira-cinderela", mas agora sei o quanto de areia cabe no meu caminhão. Antes diferença de idade era pretensão, agora é necessidade. E é possível notar isso. Enfim... voltei pra casa mexida, não sei bem como, nem porquê. Mas não é ruim a sensação, esperemos até o próximo mini-flashback para saber a definição!

19 junho, 2007

Lá se vai mais um...

Minha vida ultimamente é dividida em semestres... e um já está na beira do precipício, logo mais acaba. Ontem, em mais uma noite de insônia, fiz aquela retrospectiva básica de sempre...
Foi um semestre "de férias", bem divertido... no geral, cumpri a minha promessa de aproveitar e pensar na "vida real" outra hora...
Na faculdade, fiz o suficiente. Passei longe de fazer o meu máximo, mas a intenção era essa, acho eu...
Agora vivo aquele momento "pré-férias" que a gente faz mil planos pra fazer em um mês, mas eu quero fazer tudo em uma semana, rs! Só que a falta de disciplina que reinou nos últimos tempos, e continua aqui, briga com a minha ansiedade de querer resolver tudo, e o tempo vai passando... Quer apostar quanto, que as férias vão terminar, eu vou passar um mês e meio a toa, e não vou resolver metade das coisas que eu quero?!!?!
É duro quando a gente se conhece né?!

14 junho, 2007

Mesmo em meio a provas, falta de grana, ressaca moral e tudo mais que seja, está tudo dentro dos conformes...
Esse clima de fim de provas me lembra que vou passar um mês provavelmente no puro ócio (odeio isso), mas tenho que admitir que dá um certo alívio... Principalmente quando sair minha nota de fisiologia, rs! Já estou naqueles dias onde todos os neurônios foram gastos, faltam duas horas pra minha próxima prova, e eu não tenho condições psicológicas nem de olhar a matéria...
O problema da ressaca moral já foi devidamente enterrado, afinal o que eu iria contar pros netos, não fossem as minhas super cagadas? Não resisti só fazendo cara de "não lembro" e me redimi do pecado, e fui perdoada, até a página dois pelo menos. Mas o que vale é a intenção, então é um peso a menos nas minhas costas...
A tpm já passou, o mundo não é mais uma merda, é só algo não muito agradável, mas que eu tento ignorar o tempo todo, muitas vezes com êxito.
De resto, fico aqui com minhas frustrações culturais e profissionais à respeito de tanta coisa que eu queria fazer, aprender, trabalhar... mas meu fator financeiro ou qualquer outra coisa que o valha, não permite... Essa coisa de ter outras obrigações e por isso ter que "esconder" os meus objetivos, pra usar só quando der tempo, realmente me frustra... mas acho que deve ser à mim e a torcida do Flamengo né?
Uma hora a coisa dá certo... aaaaaaaaaaaaah dá!

12 junho, 2007

Valentines

Minha opinião sobre o dia dos namorados é mais ou menos as mesma que sobre dia das mães, pais, mulher, criança... Se você ama alguém, todo dia é dia... odeio obrigação de presentear, ser legal, carinhosa... essas coisas acontecem quando dá vontade! Não num dia específico onde todo mundo ganha presente e não briga... me soa falso. Mas deixa pra lá, pra não parecer desculpa de mulher solteira em pleno dia dos namorados... Bom proveito pra quem namora!!!

Pra mim, que ganhei uma caixa de bombons da mamy (fofa né? meu pai sempre me deu quando criança, rs!), é mais um dia normal, de prova de vôlei, e uma noite que provavelmente passarei em claro............... por causa da Fisiologia de amanhã... belo motivo!

Feliz dia da prova de vôlei e da caixa de chocolates!

09 junho, 2007

Mais uma do Blonicas...

