Os posts estão virando semanais... Aliás tudo está cíclico. E eu estou a perfeita i-d-o-s-a!
A segunda é preguiçosa e não anda, a primeira aula me irrita muito, o dentista, que é "o cara" da anestesia trata dos meus dentes bichados... Eu planejo muito e faço pouco.
A terça é caos total, varia do desanimo à pura animação várias vezes em poucas horas. Tenho sono, meus alunos me animam, corro e odeio jogar... No final, percebo como sou boba e ainda gosto de quem não precisava.
A quarta é uma mistura de 'day-off' (ou melhor, manhã-off) e coisas entediantes... sabe? Daqueles de ficar de mau humor, ou da filosofia "Se o estupro é inevitável..."
A quinta apesar do sono (que a essas alturas da semana ja é MUITO SONO), a coisa vai ficando bem! Trabalho, corrida, matérias legais, boas "vistas" e projetos promissores... Mas como nem tudo é perfeito, meu nível de "tolerância" com as pessoas já não está lá aquela maravilha!
A sexta é gostosinha como a quinta, exceto pela Sociologia! Rs, de resto, tudo muito bom, tudo muito bem... não fosse o fato de eu estar 'só o fiapo', e a semana não terminar aí! É o dia onde a minha coragem de por o pé pra fora de casa a noite é nula, mesmo com a culpa por não conseguir ver ninguém e a cobrança das amigas. Mas é mais forte do que eu! Veja só, cá estou eu escrevendo em plena sexta a noite, rs! Estou mesmo ficando velha...
O sábado, pelo menos nos próximos meses é enfiado numa sala, numa academia, o dia todinho!!! Ok, se Deus quiser vai me render alguma coisa isso, ou pelo menos algo a mais no currículo. Mas vamos combinar que colocar meu corpinho podre numa cadeira o sábado inteirinho é duuuuro! Conclusão, sábado a noite quase perdido, só ando aceitando caso a proposta seja irrecusável... Senão, a Blockbuster é minha melhor companhia! Velha né?!
Sobra o domingo... certo? Mas domingo nunca é muito bem aproveitado, a não ser pra por o sono em dia, fazer aquela sessão beleza que não dá durante semana, ver a família... essas coisas!
Ou seja, por esses tempos, minha vidinha 'social' está aposentada, e tudo tem dia, hora, é marcado!
Até postar! Aguarde o próximo, nesse bat-horário, nesse bat-canal, nesse bat-blog!
25 agosto, 2007
Fraqueza
E aí eu mantive toda a pose, aliás, tava começando a me convercer que nem era só pose, mas que eu tava "me curando" de verdade desse karma. Eu passei a acreditar no teatro que eu inventei, e isso tava virando verdade, eu tava bem, gostando mesmo!
Mas eu tava gastando energia pra isso, pondo a cabeça pro outro lado, pondo o corpo pra trabalhar em prol do meu "esquecimento".
Só que a cabeça e o corpo trabalharam tanto... que eu cansei! Aí cansada, vi tudo indo por água abaixo, minha máscara caindo, sensível, carente, e eu voltando a te ver como sempre, ou quase sempre vi... Você lá, de estímulo, de conforto... E agora?! Fala pra mim que eu vou descansar, dormir bastante e conseguir voltar pro teatrinho que tava indo tão bem, fala?!!?!?!
Mas eu tava gastando energia pra isso, pondo a cabeça pro outro lado, pondo o corpo pra trabalhar em prol do meu "esquecimento".
Só que a cabeça e o corpo trabalharam tanto... que eu cansei! Aí cansada, vi tudo indo por água abaixo, minha máscara caindo, sensível, carente, e eu voltando a te ver como sempre, ou quase sempre vi... Você lá, de estímulo, de conforto... E agora?! Fala pra mim que eu vou descansar, dormir bastante e conseguir voltar pro teatrinho que tava indo tão bem, fala?!!?!?!
19 agosto, 2007
Casar ou comprar uma bicicleta?!
E tem aquela hora que você percebe que sua vida mudou. Você vê que seus amigos mudaram, alguns sumiram, outros apareceram... Seu jeito mudou, ganhou coisas boas, mas esqueceu outras pelo caminho. Seus objetivos são muito diferentes daqueles do começo, você se desiludiu com muita coisa, mas viu outras, quebrou uns preconceitos, abriu horizontes... isso é legal! Mas é meio triste ver que aquele 'sonho' todo das antigas não existe, as pessoas se separam, as coisas mudam, cada um corre atrás do seu, tudo muda. E por mais que você se esforçasse, aquela coisa linda que era tudo, nunca vai se repetir... Podem vir outras 'coisas lindas', mas eu queria "aquela", igualzinha, sem tirar nem por! E isso, pode ter certeza, não volta nunca mais...
Cheguei num ponto onde amo muito tudo o que acontece atualmente, tenho diversão e pessoas incríveis ao meu redor todo dia, cada vez mais vejo opções novas de escolhas na vida... Mas ao mesmo tempo, tenho saudades daquela realidade antiga, daquela "segurança" de ter objetivos mais certos, saber o que eu amava, quem eu queria comigo sempre, o que eu gostava, quem era minhas 'inspirações'...
Essa é a fase mais perdida de todos os tempos... acho que até por conta da idade, da transição pra vida de 'gente grande, trabalhadora, independente'. Vejo muitas opções, na profissão, nas amizades, nos relacionamentos... e simplesmente não sei o que eu quero pra nenhuma dessas áreas! Não sei mais se confio nas pessoas, se gosto de quem eu realmente digo gostar, se eu vivo o hoje e "cago" pro amanhã, se eu penso como estarei daqui 10 anos... Não tenho mais certeza se gosto do que faço, ou melhor, eu gosto. Só não sei se é o que eu quero fazer pra sempre... Mas também não sei se eu preciso fazer a mesma coisa pra sempre! Preciso?
Enfim, tô no auge dessa crise toda que qualquer ser nessa fase da vida passa... ok, normal né?! Ok nada!!!!!!!!!!!! Se eu fosse uma jovem comum, dessas que adora crise existencial, seria...
O fato é que sou uma capricorniana com cabeça meio "idosa", que ja tomou bastante susto na vida!!! Portanto segurança, ou melhor, a falta dela, é a única coisa que me deixa totalmente louca! Gosto daquilo que é certo, que é determinado, que é objetivo! E nem tudo tem sido desse jeito.
Essa coisa de não saber se casa ou compra um frango definitivamente, não é pra mim...
Cheguei num ponto onde amo muito tudo o que acontece atualmente, tenho diversão e pessoas incríveis ao meu redor todo dia, cada vez mais vejo opções novas de escolhas na vida... Mas ao mesmo tempo, tenho saudades daquela realidade antiga, daquela "segurança" de ter objetivos mais certos, saber o que eu amava, quem eu queria comigo sempre, o que eu gostava, quem era minhas 'inspirações'...
Essa é a fase mais perdida de todos os tempos... acho que até por conta da idade, da transição pra vida de 'gente grande, trabalhadora, independente'. Vejo muitas opções, na profissão, nas amizades, nos relacionamentos... e simplesmente não sei o que eu quero pra nenhuma dessas áreas! Não sei mais se confio nas pessoas, se gosto de quem eu realmente digo gostar, se eu vivo o hoje e "cago" pro amanhã, se eu penso como estarei daqui 10 anos... Não tenho mais certeza se gosto do que faço, ou melhor, eu gosto. Só não sei se é o que eu quero fazer pra sempre... Mas também não sei se eu preciso fazer a mesma coisa pra sempre! Preciso?
Enfim, tô no auge dessa crise toda que qualquer ser nessa fase da vida passa... ok, normal né?! Ok nada!!!!!!!!!!!! Se eu fosse uma jovem comum, dessas que adora crise existencial, seria...
O fato é que sou uma capricorniana com cabeça meio "idosa", que ja tomou bastante susto na vida!!! Portanto segurança, ou melhor, a falta dela, é a única coisa que me deixa totalmente louca! Gosto daquilo que é certo, que é determinado, que é objetivo! E nem tudo tem sido desse jeito.
Essa coisa de não saber se casa ou compra um frango definitivamente, não é pra mim...
15 agosto, 2007
Tudo que eu quero na vida!
Quero um trabalho novo. Mas talvez em outra área. Quero escrever meu artigo, mesmo sem saber por onde começar. Quero um chefe legal. Quero dinheiro. Quero trabalhar com o que eu amo. Quero que gostem de mim. Quero gostar das pessoas. Quero fazer pós, outra pós, mestrado. Quero montar uma empresa. Quero dar aulas. Quero ter "nome". Mas também quero parar de pensar em trabalho. Quero surtar, jogar tudo pro alto. Quero ir embora de casa, por a mochila nas costas e tchau! Quero viver na praia, ir morar fora, fazer intercâmbio. Quero ficar rica. Mas não quero pensar só em dinheiro. Quero ter saúde. Quero emagrecer, mas quero comer todas as coisas boas que eu quiser. Quero me jogar na balada toda noite. Quero acordar sem olheiras. Quero um namorado, um ficante, um amante, um rolo. Sei lá o que, mas eu quero! Quero não depender de ninguém, mas quero poder ser 'sustentada' pra sempre. Quero um 'amigo gay' full time comigo. Mas quero poder ficar sozinha. Quero ter filhos, desde que eles não me dêem muito trabalho. Quero inglês fluente. Quero aprender por osmose (rs!). Quero um marido parecido com um professor (ou dois? ou três?) meu. Quero casar com um amor de infância. Ou com algum amor platônico. Ou com algum desses dois ou três professores (rs!). Quero clonar pessoas e guardar. Quero alisar o cabelo. Quero acordar de bom humor. Quero mandar em todo mundo. Quero tomar porre. Quero falar bobagens, ser sincera, contar pra todos o que penso das pessoas. Quero ser menos antipática, menos esnobe (eu sei, eu sou). Mas não quero falar com qualquer um. Quero comprar roupas, e muitos scarpins. Quero enjoar e querer sair de Havaianas. Quero dirigir muito rápido e cantar muito alto. Quero ver o pôr-do-sol do meu caminho de volta da faculdade, em todas as minhas voltas pra casa. Quero um apartamento pra eu poder decorar como quiser. Quero poder decidir mais coisas. Quero quebrar a cara, voltar atrás pedir desculpas. Quero estar certa. Quero brigar, depois fazer as pazes. Quero achar que é pra sempre, depois querer terminar. Quero sair com as amigas, tomar cerveja, falar mal de homens. Quero ser menos desnaturada com as amigas. Quero falar menos besteira bêbada. Quero fazer mais besteira bêbada! Quero voltar a nadar, a fazer ginástica, a correr. Quero ser disciplinada, parar de tomar refrigerante, comer bem. Quero parar no tempo. E ao mesmo tempo quero que o tempo voe. Quero parar de ser ansiosa. Quero escrever melhor. Quero ser menos pessimista, menos capricorniana, menos séria. Quero muitas fotos. Quero muitoas risadas, muitas noites em claro. Quero manter as pessoas na minha vida. Quero criar vergonha na cara! Quero tudo!!!Quero parar de querer... começar a ter!!!
Não adianta, a gente sabe quando uma coisa vai dar errado... E quando o negócio começa errado, não tem jeito! Por mais que você se esforce, la no fundo você sabe que não vai adiantar nada, porque VAI DAR ERRADO!
Eu sofro desse 'mal mediúnico', sempre sei quando as coisas não vão dar certo... e mesmo assim, algo me empurra e eu vou! As vezes eu contribuo pra catástrofe, outras até tento consertar... juro, boa vontade eu até tenho... Mas nem tudo é como a gente quer... não sou a mais legal das pessoas, quando o santo não bate... Não bate! Quando não 'é'... Não é!
Quando a gente perde o tesão por algo, melhor procurar outra coisa... melhor mudar o foco, esquecer as cagadas e ir atrás do que interessa...
Então é isso que eu vou atrás!
Eu sofro desse 'mal mediúnico', sempre sei quando as coisas não vão dar certo... e mesmo assim, algo me empurra e eu vou! As vezes eu contribuo pra catástrofe, outras até tento consertar... juro, boa vontade eu até tenho... Mas nem tudo é como a gente quer... não sou a mais legal das pessoas, quando o santo não bate... Não bate! Quando não 'é'... Não é!
Quando a gente perde o tesão por algo, melhor procurar outra coisa... melhor mudar o foco, esquecer as cagadas e ir atrás do que interessa...
Então é isso que eu vou atrás!
10 agosto, 2007
Só um alô
O blogspot andou meio de mal comigo esses dias, não abria o blog, nem o dos outros... quase surtei! Mas tudo bem, afinal eu não andava naquela inspiração toda.
Lá se foi a primeira semana de aulas, tudo bom, tudo bem... estou na pilha de aproveitar esse semestre de 'oba-oba', escrever coisas, fazer projetos, etc... Ainda mais depois de umas e outras aulas com "professores prodígio", rs! Inspira bastante!
Agora trabalhar não tem sido meu barato... não tô sabendo muito bem se ando gostando do que faço, mas tô levando... Como não sei fazer coisa mal feita, tô pelo menos me esforçando... mas ai... será que é isso mesmo!?
Por enquanto 'é o que tem', e fora isso acho que tô finalmente conseguindo parar de perder tempo com as minhas frustrações e com as pessoas que não me retribuem como eu queria (distância bendita!), procurando ficar na correria, fazer curso, ter compromisso, pois é quando eu fico mais feliz... Sofro daquele mal de "mente vazia é oficina do diabo" sabe?!
E vamo levando!!!
Lá se foi a primeira semana de aulas, tudo bom, tudo bem... estou na pilha de aproveitar esse semestre de 'oba-oba', escrever coisas, fazer projetos, etc... Ainda mais depois de umas e outras aulas com "professores prodígio", rs! Inspira bastante!
Agora trabalhar não tem sido meu barato... não tô sabendo muito bem se ando gostando do que faço, mas tô levando... Como não sei fazer coisa mal feita, tô pelo menos me esforçando... mas ai... será que é isso mesmo!?
Por enquanto 'é o que tem', e fora isso acho que tô finalmente conseguindo parar de perder tempo com as minhas frustrações e com as pessoas que não me retribuem como eu queria (distância bendita!), procurando ficar na correria, fazer curso, ter compromisso, pois é quando eu fico mais feliz... Sofro daquele mal de "mente vazia é oficina do diabo" sabe?!
E vamo levando!!!
07 agosto, 2007
Aí é você que reclama demais, exige demais, não dá valor pra nada que tem...
Pelo fato de ter uma casa boa, comida, carro e conseguir "se virar" com o dinheiro todos os meses, a sua obrigação é sorrir nas ruas, cumprimentar todo mundo, e ser MUUUUUIIIITOOOOO feliz, afinal você tem saúde, amigos, casa, comida e roupa lavada! Alguém precisa de mais?!
Claaaaro que o fato de você brigar com sua indisciplina todo dia, não conseguir fazer metade do que pretende, não ter lá tantas pessoas assim te apoiando, não estar muito certa dos rumos que quer dar na vida, depender dos outros quando o que você mais queria era ir embora e tocar a vida sozinha, enfim, esses "detalhezinhos" não te dão o direito de ficar nervosa, brava, triste, brigar, ter tpm, estressar... Imagina, é praticamente um pecado!!! Tem tanta gente que daria tudo pra estar no seu lugar!
Então, pessoas que tem "o básico"... uni-vos!!! Vamos todos sair sorrindo por aí, mostrando como é legal nossa vida e nossa pseudo-felicidade!!! Como somos realizados! Como nos conformamos com o que temos, somente porque temos!
Pelo fato de ter uma casa boa, comida, carro e conseguir "se virar" com o dinheiro todos os meses, a sua obrigação é sorrir nas ruas, cumprimentar todo mundo, e ser MUUUUUIIIITOOOOO feliz, afinal você tem saúde, amigos, casa, comida e roupa lavada! Alguém precisa de mais?!
