E eu com meu pijama multicolorido broxante, num domingo a noite frio... tô aqui tentando descobrir o que passa pela minha cabeça. Difícil né?! Se nem eu sei... quem mais poderia saber?
Eu tô até feliz, mas é aquele "de modo geral", porque minha amiga foi promovida, e um grande amigo está feliz e contente com seu namorado. Tô feliz porque ontem foi engraçado, e vai ter fofoca pra dar risada pelos próximos 3 meses. Feliz porque eu trabalho onde eu sempre disse que queria trabalhar, e todo mundo morre de inveja. E porque reconhecem meu trabalho na faculdade e gostam de mim.
Mas será que é isso mesmo? Que a gente deve ser feliz "no geral", mesmo como "específico" todo dando errado? E aquela saudade doída que eu tenho do cara que eu adoro e some sem deixar rastro? E do meu puta amigo que tá tão longe, e nem sabe se volta? E a confusão amorosa que me divide entre aceitar a realidade e as coisas palpáveis ou continuar esperando o príncipe no cavalo branco? E se o trabalho nem é aquilo tudo, mas assumir isso seria praticamente negar tudo que eu falei a vida toda?! E se eu quisesse falar tanto pra tanta gente, e não pudesse ou por "não poder" mesmo, ou "não poderem" comigo?!
Por que que a gente tem obrigação de achar as coisas legais, só pelo conjunto da obra? Bem coisa de domingo a noite mesmo...