Cada vez que visito esse blog, encontro algo que gostaria de ter escrito... nesse dia de ressaca moral... outro texto que diz muito, esse é do Henrique Szklo:

Sinto que perdi o rumo de minha vida para sempre. Não há como recuperá-lo. Não há retorno. Não tem um trevo lá na frente onde eu possa pegar o caminho de volta e descobrir o exato momento onde eu estraguei tudo. O que está feito está feito.E a pergunta que me surge agora é: o que fazer? Se estou no caminho errado eu devo continuar em frente ou parar de vez? Para piorar, o que significa continuar e o que significa parar ainda são incógnitas para mim. Por enquanto gasto meu tempo apenas lamentando as escolhas que fiz no passado. Mesmo sem saber qual delas exatamente me tirou do caminho. Não importa. E o pior de tudo é que nem a consciência desta situação está me preocupando. Parece que a coisa que eu mais temia na vida aconteceu: desisti de lutar. Perdeu-se em algum lugar no passado recente aquela chama que me fazia espernear a cada obstáculo. O choque elétrico já não me faz gritar, apenas me provoca uma dormência momentânea. Tenho a sensação agora de que nada é necessário, nada é imprescindível, nada tem importância. Deixa a vida me levar, vida leva eu. Não tenho mais motivação para criar. Pra quê criar? Como diria a minha mãe, que vantagem Maria leva? Tanto faz. Se eu fizer ou deixar de fazer a vida vai continuar igual. Meus impulsos naturais para o trabalho criativo sempre foram a minha vaidade intelectual e uma certa vontade de ser celebridade. Agora que não reconheço em mim nem uma coisa nem outra, ficou difícil manter o interesse num assunto que só traz inseguranças e dúvidas. Lamentavelmente sinto que o bambu quebrou. Acostumado a viver vergado, tinha a sensação de que isso nunca iria acontecer. Que eu sempre, de um jeito ou de outro, acabaria encontrando uma maneira de lutar, de me indignar, de exercer o meu inconformismo atávico. Honestamente não sei o que fazer. Tento escrever coisas engraçadas mas sinto que perdi a graça. Não sinto mais dentro de mim aquele espírito zombeteiro tão necessário à manufatura do humor. Não me irrito mais com quase nada, nada me incomoda demais e as coisas que faço não têm nenhuma importância. Faço por fazer. Acabou o tesão. Impotência criativa. Causada por falta de fluxo sanguíneo na alma. Não me relaciono com quase ninguém, abandonei quase todos os meus amigos, estou fumando que nem um condenado, não estou fazendo nenhum tipo de exercício e a minha dívida artística está impagável. São tantos os projetos encavalados que não dá pra saber por onde começar. É melhor nem começar. Às vezes me dá vontade de largar tudo e sair por aí como um maltrapilho sem-teto. Ou me internar numa casa de saúde. Ou ainda virar hare-krishna, sei lá. Dá vontade de ser qualquer coisa, menos o que eu sou. Me sinto fracassado, me sinto imaturo, me sinto inútil. Não sou uma pessoa confiável nem pra mim mesmo. Sou uma farsa. Ironicamente, uma ópera-bufa. Eu não acredito em mim. E o mais chato é saber que este tipo de auto-comiseração é deprimente e só vai me levar mais e mais pra longe do caminho que eu pretendia seguir. Só a auto-estima e a confiança em si mesmo faz o ser humano avançar. Mas saber disto não está adiantando nada neste momento. Agora eu só quero descansar. Estou cansado e não quero mais lutar. Eu só quero dormir, ver televisão, navegar na internet. Eu sei que esta é uma atitude deplorável, mas até por isso mesmo, muito condizente com meu estado atual. Eu sei que se eu acreditasse em mim (com ou sem razão para isso), tudo iria melhorar. Mas depois de tudo o que eu já fiz ou deixei de fazer na vida, acreditar em mim seria quase uma ofensa à minha inteligência. No mais, vai tudo bem...

Super bad trip da madrugada...