Claaaaro que o fato de você brigar com sua indisciplina todo dia, não conseguir fazer metade do que pretende, não ter lá tantas pessoas assim te apoiando, não estar muito certa dos rumos que quer dar na vida, depender dos outros quando o que você mais queria era ir embora e tocar a vida sozinha, enfim, esses "detalhezinhos" não te dão o direito de ficar nervosa, brava, triste, brigar, ter tpm, estressar... Imagina, é praticamente um pecado!!! Tem tanta gente que daria tudo pra estar no seu lugar!
Então, pessoas que tem "o básico"... uni-vos!!! Vamos todos sair sorrindo por aí, mostrando como é legal nossa vida e nossa pseudo-felicidade!!! Como somos realizados! Como nos conformamos com o que temos, somente porque temos!
02 agosto, 2007
Suficiente
E aí você percebe que não precisa de muita coisa pra ficar bem...
Dá pra ser feliz tendo dívidas, não sendo correspondida, tendo uma família que te enlouquece, gente que te "apurrinha". Isso tudo faz parte, serve pra deixar os momentos legais com mais valor.
Um cuidado com si própria, uma melhora na auto-estima, mesmo que te custe alguns cheques. Uma compra, que te dá a sensação de "conquista", mesmo que daqui uns dois meses você nem lembre mais. Uma boa amiga, Mc Donalds, umas bobeiras, risadas... a impressão de que você realmente tem alguém pra sempre, por mais que a vida siga caminhos diferentes. Um bom vinho, gente vivida, engraçada e interessante. Ou pelo menos com alguma das três características, rs! Bom papo, boas piadas, risadas verdadeiras. A sensação de esquecer um pouco do "resto da vida", e melhor ainda... a sensação de ser querida por aquelas pessoas. De algum jeito ou de outro, com ou sem intimidade/proximidade, saber que você faz diferença pra elas.
É bom voltar pra casa (mesmo que ouvindo Audioslave e lembrando de quem não precisava), sabendo que alguém ficou feliz por sua causa...
Dá pra ser feliz tendo dívidas, não sendo correspondida, tendo uma família que te enlouquece, gente que te "apurrinha". Isso tudo faz parte, serve pra deixar os momentos legais com mais valor.
Um cuidado com si própria, uma melhora na auto-estima, mesmo que te custe alguns cheques. Uma compra, que te dá a sensação de "conquista", mesmo que daqui uns dois meses você nem lembre mais. Uma boa amiga, Mc Donalds, umas bobeiras, risadas... a impressão de que você realmente tem alguém pra sempre, por mais que a vida siga caminhos diferentes. Um bom vinho, gente vivida, engraçada e interessante. Ou pelo menos com alguma das três características, rs! Bom papo, boas piadas, risadas verdadeiras. A sensação de esquecer um pouco do "resto da vida", e melhor ainda... a sensação de ser querida por aquelas pessoas. De algum jeito ou de outro, com ou sem intimidade/proximidade, saber que você faz diferença pra elas.
É bom voltar pra casa (mesmo que ouvindo Audioslave e lembrando de quem não precisava), sabendo que alguém ficou feliz por sua causa...
26 julho, 2007
Se isso não é amor... o que mais pode ser?
... Já dizia o Jota Quest! Ok, amor é um nome muito pesado pra ser usado, até mesmo por mim, a mais passional, iludida e boba das criaturas. Seria melhor dizer "se isso não é paixonite, o que mais pode ser?", rsrs! Mas ia ficar feio e diferente da música. Enfim.
Mas que diabo de relação é essa? Eu te adoro, a gente conversa, ri, sai, eu te conto coisas que não contaria pra ninguém, ou melhor, só pros amigos gays! Você também me adora, se abre comigo, me diverte, conta seus planos, essas coisas todas que grandes amigos fazem. Mas tanto eu, quanto você, temos outros 'grandes amigos'... e algo de diferente acontece. Não sei bem onde, se no tratamento, se no carinho, se no cuidado... você sabe! Eu tava acostumada a disfarçar esse meu tratamento 'plus' pra você, mas e agora você resolveu fazer também!
Eu não entendo a tal da relação, essa amizade que eu adoro, mas com cuidados de namorado, e intimidade de 'amigo gay' (rs, sou recorrente nesse assunto né?!).
E ainda como diria o Flausino "Estou aprendendo também..."
Mas que diabo de relação é essa? Eu te adoro, a gente conversa, ri, sai, eu te conto coisas que não contaria pra ninguém, ou melhor, só pros amigos gays! Você também me adora, se abre comigo, me diverte, conta seus planos, essas coisas todas que grandes amigos fazem. Mas tanto eu, quanto você, temos outros 'grandes amigos'... e algo de diferente acontece. Não sei bem onde, se no tratamento, se no carinho, se no cuidado... você sabe! Eu tava acostumada a disfarçar esse meu tratamento 'plus' pra você, mas e agora você resolveu fazer também!
Eu não entendo a tal da relação, essa amizade que eu adoro, mas com cuidados de namorado, e intimidade de 'amigo gay' (rs, sou recorrente nesse assunto né?!).
E ainda como diria o Flausino "Estou aprendendo também..."
25 julho, 2007
Passando do prazo
Tava ficando tudo certinho. A nossa distância tava fazendo eu pensar em outras coisas. Aí, só uma história mal colocada, fez com que eu ficasse nervosa de novo, a gente nunca prevê a atitude das pessoas, e as vezes elas podem fod*r tudo sem que a gente possa interferir. Mas quer saber? Eu não quero pensar nisso agora!!! Como diria o Zé Renato e sua sááábia filosofia "Pisou na merda, abre os dedos".
Tem feito um frio do cão, e chovido muito, o suficiente pra me deprimir, mesmo que eu não tivesse motivos... Essa coisa de férias+frio+chuva, na melhor das hipóteses, me rende uns quilos a mais.
Por incrível que pareça, não vejo a hora das férias acabarem. Já fiz uma quantidade razoável das coisas que eu tinha prometido resolver nas férias. Estou feliz, pois a minha 'bad' dos últimos dias está indo embora, estou voltando ao meu normal, vendo as coisas como elas realmente são, sem muita ilusão. Além disso, fiz bons contatos profissionais, e finalmente minha tatuagem, coisa que jurei que não ia deixar passar dessas férias. Ah! E não me 'isolei' das pessoas, como acontecem em algumas férias minhas... vi bastante gente, saí um número considerável de vezes, meus amigos me fizeram muuuuuuuuuuito bem.
Claro, não cumpri tudo que prometi, férias a partir de certo ponto, acabam comigo, pois fico mais preguiçosa e indisciplinada do que ja sou naturalmente, se é que isso é possível! Ou seja, fiz um monte de cagada nesses dias também. Muitas coisas adiadas, muitas fugas... da dieta, das obrigações, etc. Senão não seria eu!
Por isso meu desespero pelo fim das férias!!! Esse tempo de bosta, é um mega fator agravante, pra essa preguiça dominar meu ser, e eu não conseguir mais cumprir obrigação nenhuma! Algo me domina, quando eu vou ver, a merda já tá feita! Chega de férias antes que eu adquira dupla personalidade! E antes que eu perca o emprego, engorde 400kg, seja posta pra fora de casa... porque vontade mesmo... só de comer e dormir! Credo!
Tem feito um frio do cão, e chovido muito, o suficiente pra me deprimir, mesmo que eu não tivesse motivos... Essa coisa de férias+frio+chuva, na melhor das hipóteses, me rende uns quilos a mais.
Por incrível que pareça, não vejo a hora das férias acabarem. Já fiz uma quantidade razoável das coisas que eu tinha prometido resolver nas férias. Estou feliz, pois a minha 'bad' dos últimos dias está indo embora, estou voltando ao meu normal, vendo as coisas como elas realmente são, sem muita ilusão. Além disso, fiz bons contatos profissionais, e finalmente minha tatuagem, coisa que jurei que não ia deixar passar dessas férias. Ah! E não me 'isolei' das pessoas, como acontecem em algumas férias minhas... vi bastante gente, saí um número considerável de vezes, meus amigos me fizeram muuuuuuuuuuito bem.
Claro, não cumpri tudo que prometi, férias a partir de certo ponto, acabam comigo, pois fico mais preguiçosa e indisciplinada do que ja sou naturalmente, se é que isso é possível! Ou seja, fiz um monte de cagada nesses dias também. Muitas coisas adiadas, muitas fugas... da dieta, das obrigações, etc. Senão não seria eu!
Por isso meu desespero pelo fim das férias!!! Esse tempo de bosta, é um mega fator agravante, pra essa preguiça dominar meu ser, e eu não conseguir mais cumprir obrigação nenhuma! Algo me domina, quando eu vou ver, a merda já tá feita! Chega de férias antes que eu adquira dupla personalidade! E antes que eu perca o emprego, engorde 400kg, seja posta pra fora de casa... porque vontade mesmo... só de comer e dormir! Credo!
24 julho, 2007
Antonio Prata
Adoro crônicas, vez ou outra brinco de rascunhar alguma. Mas tô longe de prestar, quem sabe um dia.
Na minha "ronda" diária pelos blogs, cruzei com essa no blog do Antonio Prata (http://blogdoantonioprata.blogspot.com/), ao mesmo tempo tem tudo e nada a ver comigo agora. Mas isso não faz diferença, o que importa é que é bem bacana:
(tem uma muito boa dele no Blônicas hoje, mas resolvi diversificar um pouco a fonte, rsrs!)
O SALTO
(crônica para a revista Capricho)
A gente não tem como saber se vai dar certo. Talvez, lá adiante, haja uma mesa num restaurante, onde você mexerá o suco com o canudo, enquanto eu quebro uns palitos sobre o prato -- pequenas atividades às quais nos dedicaremos com inútil afinco, adiando o momento de dizer o que deve ser dito. Talvez, lá adiante: mas entre o silêncio que pode estar nos esperando então e o presente -- você acabou de sair da minha casa, seu cheiro ainda surge vez ou outra pelo quarto –, quem sabe não seremos felizes? Entre a concretude do beijo de cinco minutos atrás e a premonição do canudo girando no copo pode caber uma vida inteira. Ou duas.
Passos improvisados de tango e risadas, no corredor do meu apartamento. Uma festa cheia de amigos queridos, celebrando alguma coisa que não saberemos direito o que é, mas que deve ser celebrada. Abraços, borrachudos, a primeira visão de seu necessaire (para que tanto creme, meu Deus?!), respirações ofegantes, camarões, cafunés, banhos de mar – você me agarrando com as pernas e tapando o nariz, enquanto subimos e descemos com as ondas -- mãos dadas no cinema, uma poltrona verde e gorda comprada num antiquário, um tatu bola na grama de um sítio, algumas cidades domesticadas sob nossos pés, postais pregados com tachinhas no mural da cozinha e garrafas vazias num canto da área de serviço. Então, numa manhã, enquanto leio o jornal, te verei escovando os dentes e andando pela casa, dessa maneira aplicada e displicente que você tem de escovar os dentes e andar ao mesmo tempo e saberei, com a grandiosa certeza que surge das pequenas descobertas, que sou feliz.
Talvez, céus nublados e pancadas esparsas nos esperem mais adiante. Silêncios onde deveria haver palavras, palavras onde poderia haver carinho, batidas de frente, gritos até. Depois faremos as pazes. Ou não?
Tudo que sabemos agora é que eu te quero, você me quer e temos todo o tempo e o espaço diante de nossos narizes para fazer disso o melhor que pudermos. Se tivermos cuidado e sorte – sobretudo, talvez, sorte -- quem sabe, dê certo? Não é fácil. Tampouco impossível. E se existe essa centelha quase palpável, essa esperança intensa que chamamos de amor, então não há nada mais sensato a fazer do que soltarmos as mãos dos trapézios, perdermos a frágil segurança de nossas solidões e nos enlaçarmos em pleno ar. Talvez nos esborrachemos. Talvez saiamos voando.
Não temos como saber se vai dar certo -- o verdadeiro encontro só se dá ao tirarmos os pés do chão --, mas a vida não tem nenhum sentido se não for para dar o salto.
Na minha "ronda" diária pelos blogs, cruzei com essa no blog do Antonio Prata (http://blogdoantonioprata.blogspot.com/), ao mesmo tempo tem tudo e nada a ver comigo agora. Mas isso não faz diferença, o que importa é que é bem bacana:
(tem uma muito boa dele no Blônicas hoje, mas resolvi diversificar um pouco a fonte, rsrs!)
O SALTO
(crônica para a revista Capricho)
A gente não tem como saber se vai dar certo. Talvez, lá adiante, haja uma mesa num restaurante, onde você mexerá o suco com o canudo, enquanto eu quebro uns palitos sobre o prato -- pequenas atividades às quais nos dedicaremos com inútil afinco, adiando o momento de dizer o que deve ser dito. Talvez, lá adiante: mas entre o silêncio que pode estar nos esperando então e o presente -- você acabou de sair da minha casa, seu cheiro ainda surge vez ou outra pelo quarto –, quem sabe não seremos felizes? Entre a concretude do beijo de cinco minutos atrás e a premonição do canudo girando no copo pode caber uma vida inteira. Ou duas.
Passos improvisados de tango e risadas, no corredor do meu apartamento. Uma festa cheia de amigos queridos, celebrando alguma coisa que não saberemos direito o que é, mas que deve ser celebrada. Abraços, borrachudos, a primeira visão de seu necessaire (para que tanto creme, meu Deus?!), respirações ofegantes, camarões, cafunés, banhos de mar – você me agarrando com as pernas e tapando o nariz, enquanto subimos e descemos com as ondas -- mãos dadas no cinema, uma poltrona verde e gorda comprada num antiquário, um tatu bola na grama de um sítio, algumas cidades domesticadas sob nossos pés, postais pregados com tachinhas no mural da cozinha e garrafas vazias num canto da área de serviço. Então, numa manhã, enquanto leio o jornal, te verei escovando os dentes e andando pela casa, dessa maneira aplicada e displicente que você tem de escovar os dentes e andar ao mesmo tempo e saberei, com a grandiosa certeza que surge das pequenas descobertas, que sou feliz.
Talvez, céus nublados e pancadas esparsas nos esperem mais adiante. Silêncios onde deveria haver palavras, palavras onde poderia haver carinho, batidas de frente, gritos até. Depois faremos as pazes. Ou não?
Tudo que sabemos agora é que eu te quero, você me quer e temos todo o tempo e o espaço diante de nossos narizes para fazer disso o melhor que pudermos. Se tivermos cuidado e sorte – sobretudo, talvez, sorte -- quem sabe, dê certo? Não é fácil. Tampouco impossível. E se existe essa centelha quase palpável, essa esperança intensa que chamamos de amor, então não há nada mais sensato a fazer do que soltarmos as mãos dos trapézios, perdermos a frágil segurança de nossas solidões e nos enlaçarmos em pleno ar. Talvez nos esborrachemos. Talvez saiamos voando.
Não temos como saber se vai dar certo -- o verdadeiro encontro só se dá ao tirarmos os pés do chão --, mas a vida não tem nenhum sentido se não for para dar o salto.
21 julho, 2007
Onde aperta o "off"?
Não ando na melhor das fases.
Estou numas de não conseguir me auto-controlar... uma coisa meio "anjinho X diabinho" falando na minha cabeça. Estabeleço um monte de coisas, e no dia seguinte descubro que não tenho "peito" (trocadilho infame no meu caso, eu sei) ou disposição suficiente pra cumprir as coisas. Mas tá errado! Eu sempre tive! What the hell?
E essa briga de anjo e diabo, que na verdade tá mais pra "Natane 30 anos X Natane 14 anos", deixa um conflito constante de escolha-conseqüência, vontade-responsabilidade e qualquer outra coisa do tipo na minha cabeça. Tem alguma entidade me dominando, pois nem tudo que eu tenho feito é realmente aquilo que eu gostaria/deveria fazer!