Nossa mãe... embarquei numa bad daquelas... deve ser porque até pouco tempo atrás, tava bebada, mas enfim...
Tô eu, chorando compulsivamente, as duas da manhã, após me matar de dar risada em mais um daquele churrascos de histórias pra contar pros netos... bateu a bad, não sei se pelo celular afogado no "suco de uva", se pelas coisas acontecidas, se pelas coisas não acontecidas, se pela confusão que arrumei aqui em casa amanhã, se pelas coisas faladas, as atitudes ridículas, as engraçadas, se por não ter mantido a famosa compostura que sempre tive, JUSTO no momento onde eu mais devia ter... se por ter falado bobagem, ter parecido boba, apaixonada ou ter parecido tarada...ter parecido tanta coisa, ter agido fora da minha racionalidade capricorniana que sempre me seguiu... ô coisa louca essa! Acho que não tô acostumada em agir por instinto... é dolorido...
Analisando friamente, foi tudo quase como sempre é, eu bebo, nós bebemos, eu falo bobagem, nós falamos bobagem... mas eu acho que essa minha tpm, ou algo assim, fez com que eu visse o quanto é triste voltar pra casa sozinha. Como se eu fosse, fizesse, acontecesse... mas na real, não trago nada de bom pra casa, além de um fígado meio maltratado e uma ressaquinha moral... sensação ruim... bad solitária.
Meu lado mãe de mim mesma, sabe, que é parte desses meus 19 anos, esse tipo de coisa... que logo mais vai passar, que vou arrumar algo mais importante pra pensar, que a solidão pós churrasco... mas nesse momento, nunca tive tanta vontade de escrever pra desabafar, e nenhum texto nunca me descreveu tão bem como esse:

"Depois, no dia seguinte, lá vem a ressaca. Sempre. Adoro minhas dancinhas e gracinhas e loucurinhas. Mas no dia seguinte acordo e me pergunto: por que é que você não faz cara de paisagem e permanece fina e permanece intocável?(...)Aí a música começa e quando vou ver já imitei o Michael Jackson, a Madonna e o Tiririca, porque adoro me trair e estragar tudo. E todo mundo ri, mas ninguém me leva a sério. Mas será que quero? Mas será que alguém leva alguma coisa a sério? Eu queria me levar menos a sério. (...)Um milhão de amigos e chorando sozinha no carro. Mas no meu ap de 40 metros quadrados só cabe eu mesma. Ainda bem. A coisa que eu menos queria era alguém aqui, agora, me vendo chorar porque não tem ninguém aqui, agora.E aí o Dom Juan de saias dorme de pijama cor-de-rosa. Não peguei ninguém hoje mas ri bastante. E amanhã vou acordar num tremendo mau humor e morrendo de nojo das pessoas que falam “peguei alguém”. E amanhã vou querer acordar depois de dez anos ou há dez anos. E vou querer congelar na vida de agora, que acontece mais do que antes ou depois. E vou querer sair da gaiola da mesmice. E vou me perguntar de novo quando é que o efeito da droga que eu nunca experimentei vai passar. E vou ler esse texto que minha mão de massinha escreveu e querer me esconder ou nas dancinhas de macaco ou no pijama cor-de-rosa. Mas vou acabar publicando o que eu nunca deveria ter dito, como sempre."

www.blonicas.zip.net

03 junho, 2007

Vida social em frangalhos, assim como minha conta bancária... sinal claro: sábado a noite rezando pro celular não tocar, inventando desculpas quando ele toca.
Ando travando uma batalha difícil nos ultimos dias, contra a minha indisciplina... Tô revoltada comigo mesma! Como pode alguém se "auto-administrar" tão mal quanto eu?
Todo dia, minha cabeça resolve funcionar antes de dormir... traço mil metas, choro as mágoas, acho novos objetivos, faço planos, prometo coisas, tenho idéias brilhantes... Chega no outro dia de manhã, anoto tudo... e lá fica. Não tenho vergonha na cara o suficiente pra cumprir o que pensei...
Tem algum curso que ensine a gente a administrar a própria vida?

Como já disse, minha vida social é ridícula... as vezes acho que está certo, pois tenho que ser responsável, e cuidar de tudo, pra depois pensar em diversão. Depois penso que tenho 20 anos, e logo mais se continuar assim, nada terei pra contar pros netos... Depois acho que estou exagerando... ah sei lá o que penso mais!!!
Meu dinheiro é algo sob o qual não tenho a menor influência... ele vai e volta sem que eu mande... ou quando eu mando acho que fiz merda.
Minha auto-estima como qualquer outra pessoa que tem hormônios descontrolados, é bipolar... e nesse quesito a minha ausência ABSOLUTA de disciplina, faz toda a diferença... Por que que quando eu me proponho a levantar cedo e ir correr, eu simplesmente não consigo "levantar cedo e ir correr"? Não é tão complicado assim, é?!
Minha vida amorosa... essa eu nem sei direito se "é" alguma coisa... acho mais fácil dizer que "não é"... por culpa minha mesmo, que apesar de na teoria, saber que eu procuro o que não existe - e que se continuar assim, terei filhos de inseminação artificial com um amigo gay - na prática continuo procurando olhando pra cima, ao invés de olhar para os lados.
Meu tempo... coitado... esse é o campeão da falta de administração, e a grande influência do caos de todo o resto. Sobra tanto tempo à toa... mas quando ele é mesmo necessário... cadê?!

27 maio, 2007

Define bem...

Esse texto, eu roubei descaradamente do profile do orkut da Isa, minha treinadora. Ele fala por si...

Pode invadir ou chegar com delicadeza, mas não tão devagar que me faça dormir. Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar.
Acordo pela manhã com ótimo humor mas.... permita que eu escove os dentes primeiro. Toque muito em mim, principalmente nos cabelos e minta sobre minha nocauteante beleza.
Tenho vida própria, me faça sentir saudades, conte algumas coisas que me façam rir, mas não conte piadas e nem seja preconceituoso, não perca tempo, cultivando este tipo de herança de seus pais.
Viaje antes de me conhecer, sofra antes de mim para reconhecer-me um porto, um albergue da juventude.
Eu saio em conta, você não gastará muito comigo.
Acredite nas verdades que digo e também nas mentiras, elas serão raras e sempre por uma boa causa.
Respeite meu choro, me deixe sózinha, só volte quando eu chamar e, não me obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada. ( Então fique comigo quando eu chorar, combinado?)
Seja mais forte que eu e menos altruísta!
Não se vista tão bem... gosto de camisa para fora da calça. Reverenciarei tudo em você que estiver a meu gosto: boca, cabelos e um joelho esfolado, você tem que se esfolar as vezes, mesmo na sua idade.....
Leia, escolha seus próprios livros, releia-os... Odeie a vida muito doméstica.
Não seja escravo da televisão, nem xiita contra. Nem escravo meu, nem filho meu, nem meu pai. Escolha um papel para você que ainda não tenha sido preenchido e o invente muitas vezes.
Me enlouqueça uma vez por mês mas, me faça uma louca boa, uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca....
Goste de música e de sexo. goste de um esporte não muito banal.
Não invente de querer muitos filhos, me carregar pra a missa, apresentar sua familia... isso a gente vê depois.... se calhar...
Quero ver você nervoso, inquieto, olhe para outras mulheres, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos.
Não me conte seus segredos... me faça massagem nas costas.
Não fume, beba, chore, eleja algumas contravenções.
Me rapte!
Se nada disso funcionar.... experimente me amar!!!

Friiiiiiiio!

Nossa, dez dias sem dar o ar da graça aqui no blog...
Um pouco falta de tempo, um pouco falta do que escrever mesmo...
Os ultimos dias foram tranquilos, de clima bom, engraçados... sem muita crise (exceto a financeira)... alguns corridos... alguns só festa... mas todos muito frios!
Semana com direito a baladinha - quase private - no meio da semana, há muito tempo não me dava esse direito. Cuidando um pouco de mim, retomando laços, esquecendo problemas...
Hoje fez um frio do cão, e milagrosamente escolhi ficar em casa hibernada o dia todo. É engraçado, pois quando saio escuto reclamações por sair, quando resolvo ficar em casa, vejo caras espantadas, achando que estou deprimida, doente... só quero dar uma descansadinha! Vai entender...
É no frio que a falta de namorado se faz presente, rsrs! Mas aí eu lembro que eu sempre escolho o mais difícil, então me resta aguentar as consequências...
Nada que um cobertorzinho e um bom leite quente não resolva... acho!

16 maio, 2007

Currículo...