Tô louquinha! Me sentindo personagem de filme, aquelas bem problemáticas, que se apaixonam pela pessoa errada, fracassam no trabalho, rompem com a família... Mas no filme, um belo dia aparece um bofe novo, um emprego lindo e uma reconciliação e tudo fica bem.
No meu caso, enquanto eu espero meu bofe e meu emprego, fico louca, tomando atitudes erradas e me culpando depois, comendo igual uma porca, tomando remédio pra emagrecer, e arrasando na insônia... Dormir pra quê?
A cabeça ligadona, as responsabilidades, os erros, as escolhas, sempre devendo algo, sempre em falta com alguém, escolhendo as coisas erradas, as pessoas erradas, o coração descontrolado, a insegurança, a vontade de tomar atitudes, nem sempre a coragem... tô meio surtando, e não consigo nem relaxar um pouco, porque a cabeça simplesmente não para!!!
Aline Durel, eu quero uns 3 Lexotan's...
Estou numas de não conseguir me auto-controlar... uma coisa meio "anjinho X diabinho" falando na minha cabeça. Estabeleço um monte de coisas, e no dia seguinte descubro que não tenho "peito" (trocadilho infame no meu caso, eu sei) ou disposição suficiente pra cumprir as coisas. Mas tá errado! Eu sempre tive! What the hell?
E essa briga de anjo e diabo, que na verdade tá mais pra "Natane 30 anos X Natane 14 anos", deixa um conflito constante de escolha-conseqüência, vontade-responsabilidade e qualquer outra coisa do tipo na minha cabeça. Tem alguma entidade me dominando, pois nem tudo que eu tenho feito é realmente aquilo que eu gostaria/deveria fazer!
Tô louquinha! Me sentindo personagem de filme, aquelas bem problemáticas, que se apaixonam pela pessoa errada, fracassam no trabalho, rompem com a família... Mas no filme, um belo dia aparece um bofe novo, um emprego lindo e uma reconciliação e tudo fica bem.
No meu caso, enquanto eu espero meu bofe e meu emprego, fico louca, tomando atitudes erradas e me culpando depois, comendo igual uma porca, tomando remédio pra emagrecer, e arrasando na insônia... Dormir pra quê?
A cabeça ligadona, as responsabilidades, os erros, as escolhas, sempre devendo algo, sempre em falta com alguém, escolhendo as coisas erradas, as pessoas erradas, o coração descontrolado, a insegurança, a vontade de tomar atitudes, nem sempre a coragem... tô meio surtando, e não consigo nem relaxar um pouco, porque a cabeça simplesmente não para!!!
Aline Durel, eu quero uns 3 Lexotan's...
18 julho, 2007
Estado civil: S-O-L-T-E-I-R-A
Nessa vibe de 'amigos antigos', percebi que 99,9% deles estão namorando. Meus primos todos namoram, sério, aqueles de aaaanos mesmo. Se não namoram, já tiveram algum relacionamento longo. O mesmo vale pros amigos. Sobra um ou dois.
E eu não. Pois é, nunca namorei, nada de compromisso, relacionamento longo, conhecer família, nadinha! Ok, confesso que já quis, mas esse meu dedo podre, escolheu errado; ou o universo nunca conspirou pra que fosse a pessoa certa, no lugar certo, na hora certa; ou eu nunca parei pra pensar com carinho no assunto. Não sei, não tem resposta.
O fato é: depois de algum tempo, as pessoas cobram.
Na família, porque você é a única que nunca levou ninguém pro almoço dominical, porque você está ficando "velha" e não sai da gandaia, porque sua mãe não dorme a noite, achando que você está desprotegida. Seus amigos, saem todos de casalzinho e você lá ou se sujeita a ficar belíssima de 'vela', ou põe seu pijaminha simpático, vê o Jô e dorme. Coisa aliás que tende a aumentar conforme seus amigos acham legal sair de casalzinho, pois não tem graça ir pro fervo sozinha! Aí, você está automaticamente rotulada como 'a encalhada', que só trabalha, ou só estuda, e vai ser assim a vida toda, tadinha... Mas imagina que alguém vai comentar isso né... coitada, vamos abafar o caso. Mas... "a gente podia pensar em alguém pra apresentar pra ela né?Vai que dá certo!"... As pessoas ficam com dó! Pode ter sentimento pior, pode ter frase pior que "Tadinha..."
ODEIO "tadinha..."!!! ODEIO!
A questão é: e se eu não quero namorar? Juro, não quero agora, nem depois, nem daqui a pouco! Óbvio, que falo a curto prazo, não quero morrer sozinha, se bem que sou uma grande companhia a mim mesma, mas quero alguém sim. Mas... NÃO AGORA! Tá tudo bem do jeito que tá, sempre esteve, no geral. Também não estou dizendo que quero ficar largada. É bom alguém, um 'affair', uma ligação de vez em quando, uma pessoa pra pensar, um "belisco", um rolo, um "algo", pra esquentar um pouco a cabeça... e o coração. Mas isso precisa significar um namoro? Desses que todos cobram? De por foto no orkut, ficar babona, apresentar família? Se significar deixa quieto, que eu não quero! Não acho que eu vá ter paciência e tempo pra isso agora, pois tô concentrada em juntar histórias e conselhos do que "não fazer" pros meus netos...
Então, que fique claro, chega de "tadinha", eu QUERO estar solteira! Até que o próximo "amor da minha vida" apareça e me faça mudar de idéia, ok?!
E eu não. Pois é, nunca namorei, nada de compromisso, relacionamento longo, conhecer família, nadinha! Ok, confesso que já quis, mas esse meu dedo podre, escolheu errado; ou o universo nunca conspirou pra que fosse a pessoa certa, no lugar certo, na hora certa; ou eu nunca parei pra pensar com carinho no assunto. Não sei, não tem resposta.
O fato é: depois de algum tempo, as pessoas cobram.
Na família, porque você é a única que nunca levou ninguém pro almoço dominical, porque você está ficando "velha" e não sai da gandaia, porque sua mãe não dorme a noite, achando que você está desprotegida. Seus amigos, saem todos de casalzinho e você lá ou se sujeita a ficar belíssima de 'vela', ou põe seu pijaminha simpático, vê o Jô e dorme. Coisa aliás que tende a aumentar conforme seus amigos acham legal sair de casalzinho, pois não tem graça ir pro fervo sozinha! Aí, você está automaticamente rotulada como 'a encalhada', que só trabalha, ou só estuda, e vai ser assim a vida toda, tadinha... Mas imagina que alguém vai comentar isso né... coitada, vamos abafar o caso. Mas... "a gente podia pensar em alguém pra apresentar pra ela né?Vai que dá certo!"... As pessoas ficam com dó! Pode ter sentimento pior, pode ter frase pior que "Tadinha..."
ODEIO "tadinha..."!!! ODEIO!
A questão é: e se eu não quero namorar? Juro, não quero agora, nem depois, nem daqui a pouco! Óbvio, que falo a curto prazo, não quero morrer sozinha, se bem que sou uma grande companhia a mim mesma, mas quero alguém sim. Mas... NÃO AGORA! Tá tudo bem do jeito que tá, sempre esteve, no geral. Também não estou dizendo que quero ficar largada. É bom alguém, um 'affair', uma ligação de vez em quando, uma pessoa pra pensar, um "belisco", um rolo, um "algo", pra esquentar um pouco a cabeça... e o coração. Mas isso precisa significar um namoro? Desses que todos cobram? De por foto no orkut, ficar babona, apresentar família? Se significar deixa quieto, que eu não quero! Não acho que eu vá ter paciência e tempo pra isso agora, pois tô concentrada em juntar histórias e conselhos do que "não fazer" pros meus netos...
Então, que fique claro, chega de "tadinha", eu QUERO estar solteira! Até que o próximo "amor da minha vida" apareça e me faça mudar de idéia, ok?!
Engraçado demais esse 'trem' de ver a vida de amigos antigos não? Tava aqui, fuçando na vida alheia de gente antiga no orkut... época de colégio.
Loucura né?! Ver pra onde foi, o que virou, o que sobrou de cada um na minha vida. Sinceramente, quase nada além de uma ou duas amizades com contato freqüente até hoje, umas promessas nunca cumpridas de sair pra tomar uma, por o papo em dia, essas coisas...
Tenho boas lembranças do tempo de escola... fiz maternal no Mackenzie (o bom filho a casa torna!), por isso acho engraçado e as vezes até emocionante ver algumas coisas do Campus da faculdade. Outro dia sozinha, quase chorei em pleno banheiro da piscina, lembrando daquela época, hahaha! Mack marcou!!!
Depois, mudei de escola, Pio X, onde fiquei quase até o colegial... Muito tempo, bastante história, as freiras, as professoras, os 'platônicos', a natação... mas pouquíssimas amizades que continuaram. Hoje as vezes encontro algumas pessoas, e me pergunto o que eu tinha na cabeça de ser amiga de gente tão "uó".
Terminei na Fieb, lugar pra onde eu relutei demais pra ir, mas que hoje não me arrependo nadinha vendo o povo do Pio. Jesus me chicoteie! Lá... muuuuuuitas histórias, uma adolescência "bem vivida, bem bebida (rs) e mal dormida", alguns amigos, muitos 'conhecidos', muitos churrasco, alguns porre, muitas risadas. Talvez pela própria fase da vida, tenha sido onde eu mais aproveitei. Outro dia tava comentando, que talvez essa minha 'velhice precoce', seja porque comecei a causar muito novinha, e causei messssmo!!! É a época onde eu mais me culpo de não conservar as amizades. Claro, sempre tem aquelas 3, 4 que você saí as vezes, que entendem do que passa atualmente na sua vida... mas boa parte das pessoas eu "perdi".
E saber como elas andam hoje em dia é muito engraçado. Eu com esse "instinto materno exacerbado", olho e fico tão "Nossa! Como vocês cresceram!!!", parece que só eu posso ficar velha, trabalhar, dirigir, ter responsabilidade, mudar... Eles deviam ser "minhas crianças" pra sempre! Tá errado isso!!! Rs!
Provavelmente ao final da faculdade o mesmo se repita, sobrem só "aquela meia dúzia", se bem que a nossa relação é tão diferente das minhas outras "salas" da vida, que vai saber né... vai que a gente continua namorando pra sempre?! Quarentões, tomando porre em churrasco, seria no mínimo engraçado!!!
Loucura né?! Ver pra onde foi, o que virou, o que sobrou de cada um na minha vida. Sinceramente, quase nada além de uma ou duas amizades com contato freqüente até hoje, umas promessas nunca cumpridas de sair pra tomar uma, por o papo em dia, essas coisas...
Tenho boas lembranças do tempo de escola... fiz maternal no Mackenzie (o bom filho a casa torna!), por isso acho engraçado e as vezes até emocionante ver algumas coisas do Campus da faculdade. Outro dia sozinha, quase chorei em pleno banheiro da piscina, lembrando daquela época, hahaha! Mack marcou!!!
Depois, mudei de escola, Pio X, onde fiquei quase até o colegial... Muito tempo, bastante história, as freiras, as professoras, os 'platônicos', a natação... mas pouquíssimas amizades que continuaram. Hoje as vezes encontro algumas pessoas, e me pergunto o que eu tinha na cabeça de ser amiga de gente tão "uó".
Terminei na Fieb, lugar pra onde eu relutei demais pra ir, mas que hoje não me arrependo nadinha vendo o povo do Pio. Jesus me chicoteie! Lá... muuuuuuitas histórias, uma adolescência "bem vivida, bem bebida (rs) e mal dormida", alguns amigos, muitos 'conhecidos', muitos churrasco, alguns porre, muitas risadas. Talvez pela própria fase da vida, tenha sido onde eu mais aproveitei. Outro dia tava comentando, que talvez essa minha 'velhice precoce', seja porque comecei a causar muito novinha, e causei messssmo!!! É a época onde eu mais me culpo de não conservar as amizades. Claro, sempre tem aquelas 3, 4 que você saí as vezes, que entendem do que passa atualmente na sua vida... mas boa parte das pessoas eu "perdi".
E saber como elas andam hoje em dia é muito engraçado. Eu com esse "instinto materno exacerbado", olho e fico tão "Nossa! Como vocês cresceram!!!", parece que só eu posso ficar velha, trabalhar, dirigir, ter responsabilidade, mudar... Eles deviam ser "minhas crianças" pra sempre! Tá errado isso!!! Rs!
Provavelmente ao final da faculdade o mesmo se repita, sobrem só "aquela meia dúzia", se bem que a nossa relação é tão diferente das minhas outras "salas" da vida, que vai saber né... vai que a gente continua namorando pra sempre?! Quarentões, tomando porre em churrasco, seria no mínimo engraçado!!!
14 julho, 2007
Sexta 13,
Que o blog vai publicar como sábado 14.
Ontem comentaram sobre a cara "confissões de adolescente" que o blog tá ficando, rs! Eu também acho, e de-tes-to. Mas ando com necessidade de desanuviar escrevendo, e sem a menor vontade de gastar neurônios fazendo textos bacanas. Então vão esses com cara de "meu querido diário..." mesmo. É o que tem!
Sexta feira 13. Não que eu seja de acreditar nessas coisas, mas hoje e os dias que antecederam estavam "osso"!!! Aliás, acho que hoje foi só o fechamento de uma seqüência de dias terríveis!
Tô numa puta bad desde a volta do Intermack, com vontade de 'me jogar do trio elétrico' (vide posts bem antigos), sumir, mandar todo mundo à merda, or something like this.
E olha que eu até tentei... tive um surto meio "Cris Nicolloti", e mandei umas coisas tomarem no cú. Assim, tudo muito bem pensado, de maneira que eu pudesse reverter. Coisa que saí correndo e fiz, assim que o surto passou. Sabia! Tem horas que eu detesto me conhecer muito bem. Mas tá certo, fui bela e responsável, e ainda posso tirar proveito disso futuramente.
Pra fechar a semana, acordei "com a macaca", aliás eu diria que acordei com o zoológico todo! Fui a um compromisso que só me fez passar nervoso, e me sentir despreparada, na frente daquele monte de gente formada, com pós, mestrado e o cacete... Mas eles tinham uma cara de "vaso" tão grande, que eu tenho certeza que trabalharia melhor que todos, só por ser um pouquinho mais viva que aquele bando de cones! Eu já tinha brigado em casa, já tava querendo atropelar as pessoas na rua, e me vem com essa? Pelamor!!!
A companhia da Camila aliviou um pouco minha revolta, tanto que ela foi comigo pro meu "ato transgressor" do dia, fazer uma tatuagem!!!!!!!!!!
Fiquei feliz, pois consegui cumprir a auto-promessa que desse mês não passaria. A decisão foi 'na loka', super do nada, mas foi ótimo! Tava adiando demais, e hoje parecia o dia mais que ideal! A dor foi suave, ficou uma graça! Agora estou na espera do quebra pau que vai rolar em casa, pois minha 'patroa' ainda não avistou as minhas três belíssimas estrelinhas!
Ainda assim, não supriu minha necessidade de cometer desvios de conduta, com a intenção de melhorar essa bad... O fim de semana tem churrasco em casa... onde eu pretendo ser normal, e no dia seguinte, uma vontade louca de morder a língua e se deixar influenciar por amigos perdidos, e fazer coisas perdidas...
Ai ai ai, se controla Dona Nat
Ontem comentaram sobre a cara "confissões de adolescente" que o blog tá ficando, rs! Eu também acho, e de-tes-to. Mas ando com necessidade de desanuviar escrevendo, e sem a menor vontade de gastar neurônios fazendo textos bacanas. Então vão esses com cara de "meu querido diário..." mesmo. É o que tem!
Sexta feira 13. Não que eu seja de acreditar nessas coisas, mas hoje e os dias que antecederam estavam "osso"!!! Aliás, acho que hoje foi só o fechamento de uma seqüência de dias terríveis!
Tô numa puta bad desde a volta do Intermack, com vontade de 'me jogar do trio elétrico' (vide posts bem antigos), sumir, mandar todo mundo à merda, or something like this.