Estou quase no horário da aula, cheguei de Sp a pouco...
Mais uma "entrevista", a maioria delas eu sei que não tem muito futuro, mas vou só pra não me sentir culpada depois... Já fiz boas cagadas nessas procuras, ja me queimei e já ganhei bons contatos...
Agora, a minha revolta é a preguiça dos "empregadores" de lerem o currículo da pessoa antes de chamá-la... Sim, eu estudo a tarde! Não, eu não tenho o horário das 15h livre. Sim, ainda faltam dois anos para terminar a faculdade... Não, eu não pratico basquetebol, nem muito menos quero dar aula em escola...
Tá tuuuuuuuudo escrito lá! Fiz tão bonitinho... mas as pessoas só leêm nome e telefone (quase sempre o de casa, que é onde eu nunca estou). Não é mais fácil ler antes de ver se eu me encaixo na vaga? Não precisa me ligar, me deixar empolgada, me fazer mudar o dia pra ir ao "cú de judas", chegar lá e ver que a proposta era pra eu ser técnica do time de futebol das 3h às 5h da madrugada, das crianças carentes da Vila Capucheta (quem é do Mack conhece essa vila!rs!)!!!
Acho que vou fazer outro e mandar, só com meu nome e meu celular!

15 maio, 2007

Pra quê que eu presto?

Acabei de ler um texto num blog desconhecido que questiona o título deste post... e me questionei também...
A gente se mata, rala, estuda, corre, procura trabalho loucamente, peregrina de entrevista e entrevista... chega um momento onde você acha que é alienígena ou algo assim, pois nada é o certo para você... Ou melhor, na verdade eu começo a pensar que o universo conspira contra mim, pois sempre que está tudo indo no caminho perfeito: chefe legal, trabalho de acordo com os objetivos, salário "justo" (se é que é possível nessa bendita área que eu escolhi)... vem alguma onde e destrói o meu castelinho de empolgação que estava na areia. No momento minha maior onda destruidora, quem diria... tem sido a própria faculdade. Eu entro muito cedo para trabalhar de dia, e muito tarde para trabalhar a noite. Hunf!
Eu amo aquele lugar, mas não sei mais ao certo o que eu tô fazendo lá... aquilo que era o meu "sonho" de trabalho, já não é mais. Não vou mentir, quero ganhar dinheiro!Poderia ser muito feliz dando aula de ginástica até me joelho morrer, mas SEMPRE ia ser frustrada, principalmente quando fosse olhar meu saldo no fim do mês. O fato de eu ser completamente "tapada" nos esportes (coletivos, nem se fala), abominar a idéia de trabalhar com crianças e afins (Educandário e olhe lá!), e não ser tão íntima da parte "nerd" da coisa, já reduz meus interesses... Me dá a impressão de que jogo 900 paus pela janela todo mês, esperando três ou quatro matérias que são "a minha cara" nos próximos semestres...
Além disso, preciso de dinheiro agora também... É aquela coisa, me vejo uma "adultazinha", mas que até agora, não conseguiu nem fazer um risquinho no papel, nada do projeto daquilo que quero construir. Outro fato é que tá ficando cada dia pior segurar as pontas por aqui, e é melhor eu me garantir antes que sobre pra mim...
Trabalhar no quê? Por quê? Pra quê? Aceitar tudo? Experiência? Procurar a minha área? Por quanto? Vale a pena eu ir até onde Judas perdeu as meias, por um salário que não é nem um quarto daquilo que recebi (de pensão) até hoje? Eu gosto daquilo? E se ninguém gostar? E se eu quiser afogar as crianças na aula de natação? E se na laboral tiver um monte de funcionário tarado? Será que vou odiar minha turma nova de Body Pump? Eu me daria bem sendo monitora de viagem? Volto a estudar inglês e vou trabalhar em navio? Vou fazer pós em Eventos? Será que um dia darei aula em faculdade?
O quê que eu quero????????????

09 maio, 2007

Festinha acabando...