E olha que eu até tentei... tive um surto meio "Cris Nicolloti", e mandei umas coisas tomarem no cú. Assim, tudo muito bem pensado, de maneira que eu pudesse reverter. Coisa que saí correndo e fiz, assim que o surto passou. Sabia! Tem horas que eu detesto me conhecer muito bem. Mas tá certo, fui bela e responsável, e ainda posso tirar proveito disso futuramente.
Pra fechar a semana, acordei "com a macaca", aliás eu diria que acordei com o zoológico todo! Fui a um compromisso que só me fez passar nervoso, e me sentir despreparada, na frente daquele monte de gente formada, com pós, mestrado e o cacete... Mas eles tinham uma cara de "vaso" tão grande, que eu tenho certeza que trabalharia melhor que todos, só por ser um pouquinho mais viva que aquele bando de cones! Eu já tinha brigado em casa, já tava querendo atropelar as pessoas na rua, e me vem com essa? Pelamor!!!
A companhia da Camila aliviou um pouco minha revolta, tanto que ela foi comigo pro meu "ato transgressor" do dia, fazer uma tatuagem!!!!!!!!!!
Fiquei feliz, pois consegui cumprir a auto-promessa que desse mês não passaria. A decisão foi 'na loka', super do nada, mas foi ótimo! Tava adiando demais, e hoje parecia o dia mais que ideal! A dor foi suave, ficou uma graça! Agora estou na espera do quebra pau que vai rolar em casa, pois minha 'patroa' ainda não avistou as minhas três belíssimas estrelinhas!
Ainda assim, não supriu minha necessidade de cometer desvios de conduta, com a intenção de melhorar essa bad... O fim de semana tem churrasco em casa... onde eu pretendo ser normal, e no dia seguinte, uma vontade louca de morder a língua e se deixar influenciar por amigos perdidos, e fazer coisas perdidas...
Ai ai ai, se controla Dona Nat
13 julho, 2007
Xico é tudo!!!
UM GAY É TUDO NAS NUESTRAS VIDAS
Nada como um gay nas nossas pobres existências sobre a terra, essa passagenzinha de nada, velho e bom Allan Kardec, meu camarada.
Sim, um gay de verdade, com toda a sua riqueza & almodovares corazones.
Agora falando mais sério ainda: um gay é tudo em nossas pobres & toscas vidas.
Duas ou três coisas que deveríamos saber mesmo sobre eles: toda grande mulher tem um gay como principal e inseparável amigo; festa sem gay não decola, não emplaca, não orna; o mundo sem estas alegres criaturas seria chato pacas.
Festa sem gay não tem liga, nossas mulheres sem eles não são as mesmas malucas.
São sentenças bíblicas. Deveriam constar de lei federal, nas tábuas de Moisés, em todos os testamentos. Você já viu uma festa sem gay animada?
A pista não pega fogo, as mulheres não têm com quem tricotar sobre o modelito da perua de vermelho... Seja forró, o velho e flamejante roque, música eletrônica ou um sambinha esquema novo na laje da gostosa.
Seja em Nova York, Moça Bonita, Crato, Aratama, Floripa, seja ouvindo a Nhocuné Soul na vila homônina da ZL paulistana.
A mesma lição da festa perfeita vale para a amizade das nossas gazelas. Mulher sem um amigo gay nos arredores não tem graça. Com um gay como melhor amigo, ela fica mais inteligente, mais bem-humorada, mas faceira, acerta a roupa que veste, endoida o cabelo pra sair da rotina, melhora tudo, incluindo as filosofias e mumunhas de alcova.
E você, cabrón, enquanto a amada vai ver o filme-cabeça com a biba amiga, ainda pode ficar em casa curtindo tranqüilamente aquele Santos x São Paulo, aquele Sport x Corinthians, aquele Grêmio x Boca, aquele Fla X Galo, aquele Fogão x Goiás, aquele Icasa x Porto pela terceirona...
Ora, nada melhor para nos livrar daquele filme iraniano, paquistanês, taiwanês, tibetano...
Uma beleza, uma mão-na-roda essa parelha. Sem esquecer, claro, que você, cabrón, também terá um grande amigo, normalmente brilhante, para quebrar um pouco a rotina da testosterona à milanesa do boteco, pra sair um pouco daquela prosa oleosa de macho, saco.
E você ainda pode aquendá-lo, vez por outra, com uma graça do tipo “amigo gay para mim é homem eu só... ". Bem, deixa pra lá, meu bom rapaz, vou nessa, valeu, a gente se fala.
www.carapuceiro.zip.net
Nada como um gay nas nossas pobres existências sobre a terra, essa passagenzinha de nada, velho e bom Allan Kardec, meu camarada.
Sim, um gay de verdade, com toda a sua riqueza & almodovares corazones.
Agora falando mais sério ainda: um gay é tudo em nossas pobres & toscas vidas.
Duas ou três coisas que deveríamos saber mesmo sobre eles: toda grande mulher tem um gay como principal e inseparável amigo; festa sem gay não decola, não emplaca, não orna; o mundo sem estas alegres criaturas seria chato pacas.
Festa sem gay não tem liga, nossas mulheres sem eles não são as mesmas malucas.
São sentenças bíblicas. Deveriam constar de lei federal, nas tábuas de Moisés, em todos os testamentos. Você já viu uma festa sem gay animada?
A pista não pega fogo, as mulheres não têm com quem tricotar sobre o modelito da perua de vermelho... Seja forró, o velho e flamejante roque, música eletrônica ou um sambinha esquema novo na laje da gostosa.
Seja em Nova York, Moça Bonita, Crato, Aratama, Floripa, seja ouvindo a Nhocuné Soul na vila homônina da ZL paulistana.
A mesma lição da festa perfeita vale para a amizade das nossas gazelas. Mulher sem um amigo gay nos arredores não tem graça. Com um gay como melhor amigo, ela fica mais inteligente, mais bem-humorada, mas faceira, acerta a roupa que veste, endoida o cabelo pra sair da rotina, melhora tudo, incluindo as filosofias e mumunhas de alcova.
E você, cabrón, enquanto a amada vai ver o filme-cabeça com a biba amiga, ainda pode ficar em casa curtindo tranqüilamente aquele Santos x São Paulo, aquele Sport x Corinthians, aquele Grêmio x Boca, aquele Fla X Galo, aquele Fogão x Goiás, aquele Icasa x Porto pela terceirona...
Ora, nada melhor para nos livrar daquele filme iraniano, paquistanês, taiwanês, tibetano...
Uma beleza, uma mão-na-roda essa parelha. Sem esquecer, claro, que você, cabrón, também terá um grande amigo, normalmente brilhante, para quebrar um pouco a rotina da testosterona à milanesa do boteco, pra sair um pouco daquela prosa oleosa de macho, saco.
E você ainda pode aquendá-lo, vez por outra, com uma graça do tipo “amigo gay para mim é homem eu só... ". Bem, deixa pra lá, meu bom rapaz, vou nessa, valeu, a gente se fala.
www.carapuceiro.zip.net
11 julho, 2007
Parabéns!
Seus planos estão dando certo!
Sim, porque eu sei que mesmo sem saber, você tem planos maléficos no seu sub-consciente, de tentar me enlouquecer, confundir minha cabeça, embaralhar meus sentimentos... Muito bom! Está conseguindo!!!
Eu não sei mais se quero ficar perto ou longe de você, se quero ser sua amiga, se quero te pedir em casamento. Você tem o dom de me fazer sentir amor e ódio ao mesmo tempo, alternar momentos em que te vejo como irmão e momentos onde quero te atacar loucamente.
Realmente tem horas que a gente tem tudo a ver... gostamos das mesmas coisas, temos os mesmos objetivos, histórias parecidas, histórias em comum, coincidências das mais variadas... até detestamos as mesmas coisas! As nossas conversas são boas e longas, damos muita risada juntos.
Quem vê de fora, acha a gente perfeito! Tem horas que eu também acho... Começo a imaginar como seria... Depois, acho melhor não, afinal é tão legal do jeito que é, que poderia estragar tudo depois. Gosto das coisas como são, me divirto pelo menos, e sei que você também gosta. É legal se sentir querida.
Suas atitudes me confundem, me fazem as vezes que é sério, que é coisa da minha cabeça, que é tesão, que é brincadeira sua, que é pra sempre... cada hora uma coisa. Você poderia ser mais claro não? Mas acho que você vê graça exatamente nisso, em jogar comigo...
O que me fod* é gostar demais de você, não no sentido 'homem e mulher' da coisa, mas de você como amigo, como pessoa. Não quero correr o risco de ter ver longe, independente do "cargo" que você tenha na minha vida. Isso causa essa confusão mental toda... esse medo de fazer alguma cagada que possa te afastar, junto com esse seu "morde-assopra" comigo, estão indo direto ao objetivo: me deixar louca!
Eu me conheço, e sei que essa 'mini-bad' toda vai passar logo, é só uma crise e vamos continuar nesse chove não molha divertido que sempre foi... o importante é você perto.
Sim, porque eu sei que mesmo sem saber, você tem planos maléficos no seu sub-consciente, de tentar me enlouquecer, confundir minha cabeça, embaralhar meus sentimentos... Muito bom! Está conseguindo!!!
Eu não sei mais se quero ficar perto ou longe de você, se quero ser sua amiga, se quero te pedir em casamento. Você tem o dom de me fazer sentir amor e ódio ao mesmo tempo, alternar momentos em que te vejo como irmão e momentos onde quero te atacar loucamente.
Realmente tem horas que a gente tem tudo a ver... gostamos das mesmas coisas, temos os mesmos objetivos, histórias parecidas, histórias em comum, coincidências das mais variadas... até detestamos as mesmas coisas! As nossas conversas são boas e longas, damos muita risada juntos.
Quem vê de fora, acha a gente perfeito! Tem horas que eu também acho... Começo a imaginar como seria... Depois, acho melhor não, afinal é tão legal do jeito que é, que poderia estragar tudo depois. Gosto das coisas como são, me divirto pelo menos, e sei que você também gosta. É legal se sentir querida.
Suas atitudes me confundem, me fazem as vezes que é sério, que é coisa da minha cabeça, que é tesão, que é brincadeira sua, que é pra sempre... cada hora uma coisa. Você poderia ser mais claro não? Mas acho que você vê graça exatamente nisso, em jogar comigo...
O que me fod* é gostar demais de você, não no sentido 'homem e mulher' da coisa, mas de você como amigo, como pessoa. Não quero correr o risco de ter ver longe, independente do "cargo" que você tenha na minha vida. Isso causa essa confusão mental toda... esse medo de fazer alguma cagada que possa te afastar, junto com esse seu "morde-assopra" comigo, estão indo direto ao objetivo: me deixar louca!
Eu me conheço, e sei que essa 'mini-bad' toda vai passar logo, é só uma crise e vamos continuar nesse chove não molha divertido que sempre foi... o importante é você perto.
Feriadinho mackenzista, viagem, jogos de faculdade.
Foi ótimo, tô ficando meio velha pra esse negócio de causar muito, tomar muito porre tudo e tal.
Mas a vibe que eu tava também era bem gostosinha. Grandes amigos, boas risadas, conversas como 'amigos de longa data', um empréstimo fabuloso de colchão, alergia, cerveja, tpm, caminhadas pra comer, mais risadas, táxis, baladinha, cervejada, música, sono atrasado, voz rouca hoje, alguns dias 'desligada'... foi tudo muito bem. Apenas alguns momentos de confusão mental, graças á uma puta amizade, que é boa, mas me dá ódio as vezes. Bom, isso não vem ao caso...
Agora é hora de voltar, programar a diversão nas férias, e correr atras das coisas. Alguns projetos, e uma luta contra a preguiça... trabalhar é preciso!!!
Foi ótimo, tô ficando meio velha pra esse negócio de causar muito, tomar muito porre tudo e tal.
Mas a vibe que eu tava também era bem gostosinha. Grandes amigos, boas risadas, conversas como 'amigos de longa data', um empréstimo fabuloso de colchão, alergia, cerveja, tpm, caminhadas pra comer, mais risadas, táxis, baladinha, cervejada, música, sono atrasado, voz rouca hoje, alguns dias 'desligada'... foi tudo muito bem. Apenas alguns momentos de confusão mental, graças á uma puta amizade, que é boa, mas me dá ódio as vezes. Bom, isso não vem ao caso...
Agora é hora de voltar, programar a diversão nas férias, e correr atras das coisas. Alguns projetos, e uma luta contra a preguiça... trabalhar é preciso!!!
04 julho, 2007
5 anos...
Dia 5, 5 anos...
Na verdade não lembro muito bem da noite do dia 4 de julho de 2002... lembro sim da manhã... eu tinha acabado de voltar de férias, minha mãe estava quase boa da cirurgia... tava tudo aparentemente bem. E de repente eu me vi na sala de espera de um hospital, meio de pijama ainda, de óculos escuros marrom, chorando... chorando muito. Sou péssima pra essas coisas de doença na família... sempre procurei fugir, e voltar só quando estivesse tudo bem. Mas daquela vez não dava... as coisas aconteceram em cima de mim, literalmente. Acho que chorei tanto durante o dia, que a noite minha memória deletou. Provavelmente eu dormi na casa da minha tia, com a Camila, minha prima, fiel escudeira e sempre minha distração nesses momentos fodas...
O dia 5 eu lembro quase tudo... visitamo-os de manhã... foi uma sensação estranha, tava feio de olhar. Saí literalmente sem saber o que achava melhor. Fomos pra casa da minha avó, almoçamos. Logo após, a gente ainda tava na mesa, tocou o telefone. Aí nem precisava muita explicação, era tão óbvia aquela ligação... Parece que tava só esperando a nossa visita de manhã. Saí na área da casa, sentei, e fazer o quê? E pensar o quê? Dessa parte em diante tem um pequeno "apagão", rs. Depois lembro da lanchonete do hospital, e eu ligando pra Lays pra avisar, mas ela não estava, lembro do carro da minha tia, no caminho pro cemitério, lembro da minha indignação (¬¬) ao ser perguntada se queria escolher caixão (pode?!!!), lembro do único momento que vi a Camila chorar por algo realmente relevante, lembro do nosso diálogo tão sincero, tão cúmplice... Acho que de alguma forma ela o tinha como pai também, afinal, era seu padrinho. Lembro da noite mal dormida, o único momento que eu realmente desabei, sozinha (claro, rs, senão não seria eu). O dia 6 também tenho algumas "fotos" na memória... a ligação da Lays, a minha tia semi-desmaiando (ai... que uó! ¬¬), eu me mantendo afastada o máximo possível do velório, indo me distrair com pessoas engraçadas, o enterro em si, que vi sozinha e meio de longe... As coisas que uma amiga espírita disse, no único momento que me aproximei, e me arrancam lágrimas até hoje, aquilo foi a sensação mais louca de toda a minha vida, porque só nós três (eu, ele e minha mãe) sabíamos daquilo que ela falava... e só!
Não lembro nada sobre a minha mãe, não faço idéia de como foram esses dias pra ela... Quanto a mim, me orgulho da minha postura na época, e até hoje... Acho que nunca "sofriiiiiii", sabe? Porque sei que no fundo as coisas aconteceram da maneira certa, sei que talvez o sofrimento fosse muito maior se ele estivesse aqui agora, pois as coisas estariam muuuuuito diferentes da minha atual realidade. Me orgulho da força que tive e tenho, e de toda a maturidade que ganhei com isso tudo...
Sei também que ele se orgulha da minha postura também, afinal, alguém que lutou a vida toda pra me dar tudo e me ver feliz, não ia curtir ver meu sofrimento logo por sua causa! Além do mais, esse negócio de ser forte, e só fraquejar sozinha nas noites de insônia é hereditário, né?!
E assim completam 5 anos... que as vezes parecem ter passado rápido, as vezes parecem ser 10, 20, 50... e a saudade sempre bate, mas a vida continua.