Sou daquelas que acha que a vida é uma festa... A minha é!
Claro, cheia de gafes, vexames e porres... mas uma festa. A questão é que é muito difícil controlar os convidados na porta... eles entram e saem sem que eu mande!
Há aqueles que eu não quero que entrem, então me esforço para barrá-los... e alguns até consigo... ficam só de olho na porta pra ver o que acontece na minha festa. Muitos morrem de inveja, mas tudo bem... estão lá fora mesmo.
Aqueles que vivem indo e voltando... entram, se jogam, cansam e vão embora. Devem dar uma descansadinha, depois voltam com força total. Aqueles que eu ponho pra fora, assim de mansinho pra eles não perceberem, porque na verdade preciso só de férias... depois os chamo de volta.
Mas os que me dão mais trabalho, e coincidentemente são a maioria, são os que não pediram pra vir pra festa... quando eu vi já estavam e se jogaram messssmo, mudaram o rumo da festa, a música, a decoração, tudo!!! E de repente, quando eu acho que vamos dançar até o dia raiar, eis que eles resolvem sair, ou são botados pra fora por terceiros... mas nem me avisaram!!! Eu perco o ritmo da dança, vou ao banheiro retocar a maquiagem, que deve ter borrado (geralmente choro um pouquinho quando elas vão embora) e lá vou eu esperar de novo, algum DJ novo, pro fervo voltar com tudo...

04 maio, 2007

Quinta, dia ficar pendurara no telefone de manhã, de visita à USP, e monitoria...

Se tem uma coisa que eu detesto, é resolver problema pelo telefone... marcar consulta... pedir informação... tudo! DETESTO... mas tudo bem, hoje era por uma boa causa, diria que era em causa própria... rsrs, aguardem e verão!
Nossa aula hoje foi na Usp, num projeto bacana da Fundação Airton Senna... me dá um desespero um campus daquele tamanho, mas é bacana. O projeto também, apesar de não ser lá muito o perfil de lugar onde eu queira trabalhar... De criança pra mim, já basta o Educandário (alías, aquilo vicia!!!).
De volta à faculdade, monitoria... mais do que valer horas complementares, minhas noites de segunda e quinta me valem horas de risada! Claro, tem horas que fico extremamente irritada, mas me divirto com a sala. Não ela toda obviamente, porque confesso ter meus "protegidos"... rs, alguns dependendo do dia protegidíssimos! Sinto que as vezes até descontrolo um pouco esse meu "grau de intimidade" com alguns... devia me policiar, mas só penso nisso depois! Haha!
As quintas, são duas (devo relatar a parceria com a Karen nessa obcessão por horas complementares), uma simplesmente porque eu sou apaixonada pela professora, e não consegui ficar muito tempo sem aulas dela depois que meu semestre acabou. Outra pela diversão mesmo, e por gostar da área... o conteúdo da matéria, e como ele é explicado... digamos que não valeria o sacrifício...
Fico podre, destruída... principalmente porque amanhã logo cedo tô de pé...
Mas por umas risadas e umas massagens no ego... o que a gente não faz?!

30 abril, 2007

It's up to you!

É difícil fazer suas próprias escolhas... é difícil ignorar o "resto do mundo", analisar friamente e agir de acordo com a própria vontade. Ser feliz com aquilo que quis, sem pensar no resto... poucos conseguem. Requer uma grande coragem... de peitar tudo e todos, aguentar as consequências, correr atrás dos objetivos sozinha.

É muito mais simples, mais cômodo e menos doloroso dizer "Não tive escolha" e deixar as coisas acontecerem "sozinhas", deixar os fatores externos agindo, e levando você. Você alcança aquela felicidade "nível 1", e finge se dar por satisfeito com ela. E conforme a maré da "falta de escolha" te leva, vão ficando pelo caminho vontades não saciadas, promessas não cumpridas, encontros desmarcados, frustrações afogadas numa fachada de pseudo-felicidade...

Você prefere ter coragem ou não ter escolha?

26 abril, 2007

Então a gente segue crescendo...
Vendo que perdemos tanto tempo com bobagem, vemos que algumas coisas não tem mais a mesma graça de antigamente, mas em compensação coisas que eram "uó" agora até parecem interessantes...
Mudando de opinião a cada fato novo, percebendo que as vezes tanto tempo dedicado à alguém não vale tanto assim, afinal quando o outro enjoa simplesmente vai embora, e você, e toda sua dedicação...fica a ver navios. E talvez aquele que você não dedicava nem cinco minutos possa ser bem mais importante agora.
Sentindo o peso da rotina, de não ter mais tempo pra ligar pros amigos, de não saber mais nada nem do que acontece na sua própria casa, de mal ter tempo pra fazer um carinho no seu cachorro, ligar a tv, ver fotos antigas... sei lá, qualquer coisa que antes era bobagem e agora faz a maior falta.
Experimentando o poder da independência... de fazer o que quer, quando quer, como quer... podendo vez ou outra quebrar regras... vez ou outra também, quebrar a cara! Dançar como se ninguém estivesse olhando, cantar loucamente no carro depois de um dia bacana, agir lembrando que "ninguém paga suas contas".
A gente segue crescendo, se decepcionando, se surpreendendo, rindo, chorando, cantando alto no carro, passando nervoso, encantando, desiludindo, sendo responsável, sendo inconseqüente... SE DIVERTINDO