Na verdade não lembro muito bem da noite do dia 4 de julho de 2002... lembro sim da manhã... eu tinha acabado de voltar de férias, minha mãe estava quase boa da cirurgia... tava tudo aparentemente bem. E de repente eu me vi na sala de espera de um hospital, meio de pijama ainda, de óculos escuros marrom, chorando... chorando muito. Sou péssima pra essas coisas de doença na família... sempre procurei fugir, e voltar só quando estivesse tudo bem. Mas daquela vez não dava... as coisas aconteceram em cima de mim, literalmente. Acho que chorei tanto durante o dia, que a noite minha memória deletou. Provavelmente eu dormi na casa da minha tia, com a Camila, minha prima, fiel escudeira e sempre minha distração nesses momentos fodas...
O dia 5 eu lembro quase tudo... visitamo-os de manhã... foi uma sensação estranha, tava feio de olhar. Saí literalmente sem saber o que achava melhor. Fomos pra casa da minha avó, almoçamos. Logo após, a gente ainda tava na mesa, tocou o telefone. Aí nem precisava muita explicação, era tão óbvia aquela ligação... Parece que tava só esperando a nossa visita de manhã. Saí na área da casa, sentei, e fazer o quê? E pensar o quê? Dessa parte em diante tem um pequeno "apagão", rs. Depois lembro da lanchonete do hospital, e eu ligando pra Lays pra avisar, mas ela não estava, lembro do carro da minha tia, no caminho pro cemitério, lembro da minha indignação (¬¬) ao ser perguntada se queria escolher caixão (pode?!!!), lembro do único momento que vi a Camila chorar por algo realmente relevante, lembro do nosso diálogo tão sincero, tão cúmplice... Acho que de alguma forma ela o tinha como pai também, afinal, era seu padrinho. Lembro da noite mal dormida, o único momento que eu realmente desabei, sozinha (claro, rs, senão não seria eu). O dia 6 também tenho algumas "fotos" na memória... a ligação da Lays, a minha tia semi-desmaiando (ai... que uó! ¬¬), eu me mantendo afastada o máximo possível do velório, indo me distrair com pessoas engraçadas, o enterro em si, que vi sozinha e meio de longe... As coisas que uma amiga espírita disse, no único momento que me aproximei, e me arrancam lágrimas até hoje, aquilo foi a sensação mais louca de toda a minha vida, porque só nós três (eu, ele e minha mãe) sabíamos daquilo que ela falava... e só!
Não lembro nada sobre a minha mãe, não faço idéia de como foram esses dias pra ela... Quanto a mim, me orgulho da minha postura na época, e até hoje... Acho que nunca "sofriiiiiii", sabe? Porque sei que no fundo as coisas aconteceram da maneira certa, sei que talvez o sofrimento fosse muito maior se ele estivesse aqui agora, pois as coisas estariam muuuuuito diferentes da minha atual realidade. Me orgulho da força que tive e tenho, e de toda a maturidade que ganhei com isso tudo...
Sei também que ele se orgulha da minha postura também, afinal, alguém que lutou a vida toda pra me dar tudo e me ver feliz, não ia curtir ver meu sofrimento logo por sua causa! Além do mais, esse negócio de ser forte, e só fraquejar sozinha nas noites de insônia é hereditário, né?!
E assim completam 5 anos... que as vezes parecem ter passado rápido, as vezes parecem ser 10, 20, 50... e a saudade sempre bate, mas a vida continua.
03 julho, 2007
Pit Stop
Essa semana é aquela de reorganizar as coisas, por o sono em dia, pra continuar a pauleira...
Fim de semana foi bem legal, bem dentro do esperado. Sexta ótima pizza, com ótimos amigos, e um novidade surpreendente... Mas que confirma a tradição de que 'o proibido é mais gostoso'... agora que tá "permitido" eu tô meio desencantada... Mas o futuro a Deus pertence!!!
Sábado e domingo de trabalho louuuuco no WS, ninguém subiu e desceu tanto a rampa daquele ginásio como eu!!! Haja perna! Haja número pra contar aquele tanto de gente! Mas foi um evento lindo, e tem um grande valor "emocional" pra mim... Fora que é ótimo, porque a gente mata saudades de um monte de gente querida... E eu me divirto horrores com os meninos, dormimos todos juntos (ou melhor, eles dormem e roncam, eu fico acordada), rimos, aproveitamos, afinal é só de 3 em 3 meses...
Mas cansou hein?! Me dei o direito de dormir o dia todo ontem, estou nova... agora planejando a viagem do feriado, que vai ser só fervo também! Rezando pra que eu não esqueça de levar minha compostura na mala, e use-a lá!!!
Assim, os dias passam mais rápido, eu continuo fazendo cara de paisagem pros problemas e pras encheções de saco que rodeiam o meu dia-a-dia... TÔ BOA!
Fim de semana foi bem legal, bem dentro do esperado. Sexta ótima pizza, com ótimos amigos, e um novidade surpreendente... Mas que confirma a tradição de que 'o proibido é mais gostoso'... agora que tá "permitido" eu tô meio desencantada... Mas o futuro a Deus pertence!!!
Sábado e domingo de trabalho louuuuco no WS, ninguém subiu e desceu tanto a rampa daquele ginásio como eu!!! Haja perna! Haja número pra contar aquele tanto de gente! Mas foi um evento lindo, e tem um grande valor "emocional" pra mim... Fora que é ótimo, porque a gente mata saudades de um monte de gente querida... E eu me divirto horrores com os meninos, dormimos todos juntos (ou melhor, eles dormem e roncam, eu fico acordada), rimos, aproveitamos, afinal é só de 3 em 3 meses...
Mas cansou hein?! Me dei o direito de dormir o dia todo ontem, estou nova... agora planejando a viagem do feriado, que vai ser só fervo também! Rezando pra que eu não esqueça de levar minha compostura na mala, e use-a lá!!!
Assim, os dias passam mais rápido, eu continuo fazendo cara de paisagem pros problemas e pras encheções de saco que rodeiam o meu dia-a-dia... TÔ BOA!
26 junho, 2007
Animação!
Sim, estou empolgada! Dias legais possivelmente legais se aproximando!
Eu fico extremamente ansiosa, planejando tudo, arrumando, correndo atrás, é legal! Talvez na hora H as coisas nem sejam tão boas, ou não aconteçam como planejado. Mas esse clima de preparação é gostoso... Dá pra 'tapear' o ócio de férias desempregada...
Dá também pra abafar os problemas e ficar bem. Estou feliz esses dias... fazendo questão de ignorar o que me chateia, e sem a menor paciência de escutar problemas alheios... Aliás, acho isso um defeito em mim, me torna uma amiga nem tão boa... mas eu não dou trabalho pra quase ninguém... por isso não quero trabalho pra mim, certo?!
De resto, ainda tô brigando com a minha indisciplina, meu sono, minha fome, minha preguiça... mas não está mais me chateando tanto... tô naquela fase "o importante é ter saúde", sabe? Pelo menos até a próxima Tpm chegar, rs!
Eu fico extremamente ansiosa, planejando tudo, arrumando, correndo atrás, é legal! Talvez na hora H as coisas nem sejam tão boas, ou não aconteçam como planejado. Mas esse clima de preparação é gostoso... Dá pra 'tapear' o ócio de férias desempregada...
Dá também pra abafar os problemas e ficar bem. Estou feliz esses dias... fazendo questão de ignorar o que me chateia, e sem a menor paciência de escutar problemas alheios... Aliás, acho isso um defeito em mim, me torna uma amiga nem tão boa... mas eu não dou trabalho pra quase ninguém... por isso não quero trabalho pra mim, certo?!
De resto, ainda tô brigando com a minha indisciplina, meu sono, minha fome, minha preguiça... mas não está mais me chateando tanto... tô naquela fase "o importante é ter saúde", sabe? Pelo menos até a próxima Tpm chegar, rs!
24 junho, 2007
Strange feeling
Sempre tem algum momento, onde nos vemos obrigados a presenciar cenas chatas. Não dá pra fechar o olho na hora, esperar passar pra abrir de novo. Tem horas que tem que segurar "no carão", e fingir que tá tudo ótimo, que é super normal, que é lindo! Não, não é...
Mas nesse caso, nem chega a ser o fim do mundo, afinal, já era esperado o fatídico encontro alguma hora. É "normal", mas vamos combinar que tá longe de ser bacana... Pra quem vê, pelo menos, pro protagonista está tudo ótimo aparentemente.
Você está linda, com aquela cara de "fico feliz de ter ver feliz" ou então de "nem lembro o que houve"... - tá você realmente não lembra muito, mas ainda ficou um pouquinho - mas no fundo, rola aquela coceirinha de incomodo...
Mas melhor ser a favor da política da boa vizinhança... ahasar na amizade... a gente nunca sabe o dia de amanhã!
Mas nesse caso, nem chega a ser o fim do mundo, afinal, já era esperado o fatídico encontro alguma hora. É "normal", mas vamos combinar que tá longe de ser bacana... Pra quem vê, pelo menos, pro protagonista está tudo ótimo aparentemente.
Você está linda, com aquela cara de "fico feliz de ter ver feliz" ou então de "nem lembro o que houve"... - tá você realmente não lembra muito, mas ainda ficou um pouquinho - mas no fundo, rola aquela coceirinha de incomodo...
Mas melhor ser a favor da política da boa vizinhança... ahasar na amizade... a gente nunca sabe o dia de amanhã!
23 junho, 2007
Mini-flashback
Me senti hoje fazendo mini flashback's, como diriam "Os Normais"... Frenqüentar lugares que ia na adolescência (eu sei, não faz tanto tempo, mas é que eu era precoce e comecei cedo), é uma experiência muito louca após uns anos....
Eu, com a minha velhice e meu instinto materno precoces, me sinto a perfeita "tia" vendo a galera que eu via tão novinha, tão mudada, ou tão igual... Aquele grupinho de amigas fofoqueiras que continua, aquele amigo que era chatão e virou o maior gato, aquele que era vagabundo e agora é nerd, aquele que você não apostava muita coisa e hoje mora na Europa, aquele que era cdf e hoje virou maconheiro, e por aí vai...
Essa sensação louca, de tudo tão igual e tão diferente ao mesmo tempo. Alguns reecontros são bem vindos, outros faço questão de fazer cara de paisagem e fingir que nem conheço. E Alphacity é sempre Alphacity. A mulecada tem a mesma cara, a cada "galera" que passa. É engraçado de olhar os 13, 14 anos, e lembrar de mim. É tão recente, mas nesse tempo amadureci tão bruscamente, que parece que tenho uns 30 e tô lembrando de mim há quinze anos.
Aquele clima de "amigas antigas" foi muito bacana... dá segurança saber que não é preciso o "todo-dia", pra que os laços continuem fortes. As coisas acontecem, vem e vão, pro bem e pro mal, mas nós seguimos nos conhecendo só de olhar.
Ah sim! O amor da adolescência... nossa, que loucura ver de novo! Sim, porque foi platônico, como tantos... ou melhor, foi frustrado! Mas olhando hoje, era muita pretensão minha querer que funcionasse, naqueles tempos de 'gata borralheira'. Eu sempre fui pretensiosa, e boa parte das portadas que levei na cara foram por isso. Mas não aprendo.
Enfim, de fato na época, a diferença de idade pesava, eu tava na fase do patinho feio, e era mesmo muita, mas muuuuita pretensão achar que haveria chance. Acho que foi meu primeiro pé na bunda assim, digamos... concreto, que eu me recorde. Reencontrar após tanto tempo e tanta coisa, é no mínimo interessante. Perceber o meu "semi-bom gosto" é legal, entender o tamanho da pretensão na época me conforta, e ver que hoje em dia o cenário é diferente também é ótimo. Me acho muito longe da transição "gata borralheira-cinderela", mas agora sei o quanto de areia cabe no meu caminhão. Antes diferença de idade era pretensão, agora é necessidade. E é possível notar isso. Enfim... voltei pra casa mexida, não sei bem como, nem porquê. Mas não é ruim a sensação, esperemos até o próximo mini-flashback para saber a definição!
Eu, com a minha velhice e meu instinto materno precoces, me sinto a perfeita "tia" vendo a galera que eu via tão novinha, tão mudada, ou tão igual... Aquele grupinho de amigas fofoqueiras que continua, aquele amigo que era chatão e virou o maior gato, aquele que era vagabundo e agora é nerd, aquele que você não apostava muita coisa e hoje mora na Europa, aquele que era cdf e hoje virou maconheiro, e por aí vai...
Essa sensação louca, de tudo tão igual e tão diferente ao mesmo tempo. Alguns reecontros são bem vindos, outros faço questão de fazer cara de paisagem e fingir que nem conheço. E Alphacity é sempre Alphacity. A mulecada tem a mesma cara, a cada "galera" que passa. É engraçado de olhar os 13, 14 anos, e lembrar de mim. É tão recente, mas nesse tempo amadureci tão bruscamente, que parece que tenho uns 30 e tô lembrando de mim há quinze anos.
Aquele clima de "amigas antigas" foi muito bacana... dá segurança saber que não é preciso o "todo-dia", pra que os laços continuem fortes. As coisas acontecem, vem e vão, pro bem e pro mal, mas nós seguimos nos conhecendo só de olhar.
Ah sim! O amor da adolescência... nossa, que loucura ver de novo! Sim, porque foi platônico, como tantos... ou melhor, foi frustrado! Mas olhando hoje, era muita pretensão minha querer que funcionasse, naqueles tempos de 'gata borralheira'. Eu sempre fui pretensiosa, e boa parte das portadas que levei na cara foram por isso. Mas não aprendo.
Enfim, de fato na época, a diferença de idade pesava, eu tava na fase do patinho feio, e era mesmo muita, mas muuuuita pretensão achar que haveria chance. Acho que foi meu primeiro pé na bunda assim, digamos... concreto, que eu me recorde. Reencontrar após tanto tempo e tanta coisa, é no mínimo interessante. Perceber o meu "semi-bom gosto" é legal, entender o tamanho da pretensão na época me conforta, e ver que hoje em dia o cenário é diferente também é ótimo. Me acho muito longe da transição "gata borralheira-cinderela", mas agora sei o quanto de areia cabe no meu caminhão. Antes diferença de idade era pretensão, agora é necessidade. E é possível notar isso. Enfim... voltei pra casa mexida, não sei bem como, nem porquê. Mas não é ruim a sensação, esperemos até o próximo mini-flashback para saber a definição!
19 junho, 2007
Lá se vai mais um...
Minha vida ultimamente é dividida em semestres... e um já está na beira do precipício, logo mais acaba. Ontem, em mais uma noite de insônia, fiz aquela retrospectiva básica de sempre...
Foi um semestre "de férias", bem divertido... no geral, cumpri a minha promessa de aproveitar e pensar na "vida real" outra hora...
Na faculdade, fiz o suficiente. Passei longe de fazer o meu máximo, mas a intenção era essa, acho eu...
Agora vivo aquele momento "pré-férias" que a gente faz mil planos pra fazer em um mês, mas eu quero fazer tudo em uma semana, rs! Só que a falta de disciplina que reinou nos últimos tempos, e continua aqui, briga com a minha ansiedade de querer resolver tudo, e o tempo vai passando... Quer apostar quanto, que as férias vão terminar, eu vou passar um mês e meio a toa, e não vou resolver metade das coisas que eu quero?!!?!
É duro quando a gente se conhece né?!
Foi um semestre "de férias", bem divertido... no geral, cumpri a minha promessa de aproveitar e pensar na "vida real" outra hora...
Na faculdade, fiz o suficiente. Passei longe de fazer o meu máximo, mas a intenção era essa, acho eu...
Agora vivo aquele momento "pré-férias" que a gente faz mil planos pra fazer em um mês, mas eu quero fazer tudo em uma semana, rs! Só que a falta de disciplina que reinou nos últimos tempos, e continua aqui, briga com a minha ansiedade de querer resolver tudo, e o tempo vai passando... Quer apostar quanto, que as férias vão terminar, eu vou passar um mês e meio a toa, e não vou resolver metade das coisas que eu quero?!!?!
É duro quando a gente se conhece né?!
14 junho, 2007
Mesmo em meio a provas, falta de grana, ressaca moral e tudo mais que seja, está tudo dentro dos conformes...
Esse clima de fim de provas me lembra que vou passar um mês provavelmente no puro ócio (odeio isso), mas tenho que admitir que dá um certo alívio... Principalmente quando sair minha nota de fisiologia, rs! Já estou naqueles dias onde todos os neurônios foram gastos, faltam duas horas pra minha próxima prova, e eu não tenho condições psicológicas nem de olhar a matéria...
O problema da ressaca moral já foi devidamente enterrado, afinal o que eu iria contar pros netos, não fossem as minhas super cagadas? Não resisti só fazendo cara de "não lembro" e me redimi do pecado, e fui perdoada, até a página dois pelo menos. Mas o que vale é a intenção, então é um peso a menos nas minhas costas...
A tpm já passou, o mundo não é mais uma merda, é só algo não muito agradável, mas que eu tento ignorar o tempo todo, muitas vezes com êxito.
De resto, fico aqui com minhas frustrações culturais e profissionais à respeito de tanta coisa que eu queria fazer, aprender, trabalhar... mas meu fator financeiro ou qualquer outra coisa que o valha, não permite... Essa coisa de ter outras obrigações e por isso ter que "esconder" os meus objetivos, pra usar só quando der tempo, realmente me frustra... mas acho que deve ser à mim e a torcida do Flamengo né?
Uma hora a coisa dá certo... aaaaaaaaaaaaah dá!
Esse clima de fim de provas me lembra que vou passar um mês provavelmente no puro ócio (odeio isso), mas tenho que admitir que dá um certo alívio... Principalmente quando sair minha nota de fisiologia, rs! Já estou naqueles dias onde todos os neurônios foram gastos, faltam duas horas pra minha próxima prova, e eu não tenho condições psicológicas nem de olhar a matéria...
O problema da ressaca moral já foi devidamente enterrado, afinal o que eu iria contar pros netos, não fossem as minhas super cagadas? Não resisti só fazendo cara de "não lembro" e me redimi do pecado, e fui perdoada, até a página dois pelo menos. Mas o que vale é a intenção, então é um peso a menos nas minhas costas...
A tpm já passou, o mundo não é mais uma merda, é só algo não muito agradável, mas que eu tento ignorar o tempo todo, muitas vezes com êxito.
De resto, fico aqui com minhas frustrações culturais e profissionais à respeito de tanta coisa que eu queria fazer, aprender, trabalhar... mas meu fator financeiro ou qualquer outra coisa que o valha, não permite... Essa coisa de ter outras obrigações e por isso ter que "esconder" os meus objetivos, pra usar só quando der tempo, realmente me frustra... mas acho que deve ser à mim e a torcida do Flamengo né?
Uma hora a coisa dá certo... aaaaaaaaaaaaah dá!
12 junho, 2007
Valentines
Minha opinião sobre o dia dos namorados é mais ou menos as mesma que sobre dia das mães, pais, mulher, criança... Se você ama alguém, todo dia é dia... odeio obrigação de presentear, ser legal, carinhosa... essas coisas acontecem quando dá vontade! Não num dia específico onde todo mundo ganha presente e não briga... me soa falso. Mas deixa pra lá, pra não parecer desculpa de mulher solteira em pleno dia dos namorados... Bom proveito pra quem namora!!!
Pra mim, que ganhei uma caixa de bombons da mamy (fofa né? meu pai sempre me deu quando criança, rs!), é mais um dia normal, de prova de vôlei, e uma noite que provavelmente passarei em claro............... por causa da Fisiologia de amanhã... belo motivo!
Feliz dia da prova de vôlei e da caixa de chocolates!
Pra mim, que ganhei uma caixa de bombons da mamy (fofa né? meu pai sempre me deu quando criança, rs!), é mais um dia normal, de prova de vôlei, e uma noite que provavelmente passarei em claro............... por causa da Fisiologia de amanhã... belo motivo!
Feliz dia da prova de vôlei e da caixa de chocolates!
09 junho, 2007
Mais uma do Blonicas...
Cada vez que visito esse blog, encontro algo que gostaria de ter escrito... nesse dia de ressaca moral... outro texto que diz muito, esse é do Henrique Szklo:
Sinto que perdi o rumo de minha vida para sempre. Não há como recuperá-lo. Não há retorno. Não tem um trevo lá na frente onde eu possa pegar o caminho de volta e descobrir o exato momento onde eu estraguei tudo. O que está feito está feito.E a pergunta que me surge agora é: o que fazer? Se estou no caminho errado eu devo continuar em frente ou parar de vez? Para piorar, o que significa continuar e o que significa parar ainda são incógnitas para mim. Por enquanto gasto meu tempo apenas lamentando as escolhas que fiz no passado. Mesmo sem saber qual delas exatamente me tirou do caminho. Não importa. E o pior de tudo é que nem a consciência desta situação está me preocupando. Parece que a coisa que eu mais temia na vida aconteceu: desisti de lutar. Perdeu-se em algum lugar no passado recente aquela chama que me fazia espernear a cada obstáculo. O choque elétrico já não me faz gritar, apenas me provoca uma dormência momentânea. Tenho a sensação agora de que nada é necessário, nada é imprescindível, nada tem importância. Deixa a vida me levar, vida leva eu. Não tenho mais motivação para criar. Pra quê criar? Como diria a minha mãe, que vantagem Maria leva? Tanto faz. Se eu fizer ou deixar de fazer a vida vai continuar igual. Meus impulsos naturais para o trabalho criativo sempre foram a minha vaidade intelectual e uma certa vontade de ser celebridade. Agora que não reconheço em mim nem uma coisa nem outra, ficou difícil manter o interesse num assunto que só traz inseguranças e dúvidas. Lamentavelmente sinto que o bambu quebrou. Acostumado a viver vergado, tinha a sensação de que isso nunca iria acontecer. Que eu sempre, de um jeito ou de outro, acabaria encontrando uma maneira de lutar, de me indignar, de exercer o meu inconformismo atávico. Honestamente não sei o que fazer. Tento escrever coisas engraçadas mas sinto que perdi a graça. Não sinto mais dentro de mim aquele espírito zombeteiro tão necessário à manufatura do humor. Não me irrito mais com quase nada, nada me incomoda demais e as coisas que faço não têm nenhuma importância. Faço por fazer. Acabou o tesão. Impotência criativa. Causada por falta de fluxo sanguíneo na alma. Não me relaciono com quase ninguém, abandonei quase todos os meus amigos, estou fumando que nem um condenado, não estou fazendo nenhum tipo de exercício e a minha dívida artística está impagável. São tantos os projetos encavalados que não dá pra saber por onde começar. É melhor nem começar. Às vezes me dá vontade de largar tudo e sair por aí como um maltrapilho sem-teto. Ou me internar numa casa de saúde. Ou ainda virar hare-krishna, sei lá. Dá vontade de ser qualquer coisa, menos o que eu sou. Me sinto fracassado, me sinto imaturo, me sinto inútil. Não sou uma pessoa confiável nem pra mim mesmo. Sou uma farsa. Ironicamente, uma ópera-bufa. Eu não acredito em mim. E o mais chato é saber que este tipo de auto-comiseração é deprimente e só vai me levar mais e mais pra longe do caminho que eu pretendia seguir. Só a auto-estima e a confiança em si mesmo faz o ser humano avançar. Mas saber disto não está adiantando nada neste momento. Agora eu só quero descansar. Estou cansado e não quero mais lutar. Eu só quero dormir, ver televisão, navegar na internet. Eu sei que esta é uma atitude deplorável, mas até por isso mesmo, muito condizente com meu estado atual. Eu sei que se eu acreditasse em mim (com ou sem razão para isso), tudo iria melhorar. Mas depois de tudo o que eu já fiz ou deixei de fazer na vida, acreditar em mim seria quase uma ofensa à minha inteligência. No mais, vai tudo bem...
Sinto que perdi o rumo de minha vida para sempre. Não há como recuperá-lo. Não há retorno. Não tem um trevo lá na frente onde eu possa pegar o caminho de volta e descobrir o exato momento onde eu estraguei tudo. O que está feito está feito.E a pergunta que me surge agora é: o que fazer? Se estou no caminho errado eu devo continuar em frente ou parar de vez? Para piorar, o que significa continuar e o que significa parar ainda são incógnitas para mim. Por enquanto gasto meu tempo apenas lamentando as escolhas que fiz no passado. Mesmo sem saber qual delas exatamente me tirou do caminho. Não importa. E o pior de tudo é que nem a consciência desta situação está me preocupando. Parece que a coisa que eu mais temia na vida aconteceu: desisti de lutar. Perdeu-se em algum lugar no passado recente aquela chama que me fazia espernear a cada obstáculo. O choque elétrico já não me faz gritar, apenas me provoca uma dormência momentânea. Tenho a sensação agora de que nada é necessário, nada é imprescindível, nada tem importância. Deixa a vida me levar, vida leva eu. Não tenho mais motivação para criar. Pra quê criar? Como diria a minha mãe, que vantagem Maria leva? Tanto faz. Se eu fizer ou deixar de fazer a vida vai continuar igual. Meus impulsos naturais para o trabalho criativo sempre foram a minha vaidade intelectual e uma certa vontade de ser celebridade. Agora que não reconheço em mim nem uma coisa nem outra, ficou difícil manter o interesse num assunto que só traz inseguranças e dúvidas. Lamentavelmente sinto que o bambu quebrou. Acostumado a viver vergado, tinha a sensação de que isso nunca iria acontecer. Que eu sempre, de um jeito ou de outro, acabaria encontrando uma maneira de lutar, de me indignar, de exercer o meu inconformismo atávico. Honestamente não sei o que fazer. Tento escrever coisas engraçadas mas sinto que perdi a graça. Não sinto mais dentro de mim aquele espírito zombeteiro tão necessário à manufatura do humor. Não me irrito mais com quase nada, nada me incomoda demais e as coisas que faço não têm nenhuma importância. Faço por fazer. Acabou o tesão. Impotência criativa. Causada por falta de fluxo sanguíneo na alma. Não me relaciono com quase ninguém, abandonei quase todos os meus amigos, estou fumando que nem um condenado, não estou fazendo nenhum tipo de exercício e a minha dívida artística está impagável. São tantos os projetos encavalados que não dá pra saber por onde começar. É melhor nem começar. Às vezes me dá vontade de largar tudo e sair por aí como um maltrapilho sem-teto. Ou me internar numa casa de saúde. Ou ainda virar hare-krishna, sei lá. Dá vontade de ser qualquer coisa, menos o que eu sou. Me sinto fracassado, me sinto imaturo, me sinto inútil. Não sou uma pessoa confiável nem pra mim mesmo. Sou uma farsa. Ironicamente, uma ópera-bufa. Eu não acredito em mim. E o mais chato é saber que este tipo de auto-comiseração é deprimente e só vai me levar mais e mais pra longe do caminho que eu pretendia seguir. Só a auto-estima e a confiança em si mesmo faz o ser humano avançar. Mas saber disto não está adiantando nada neste momento. Agora eu só quero descansar. Estou cansado e não quero mais lutar. Eu só quero dormir, ver televisão, navegar na internet. Eu sei que esta é uma atitude deplorável, mas até por isso mesmo, muito condizente com meu estado atual. Eu sei que se eu acreditasse em mim (com ou sem razão para isso), tudo iria melhorar. Mas depois de tudo o que eu já fiz ou deixei de fazer na vida, acreditar em mim seria quase uma ofensa à minha inteligência. No mais, vai tudo bem...
Super bad trip da madrugada...
Nossa mãe... embarquei numa bad daquelas... deve ser porque até pouco tempo atrás, tava bebada, mas enfim...
Tô eu, chorando compulsivamente, as duas da manhã, após me matar de dar risada em mais um daquele churrascos de histórias pra contar pros netos... bateu a bad, não sei se pelo celular afogado no "suco de uva", se pelas coisas acontecidas, se pelas coisas não acontecidas, se pela confusão que arrumei aqui em casa amanhã, se pelas coisas faladas, as atitudes ridículas, as engraçadas, se por não ter mantido a famosa compostura que sempre tive, JUSTO no momento onde eu mais devia ter... se por ter falado bobagem, ter parecido boba, apaixonada ou ter parecido tarada...ter parecido tanta coisa, ter agido fora da minha racionalidade capricorniana que sempre me seguiu... ô coisa louca essa! Acho que não tô acostumada em agir por instinto... é dolorido...
Analisando friamente, foi tudo quase como sempre é, eu bebo, nós bebemos, eu falo bobagem, nós falamos bobagem... mas eu acho que essa minha tpm, ou algo assim, fez com que eu visse o quanto é triste voltar pra casa sozinha. Como se eu fosse, fizesse, acontecesse... mas na real, não trago nada de bom pra casa, além de um fígado meio maltratado e uma ressaquinha moral... sensação ruim... bad solitária.
Meu lado mãe de mim mesma, sabe, que é parte desses meus 19 anos, esse tipo de coisa... que logo mais vai passar, que vou arrumar algo mais importante pra pensar, que a solidão pós churrasco... mas nesse momento, nunca tive tanta vontade de escrever pra desabafar, e nenhum texto nunca me descreveu tão bem como esse:
"Depois, no dia seguinte, lá vem a ressaca. Sempre. Adoro minhas dancinhas e gracinhas e loucurinhas. Mas no dia seguinte acordo e me pergunto: por que é que você não faz cara de paisagem e permanece fina e permanece intocável?(...)Aí a música começa e quando vou ver já imitei o Michael Jackson, a Madonna e o Tiririca, porque adoro me trair e estragar tudo. E todo mundo ri, mas ninguém me leva a sério. Mas será que quero? Mas será que alguém leva alguma coisa a sério? Eu queria me levar menos a sério. (...)Um milhão de amigos e chorando sozinha no carro. Mas no meu ap de 40 metros quadrados só cabe eu mesma. Ainda bem. A coisa que eu menos queria era alguém aqui, agora, me vendo chorar porque não tem ninguém aqui, agora.E aí o Dom Juan de saias dorme de pijama cor-de-rosa. Não peguei ninguém hoje mas ri bastante. E amanhã vou acordar num tremendo mau humor e morrendo de nojo das pessoas que falam “peguei alguém”. E amanhã vou querer acordar depois de dez anos ou há dez anos. E vou querer congelar na vida de agora, que acontece mais do que antes ou depois. E vou querer sair da gaiola da mesmice. E vou me perguntar de novo quando é que o efeito da droga que eu nunca experimentei vai passar. E vou ler esse texto que minha mão de massinha escreveu e querer me esconder ou nas dancinhas de macaco ou no pijama cor-de-rosa. Mas vou acabar publicando o que eu nunca deveria ter dito, como sempre."
www.blonicas.zip.net
Tô eu, chorando compulsivamente, as duas da manhã, após me matar de dar risada em mais um daquele churrascos de histórias pra contar pros netos... bateu a bad, não sei se pelo celular afogado no "suco de uva", se pelas coisas acontecidas, se pelas coisas não acontecidas, se pela confusão que arrumei aqui em casa amanhã, se pelas coisas faladas, as atitudes ridículas, as engraçadas, se por não ter mantido a famosa compostura que sempre tive, JUSTO no momento onde eu mais devia ter... se por ter falado bobagem, ter parecido boba, apaixonada ou ter parecido tarada...ter parecido tanta coisa, ter agido fora da minha racionalidade capricorniana que sempre me seguiu... ô coisa louca essa! Acho que não tô acostumada em agir por instinto... é dolorido...