21 abril, 2007

Eu disse... essa semana não seria das melhores no quesito tempo... e não foi mesmo. Mesmo assim, os problemas "estabilizaram", e eu fiz cara de paisagem pros novos que surgiram.
Algumas suspeitas (bem grandes) sobre a intenção das pessoas comigo... alguma desconfiança, mas a gente arrisca e vê o que dá...
Revezamento de dias bem desanimados, com dias cansativos, e dias que valeram a pena... Cada vez mais comprovando a teoria que intimidade é uma merda, rsrsrs! Mas é no mínimo divertido!
Comprovando também como o meu sentimento pelas pessoas varia de dez em dez minutos... de acordo com o cheiro, com a roupa, com o jeito que me cumprimenta... Eu não sou muito normal acho... na mesma semana em que ignoro loucamente alguém, no dia seguinte já tenho vontade de pedí-lo em casamento. Vai da "vibe" do dia sabe?! Louca!

O final de semana acredito que seja meio light, afinal minha conta bancária não está permitindo nada muito extravagante... Reunir as meninas pra terminar um trabalho divertido... assistir jogos dos times da faculdade (oba!rs!), talvez um jantar (medo!), beeeeem talvez uma balada...
E logo já chega a segunda feira de novo... menos corrida, eu espero!

15 abril, 2007

Tem tempo já que não posto. Não por falta de vontade, nem de inspiração, mas de tempo mesmo...
A semana de volta do feriadasso que tive na faculdade me engoliu, a próxima promete ser parecida. E não só a faculdade, mas toda a estrutura em volta de mim deu um "tilt" básico... Pior mesmo é depender da atitude dos outros pra resolver as coisas, e saber que vão continuar assim por tempo indeterminado... Então tudo bem, já que ninguém resolve nada, eu faço vista grossa, e continuou levando minha vidinha, ok? Só não vem reclamar na minha orelha depois...
Fora o mundo desabando aqui do lado, eu estou bem... na vibe de "me jogar"! Não disse que esses tempos seriam de curtir e organizar a faculdade? Então é o que acontece! Tô tentando arduamente me desligar um pouquinho da "mania de responsabilidade" que me perseguiu a vida toda...

Então se joooooooga!

06 abril, 2007

Materno

Talvez seja culpa desse meu ascendente canceriano, essa coisa meio maternal que tenho com as pessoas...
Estou sempre achando que quem eu gosto são "minhas crianças" e que devo acolhê-las, dar conselhos, protegê-las, manter as pessoas sempre debaixo das minhas asas.
Vejo isso na faculdade, com as meninas... tudo bem que sou meio "porra-louquinha do bem", e elas me acham modernosa (tudo mentira), "pra frentex"... mas no fundo, "cuido" delas como se fossem minhas filhas, ou minhas irmãs mais novas - apesar da maioria ser mais velha que eu, rs!

Esse instintinho maternal me atrapalha... não consigo parar de me preocupar com as pessoas, as vezes sou mal compreendida... de vez em quando tenho a péssima sensação de precisar ser 'mãe da minha mãe'... com certas pessoas pareço intrometida, mandona, chego a atrapalhar meus próprios planos (pelo menos no campo amoroso têm sido assim), e o pior é que é tudo na melhor as intenções! Procuro até me policiar, mas quando vejo... já foi!!! Bem 'de mãe' mesmo!
É... não é todo mundo que sabe que tenho ascendente em câncer, altamente compreensível.
Mas ó, não vai sair sem levar um casaquinho tá?!