Analisando friamente, foi tudo quase como sempre é, eu bebo, nós bebemos, eu falo bobagem, nós falamos bobagem... mas eu acho que essa minha tpm, ou algo assim, fez com que eu visse o quanto é triste voltar pra casa sozinha. Como se eu fosse, fizesse, acontecesse... mas na real, não trago nada de bom pra casa, além de um fígado meio maltratado e uma ressaquinha moral... sensação ruim... bad solitária.
Meu lado mãe de mim mesma, sabe, que é parte desses meus 19 anos, esse tipo de coisa... que logo mais vai passar, que vou arrumar algo mais importante pra pensar, que a solidão pós churrasco... mas nesse momento, nunca tive tanta vontade de escrever pra desabafar, e nenhum texto nunca me descreveu tão bem como esse:
"Depois, no dia seguinte, lá vem a ressaca. Sempre. Adoro minhas dancinhas e gracinhas e loucurinhas. Mas no dia seguinte acordo e me pergunto: por que é que você não faz cara de paisagem e permanece fina e permanece intocável?(...)Aí a música começa e quando vou ver já imitei o Michael Jackson, a Madonna e o Tiririca, porque adoro me trair e estragar tudo. E todo mundo ri, mas ninguém me leva a sério. Mas será que quero? Mas será que alguém leva alguma coisa a sério? Eu queria me levar menos a sério. (...)Um milhão de amigos e chorando sozinha no carro. Mas no meu ap de 40 metros quadrados só cabe eu mesma. Ainda bem. A coisa que eu menos queria era alguém aqui, agora, me vendo chorar porque não tem ninguém aqui, agora.E aí o Dom Juan de saias dorme de pijama cor-de-rosa. Não peguei ninguém hoje mas ri bastante. E amanhã vou acordar num tremendo mau humor e morrendo de nojo das pessoas que falam “peguei alguém”. E amanhã vou querer acordar depois de dez anos ou há dez anos. E vou querer congelar na vida de agora, que acontece mais do que antes ou depois. E vou querer sair da gaiola da mesmice. E vou me perguntar de novo quando é que o efeito da droga que eu nunca experimentei vai passar. E vou ler esse texto que minha mão de massinha escreveu e querer me esconder ou nas dancinhas de macaco ou no pijama cor-de-rosa. Mas vou acabar publicando o que eu nunca deveria ter dito, como sempre."
www.blonicas.zip.net
03 junho, 2007
Vida social em frangalhos, assim como minha conta bancária... sinal claro: sábado a noite rezando pro celular não tocar, inventando desculpas quando ele toca.
Ando travando uma batalha difícil nos ultimos dias, contra a minha indisciplina... Tô revoltada comigo mesma! Como pode alguém se "auto-administrar" tão mal quanto eu?
Todo dia, minha cabeça resolve funcionar antes de dormir... traço mil metas, choro as mágoas, acho novos objetivos, faço planos, prometo coisas, tenho idéias brilhantes... Chega no outro dia de manhã, anoto tudo... e lá fica. Não tenho vergonha na cara o suficiente pra cumprir o que pensei...
Tem algum curso que ensine a gente a administrar a própria vida?
Como já disse, minha vida social é ridícula... as vezes acho que está certo, pois tenho que ser responsável, e cuidar de tudo, pra depois pensar em diversão. Depois penso que tenho 20 anos, e logo mais se continuar assim, nada terei pra contar pros netos... Depois acho que estou exagerando... ah sei lá o que penso mais!!!
Meu dinheiro é algo sob o qual não tenho a menor influência... ele vai e volta sem que eu mande... ou quando eu mando acho que fiz merda.
Minha auto-estima como qualquer outra pessoa que tem hormônios descontrolados, é bipolar... e nesse quesito a minha ausência ABSOLUTA de disciplina, faz toda a diferença... Por que que quando eu me proponho a levantar cedo e ir correr, eu simplesmente não consigo "levantar cedo e ir correr"? Não é tão complicado assim, é?!
Minha vida amorosa... essa eu nem sei direito se "é" alguma coisa... acho mais fácil dizer que "não é"... por culpa minha mesmo, que apesar de na teoria, saber que eu procuro o que não existe - e que se continuar assim, terei filhos de inseminação artificial com um amigo gay - na prática continuo procurando olhando pra cima, ao invés de olhar para os lados.
Meu tempo... coitado... esse é o campeão da falta de administração, e a grande influência do caos de todo o resto. Sobra tanto tempo à toa... mas quando ele é mesmo necessário... cadê?!
Ando travando uma batalha difícil nos ultimos dias, contra a minha indisciplina... Tô revoltada comigo mesma! Como pode alguém se "auto-administrar" tão mal quanto eu?
Todo dia, minha cabeça resolve funcionar antes de dormir... traço mil metas, choro as mágoas, acho novos objetivos, faço planos, prometo coisas, tenho idéias brilhantes... Chega no outro dia de manhã, anoto tudo... e lá fica. Não tenho vergonha na cara o suficiente pra cumprir o que pensei...
Tem algum curso que ensine a gente a administrar a própria vida?
Como já disse, minha vida social é ridícula... as vezes acho que está certo, pois tenho que ser responsável, e cuidar de tudo, pra depois pensar em diversão. Depois penso que tenho 20 anos, e logo mais se continuar assim, nada terei pra contar pros netos... Depois acho que estou exagerando... ah sei lá o que penso mais!!!
Meu dinheiro é algo sob o qual não tenho a menor influência... ele vai e volta sem que eu mande... ou quando eu mando acho que fiz merda.
Minha auto-estima como qualquer outra pessoa que tem hormônios descontrolados, é bipolar... e nesse quesito a minha ausência ABSOLUTA de disciplina, faz toda a diferença... Por que que quando eu me proponho a levantar cedo e ir correr, eu simplesmente não consigo "levantar cedo e ir correr"? Não é tão complicado assim, é?!
Minha vida amorosa... essa eu nem sei direito se "é" alguma coisa... acho mais fácil dizer que "não é"... por culpa minha mesmo, que apesar de na teoria, saber que eu procuro o que não existe - e que se continuar assim, terei filhos de inseminação artificial com um amigo gay - na prática continuo procurando olhando pra cima, ao invés de olhar para os lados.
Meu tempo... coitado... esse é o campeão da falta de administração, e a grande influência do caos de todo o resto. Sobra tanto tempo à toa... mas quando ele é mesmo necessário... cadê?!
27 maio, 2007
Define bem...
Esse texto, eu roubei descaradamente do profile do orkut da Isa, minha treinadora. Ele fala por si...
Pode invadir ou chegar com delicadeza, mas não tão devagar que me faça dormir. Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar.
Acordo pela manhã com ótimo humor mas.... permita que eu escove os dentes primeiro. Toque muito em mim, principalmente nos cabelos e minta sobre minha nocauteante beleza.
Tenho vida própria, me faça sentir saudades, conte algumas coisas que me façam rir, mas não conte piadas e nem seja preconceituoso, não perca tempo, cultivando este tipo de herança de seus pais.
Viaje antes de me conhecer, sofra antes de mim para reconhecer-me um porto, um albergue da juventude.
Eu saio em conta, você não gastará muito comigo.
Acredite nas verdades que digo e também nas mentiras, elas serão raras e sempre por uma boa causa.
Respeite meu choro, me deixe sózinha, só volte quando eu chamar e, não me obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada. ( Então fique comigo quando eu chorar, combinado?)
Seja mais forte que eu e menos altruísta!
Não se vista tão bem... gosto de camisa para fora da calça. Reverenciarei tudo em você que estiver a meu gosto: boca, cabelos e um joelho esfolado, você tem que se esfolar as vezes, mesmo na sua idade.....
Leia, escolha seus próprios livros, releia-os... Odeie a vida muito doméstica.
Não seja escravo da televisão, nem xiita contra. Nem escravo meu, nem filho meu, nem meu pai. Escolha um papel para você que ainda não tenha sido preenchido e o invente muitas vezes.
Me enlouqueça uma vez por mês mas, me faça uma louca boa, uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca....
Goste de música e de sexo. goste de um esporte não muito banal.
Não invente de querer muitos filhos, me carregar pra a missa, apresentar sua familia... isso a gente vê depois.... se calhar...
Quero ver você nervoso, inquieto, olhe para outras mulheres, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos.
Não me conte seus segredos... me faça massagem nas costas.
Não fume, beba, chore, eleja algumas contravenções.
Me rapte!
Se nada disso funcionar.... experimente me amar!!!
Pode invadir ou chegar com delicadeza, mas não tão devagar que me faça dormir. Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar.
Acordo pela manhã com ótimo humor mas.... permita que eu escove os dentes primeiro. Toque muito em mim, principalmente nos cabelos e minta sobre minha nocauteante beleza.
Tenho vida própria, me faça sentir saudades, conte algumas coisas que me façam rir, mas não conte piadas e nem seja preconceituoso, não perca tempo, cultivando este tipo de herança de seus pais.
Viaje antes de me conhecer, sofra antes de mim para reconhecer-me um porto, um albergue da juventude.
Eu saio em conta, você não gastará muito comigo.
Acredite nas verdades que digo e também nas mentiras, elas serão raras e sempre por uma boa causa.
Respeite meu choro, me deixe sózinha, só volte quando eu chamar e, não me obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada. ( Então fique comigo quando eu chorar, combinado?)
Seja mais forte que eu e menos altruísta!
Não se vista tão bem... gosto de camisa para fora da calça. Reverenciarei tudo em você que estiver a meu gosto: boca, cabelos e um joelho esfolado, você tem que se esfolar as vezes, mesmo na sua idade.....
Leia, escolha seus próprios livros, releia-os... Odeie a vida muito doméstica.
Não seja escravo da televisão, nem xiita contra. Nem escravo meu, nem filho meu, nem meu pai. Escolha um papel para você que ainda não tenha sido preenchido e o invente muitas vezes.
Me enlouqueça uma vez por mês mas, me faça uma louca boa, uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca....
Goste de música e de sexo. goste de um esporte não muito banal.
Não invente de querer muitos filhos, me carregar pra a missa, apresentar sua familia... isso a gente vê depois.... se calhar...
Quero ver você nervoso, inquieto, olhe para outras mulheres, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos.
Não me conte seus segredos... me faça massagem nas costas.
Não fume, beba, chore, eleja algumas contravenções.
Me rapte!
Se nada disso funcionar.... experimente me amar!!!
Friiiiiiiio!
Nossa, dez dias sem dar o ar da graça aqui no blog...
Um pouco falta de tempo, um pouco falta do que escrever mesmo...
Os ultimos dias foram tranquilos, de clima bom, engraçados... sem muita crise (exceto a financeira)... alguns corridos... alguns só festa... mas todos muito frios!
Semana com direito a baladinha - quase private - no meio da semana, há muito tempo não me dava esse direito. Cuidando um pouco de mim, retomando laços, esquecendo problemas...
Hoje fez um frio do cão, e milagrosamente escolhi ficar em casa hibernada o dia todo. É engraçado, pois quando saio escuto reclamações por sair, quando resolvo ficar em casa, vejo caras espantadas, achando que estou deprimida, doente... só quero dar uma descansadinha! Vai entender...
É no frio que a falta de namorado se faz presente, rsrs! Mas aí eu lembro que eu sempre escolho o mais difícil, então me resta aguentar as consequências...
Nada que um cobertorzinho e um bom leite quente não resolva... acho!
Um pouco falta de tempo, um pouco falta do que escrever mesmo...
Os ultimos dias foram tranquilos, de clima bom, engraçados... sem muita crise (exceto a financeira)... alguns corridos... alguns só festa... mas todos muito frios!
Semana com direito a baladinha - quase private - no meio da semana, há muito tempo não me dava esse direito. Cuidando um pouco de mim, retomando laços, esquecendo problemas...
Hoje fez um frio do cão, e milagrosamente escolhi ficar em casa hibernada o dia todo. É engraçado, pois quando saio escuto reclamações por sair, quando resolvo ficar em casa, vejo caras espantadas, achando que estou deprimida, doente... só quero dar uma descansadinha! Vai entender...
É no frio que a falta de namorado se faz presente, rsrs! Mas aí eu lembro que eu sempre escolho o mais difícil, então me resta aguentar as consequências...
Nada que um cobertorzinho e um bom leite quente não resolva... acho!
16 maio, 2007
Currículo...
Estou quase no horário da aula, cheguei de Sp a pouco...
Mais uma "entrevista", a maioria delas eu sei que não tem muito futuro, mas vou só pra não me sentir culpada depois... Já fiz boas cagadas nessas procuras, ja me queimei e já ganhei bons contatos...
Agora, a minha revolta é a preguiça dos "empregadores" de lerem o currículo da pessoa antes de chamá-la... Sim, eu estudo a tarde! Não, eu não tenho o horário das 15h livre. Sim, ainda faltam dois anos para terminar a faculdade... Não, eu não pratico basquetebol, nem muito menos quero dar aula em escola...
Tá tuuuuuuuudo escrito lá! Fiz tão bonitinho... mas as pessoas só leêm nome e telefone (quase sempre o de casa, que é onde eu nunca estou). Não é mais fácil ler antes de ver se eu me encaixo na vaga? Não precisa me ligar, me deixar empolgada, me fazer mudar o dia pra ir ao "cú de judas", chegar lá e ver que a proposta era pra eu ser técnica do time de futebol das 3h às 5h da madrugada, das crianças carentes da Vila Capucheta (quem é do Mack conhece essa vila!rs!)!!!
Acho que vou fazer outro e mandar, só com meu nome e meu celular!
Mais uma "entrevista", a maioria delas eu sei que não tem muito futuro, mas vou só pra não me sentir culpada depois... Já fiz boas cagadas nessas procuras, ja me queimei e já ganhei bons contatos...
Agora, a minha revolta é a preguiça dos "empregadores" de lerem o currículo da pessoa antes de chamá-la... Sim, eu estudo a tarde! Não, eu não tenho o horário das 15h livre. Sim, ainda faltam dois anos para terminar a faculdade... Não, eu não pratico basquetebol, nem muito menos quero dar aula em escola...
Tá tuuuuuuuudo escrito lá! Fiz tão bonitinho... mas as pessoas só leêm nome e telefone (quase sempre o de casa, que é onde eu nunca estou). Não é mais fácil ler antes de ver se eu me encaixo na vaga? Não precisa me ligar, me deixar empolgada, me fazer mudar o dia pra ir ao "cú de judas", chegar lá e ver que a proposta era pra eu ser técnica do time de futebol das 3h às 5h da madrugada, das crianças carentes da Vila Capucheta (quem é do Mack conhece essa vila!rs!)!!!
Acho que vou fazer outro e mandar, só com meu nome e meu celular!
15 maio, 2007
Pra quê que eu presto?
Acabei de ler um texto num blog desconhecido que questiona o título deste post... e me questionei também...
A gente se mata, rala, estuda, corre, procura trabalho loucamente, peregrina de entrevista e entrevista... chega um momento onde você acha que é alienígena ou algo assim, pois nada é o certo para você... Ou melhor, na verdade eu começo a pensar que o universo conspira contra mim, pois sempre que está tudo indo no caminho perfeito: chefe legal, trabalho de acordo com os objetivos, salário "justo" (se é que é possível nessa bendita área que eu escolhi)... vem alguma onde e destrói o meu castelinho de empolgação que estava na areia. No momento minha maior onda destruidora, quem diria... tem sido a própria faculdade. Eu entro muito cedo para trabalhar de dia, e muito tarde para trabalhar a noite. Hunf!
Eu amo aquele lugar, mas não sei mais ao certo o que eu tô fazendo lá... aquilo que era o meu "sonho" de trabalho, já não é mais. Não vou mentir, quero ganhar dinheiro!Poderia ser muito feliz dando aula de ginástica até me joelho morrer, mas SEMPRE ia ser frustrada, principalmente quando fosse olhar meu saldo no fim do mês. O fato de eu ser completamente "tapada" nos esportes (coletivos, nem se fala), abominar a idéia de trabalhar com crianças e afins (Educandário e olhe lá!), e não ser tão íntima da parte "nerd" da coisa, já reduz meus interesses... Me dá a impressão de que jogo 900 paus pela janela todo mês, esperando três ou quatro matérias que são "a minha cara" nos próximos semestres...
Além disso, preciso de dinheiro agora também... É aquela coisa, me vejo uma "adultazinha", mas que até agora, não conseguiu nem fazer um risquinho no papel, nada do projeto daquilo que quero construir. Outro fato é que tá ficando cada dia pior segurar as pontas por aqui, e é melhor eu me garantir antes que sobre pra mim...
Trabalhar no quê? Por quê? Pra quê? Aceitar tudo? Experiência? Procurar a minha área? Por quanto? Vale a pena eu ir até onde Judas perdeu as meias, por um salário que não é nem um quarto daquilo que recebi (de pensão) até hoje? Eu gosto daquilo? E se ninguém gostar? E se eu quiser afogar as crianças na aula de natação? E se na laboral tiver um monte de funcionário tarado? Será que vou odiar minha turma nova de Body Pump? Eu me daria bem sendo monitora de viagem? Volto a estudar inglês e vou trabalhar em navio? Vou fazer pós em Eventos? Será que um dia darei aula em faculdade?
O quê que eu quero????????????
A gente se mata, rala, estuda, corre, procura trabalho loucamente, peregrina de entrevista e entrevista... chega um momento onde você acha que é alienígena ou algo assim, pois nada é o certo para você... Ou melhor, na verdade eu começo a pensar que o universo conspira contra mim, pois sempre que está tudo indo no caminho perfeito: chefe legal, trabalho de acordo com os objetivos, salário "justo" (se é que é possível nessa bendita área que eu escolhi)... vem alguma onde e destrói o meu castelinho de empolgação que estava na areia. No momento minha maior onda destruidora, quem diria... tem sido a própria faculdade. Eu entro muito cedo para trabalhar de dia, e muito tarde para trabalhar a noite. Hunf!
Eu amo aquele lugar, mas não sei mais ao certo o que eu tô fazendo lá... aquilo que era o meu "sonho" de trabalho, já não é mais. Não vou mentir, quero ganhar dinheiro!Poderia ser muito feliz dando aula de ginástica até me joelho morrer, mas SEMPRE ia ser frustrada, principalmente quando fosse olhar meu saldo no fim do mês. O fato de eu ser completamente "tapada" nos esportes (coletivos, nem se fala), abominar a idéia de trabalhar com crianças e afins (Educandário e olhe lá!), e não ser tão íntima da parte "nerd" da coisa, já reduz meus interesses... Me dá a impressão de que jogo 900 paus pela janela todo mês, esperando três ou quatro matérias que são "a minha cara" nos próximos semestres...
Além disso, preciso de dinheiro agora também... É aquela coisa, me vejo uma "adultazinha", mas que até agora, não conseguiu nem fazer um risquinho no papel, nada do projeto daquilo que quero construir. Outro fato é que tá ficando cada dia pior segurar as pontas por aqui, e é melhor eu me garantir antes que sobre pra mim...
Trabalhar no quê? Por quê? Pra quê? Aceitar tudo? Experiência? Procurar a minha área? Por quanto? Vale a pena eu ir até onde Judas perdeu as meias, por um salário que não é nem um quarto daquilo que recebi (de pensão) até hoje? Eu gosto daquilo? E se ninguém gostar? E se eu quiser afogar as crianças na aula de natação? E se na laboral tiver um monte de funcionário tarado? Será que vou odiar minha turma nova de Body Pump? Eu me daria bem sendo monitora de viagem? Volto a estudar inglês e vou trabalhar em navio? Vou fazer pós em Eventos? Será que um dia darei aula em faculdade?
O quê que eu quero????????????
09 maio, 2007
Festinha acabando...
Sou daquelas que acha que a vida é uma festa... A minha é!
Claro, cheia de gafes, vexames e porres... mas uma festa. A questão é que é muito difícil controlar os convidados na porta... eles entram e saem sem que eu mande!
Há aqueles que eu não quero que entrem, então me esforço para barrá-los... e alguns até consigo... ficam só de olho na porta pra ver o que acontece na minha festa. Muitos morrem de inveja, mas tudo bem... estão lá fora mesmo.
Aqueles que vivem indo e voltando... entram, se jogam, cansam e vão embora. Devem dar uma descansadinha, depois voltam com força total. Aqueles que eu ponho pra fora, assim de mansinho pra eles não perceberem, porque na verdade preciso só de férias... depois os chamo de volta.
Mas os que me dão mais trabalho, e coincidentemente são a maioria, são os que não pediram pra vir pra festa... quando eu vi já estavam e se jogaram messssmo, mudaram o rumo da festa, a música, a decoração, tudo!!! E de repente, quando eu acho que vamos dançar até o dia raiar, eis que eles resolvem sair, ou são botados pra fora por terceiros... mas nem me avisaram!!! Eu perco o ritmo da dança, vou ao banheiro retocar a maquiagem, que deve ter borrado (geralmente choro um pouquinho quando elas vão embora) e lá vou eu esperar de novo, algum DJ novo, pro fervo voltar com tudo...
Claro, cheia de gafes, vexames e porres... mas uma festa. A questão é que é muito difícil controlar os convidados na porta... eles entram e saem sem que eu mande!
Há aqueles que eu não quero que entrem, então me esforço para barrá-los... e alguns até consigo... ficam só de olho na porta pra ver o que acontece na minha festa. Muitos morrem de inveja, mas tudo bem... estão lá fora mesmo.
Aqueles que vivem indo e voltando... entram, se jogam, cansam e vão embora. Devem dar uma descansadinha, depois voltam com força total. Aqueles que eu ponho pra fora, assim de mansinho pra eles não perceberem, porque na verdade preciso só de férias... depois os chamo de volta.
Mas os que me dão mais trabalho, e coincidentemente são a maioria, são os que não pediram pra vir pra festa... quando eu vi já estavam e se jogaram messssmo, mudaram o rumo da festa, a música, a decoração, tudo!!! E de repente, quando eu acho que vamos dançar até o dia raiar, eis que eles resolvem sair, ou são botados pra fora por terceiros... mas nem me avisaram!!! Eu perco o ritmo da dança, vou ao banheiro retocar a maquiagem, que deve ter borrado (geralmente choro um pouquinho quando elas vão embora) e lá vou eu esperar de novo, algum DJ novo, pro fervo voltar com tudo...
04 maio, 2007
Quinta, dia ficar pendurara no telefone de manhã, de visita à USP, e monitoria...
Se tem uma coisa que eu detesto, é resolver problema pelo telefone... marcar consulta... pedir informação... tudo! DETESTO... mas tudo bem, hoje era por uma boa causa, diria que era em causa própria... rsrs, aguardem e verão!
Nossa aula hoje foi na Usp, num projeto bacana da Fundação Airton Senna... me dá um desespero um campus daquele tamanho, mas é bacana. O projeto também, apesar de não ser lá muito o perfil de lugar onde eu queira trabalhar... De criança pra mim, já basta o Educandário (alías, aquilo vicia!!!).
De volta à faculdade, monitoria... mais do que valer horas complementares, minhas noites de segunda e quinta me valem horas de risada! Claro, tem horas que fico extremamente irritada, mas me divirto com a sala. Não ela toda obviamente, porque confesso ter meus "protegidos"... rs, alguns dependendo do dia protegidíssimos! Sinto que as vezes até descontrolo um pouco esse meu "grau de intimidade" com alguns... devia me policiar, mas só penso nisso depois! Haha!
As quintas, são duas (devo relatar a parceria com a Karen nessa obcessão por horas complementares), uma simplesmente porque eu sou apaixonada pela professora, e não consegui ficar muito tempo sem aulas dela depois que meu semestre acabou. Outra pela diversão mesmo, e por gostar da área... o conteúdo da matéria, e como ele é explicado... digamos que não valeria o sacrifício...
Fico podre, destruída... principalmente porque amanhã logo cedo tô de pé...
Mas por umas risadas e umas massagens no ego... o que a gente não faz?!
Se tem uma coisa que eu detesto, é resolver problema pelo telefone... marcar consulta... pedir informação... tudo! DETESTO... mas tudo bem, hoje era por uma boa causa, diria que era em causa própria... rsrs, aguardem e verão!
Nossa aula hoje foi na Usp, num projeto bacana da Fundação Airton Senna... me dá um desespero um campus daquele tamanho, mas é bacana. O projeto também, apesar de não ser lá muito o perfil de lugar onde eu queira trabalhar... De criança pra mim, já basta o Educandário (alías, aquilo vicia!!!).
De volta à faculdade, monitoria... mais do que valer horas complementares, minhas noites de segunda e quinta me valem horas de risada! Claro, tem horas que fico extremamente irritada, mas me divirto com a sala. Não ela toda obviamente, porque confesso ter meus "protegidos"... rs, alguns dependendo do dia protegidíssimos! Sinto que as vezes até descontrolo um pouco esse meu "grau de intimidade" com alguns... devia me policiar, mas só penso nisso depois! Haha!
As quintas, são duas (devo relatar a parceria com a Karen nessa obcessão por horas complementares), uma simplesmente porque eu sou apaixonada pela professora, e não consegui ficar muito tempo sem aulas dela depois que meu semestre acabou. Outra pela diversão mesmo, e por gostar da área... o conteúdo da matéria, e como ele é explicado... digamos que não valeria o sacrifício...
Fico podre, destruída... principalmente porque amanhã logo cedo tô de pé...
Mas por umas risadas e umas massagens no ego... o que a gente não faz?!
30 abril, 2007
It's up to you!
É difícil fazer suas próprias escolhas... é difícil ignorar o "resto do mundo", analisar friamente e agir de acordo com a própria vontade. Ser feliz com aquilo que quis, sem pensar no resto... poucos conseguem. Requer uma grande coragem... de peitar tudo e todos, aguentar as consequências, correr atrás dos objetivos sozinha.
É muito mais simples, mais cômodo e menos doloroso dizer "Não tive escolha" e deixar as coisas acontecerem "sozinhas", deixar os fatores externos agindo, e levando você. Você alcança aquela felicidade "nível 1", e finge se dar por satisfeito com ela. E conforme a maré da "falta de escolha" te leva, vão ficando pelo caminho vontades não saciadas, promessas não cumpridas, encontros desmarcados, frustrações afogadas numa fachada de pseudo-felicidade...
Você prefere ter coragem ou não ter escolha?
É muito mais simples, mais cômodo e menos doloroso dizer "Não tive escolha" e deixar as coisas acontecerem "sozinhas", deixar os fatores externos agindo, e levando você. Você alcança aquela felicidade "nível 1", e finge se dar por satisfeito com ela. E conforme a maré da "falta de escolha" te leva, vão ficando pelo caminho vontades não saciadas, promessas não cumpridas, encontros desmarcados, frustrações afogadas numa fachada de pseudo-felicidade...
Você prefere ter coragem ou não ter escolha?
26 abril, 2007
Então a gente segue crescendo...
Vendo que perdemos tanto tempo com bobagem, vemos que algumas coisas não tem mais a mesma graça de antigamente, mas em compensação coisas que eram "uó" agora até parecem interessantes...
Mudando de opinião a cada fato novo, percebendo que as vezes tanto tempo dedicado à alguém não vale tanto assim, afinal quando o outro enjoa simplesmente vai embora, e você, e toda sua dedicação...fica a ver navios. E talvez aquele que você não dedicava nem cinco minutos possa ser bem mais importante agora.
Sentindo o peso da rotina, de não ter mais tempo pra ligar pros amigos, de não saber mais nada nem do que acontece na sua própria casa, de mal ter tempo pra fazer um carinho no seu cachorro, ligar a tv, ver fotos antigas... sei lá, qualquer coisa que antes era bobagem e agora faz a maior falta.
Experimentando o poder da independência... de fazer o que quer, quando quer, como quer... podendo vez ou outra quebrar regras... vez ou outra também, quebrar a cara! Dançar como se ninguém estivesse olhando, cantar loucamente no carro depois de um dia bacana, agir lembrando que "ninguém paga suas contas".
A gente segue crescendo, se decepcionando, se surpreendendo, rindo, chorando, cantando alto no carro, passando nervoso, encantando, desiludindo, sendo responsável, sendo inconseqüente... SE DIVERTINDO
Vendo que perdemos tanto tempo com bobagem, vemos que algumas coisas não tem mais a mesma graça de antigamente, mas em compensação coisas que eram "uó" agora até parecem interessantes...
Mudando de opinião a cada fato novo, percebendo que as vezes tanto tempo dedicado à alguém não vale tanto assim, afinal quando o outro enjoa simplesmente vai embora, e você, e toda sua dedicação...fica a ver navios. E talvez aquele que você não dedicava nem cinco minutos possa ser bem mais importante agora.
Sentindo o peso da rotina, de não ter mais tempo pra ligar pros amigos, de não saber mais nada nem do que acontece na sua própria casa, de mal ter tempo pra fazer um carinho no seu cachorro, ligar a tv, ver fotos antigas... sei lá, qualquer coisa que antes era bobagem e agora faz a maior falta.
Experimentando o poder da independência... de fazer o que quer, quando quer, como quer... podendo vez ou outra quebrar regras... vez ou outra também, quebrar a cara! Dançar como se ninguém estivesse olhando, cantar loucamente no carro depois de um dia bacana, agir lembrando que "ninguém paga suas contas".
A gente segue crescendo, se decepcionando, se surpreendendo, rindo, chorando, cantando alto no carro, passando nervoso, encantando, desiludindo, sendo responsável, sendo inconseqüente... SE DIVERTINDO
21 abril, 2007
Eu disse... essa semana não seria das melhores no quesito tempo... e não foi mesmo. Mesmo assim, os problemas "estabilizaram", e eu fiz cara de paisagem pros novos que surgiram.
Algumas suspeitas (bem grandes) sobre a intenção das pessoas comigo... alguma desconfiança, mas a gente arrisca e vê o que dá...
Revezamento de dias bem desanimados, com dias cansativos, e dias que valeram a pena... Cada vez mais comprovando a teoria que intimidade é uma merda, rsrsrs! Mas é no mínimo divertido!
Comprovando também como o meu sentimento pelas pessoas varia de dez em dez minutos... de acordo com o cheiro, com a roupa, com o jeito que me cumprimenta... Eu não sou muito normal acho... na mesma semana em que ignoro loucamente alguém, no dia seguinte já tenho vontade de pedí-lo em casamento. Vai da "vibe" do dia sabe?! Louca!
O final de semana acredito que seja meio light, afinal minha conta bancária não está permitindo nada muito extravagante... Reunir as meninas pra terminar um trabalho divertido... assistir jogos dos times da faculdade (oba!rs!), talvez um jantar (medo!), beeeeem talvez uma balada...
E logo já chega a segunda feira de novo... menos corrida, eu espero!
Algumas suspeitas (bem grandes) sobre a intenção das pessoas comigo... alguma desconfiança, mas a gente arrisca e vê o que dá...
Revezamento de dias bem desanimados, com dias cansativos, e dias que valeram a pena... Cada vez mais comprovando a teoria que intimidade é uma merda, rsrsrs! Mas é no mínimo divertido!
Comprovando também como o meu sentimento pelas pessoas varia de dez em dez minutos... de acordo com o cheiro, com a roupa, com o jeito que me cumprimenta... Eu não sou muito normal acho... na mesma semana em que ignoro loucamente alguém, no dia seguinte já tenho vontade de pedí-lo em casamento. Vai da "vibe" do dia sabe?! Louca!
O final de semana acredito que seja meio light, afinal minha conta bancária não está permitindo nada muito extravagante... Reunir as meninas pra terminar um trabalho divertido... assistir jogos dos times da faculdade (oba!rs!), talvez um jantar (medo!), beeeeem talvez uma balada...
E logo já chega a segunda feira de novo... menos corrida, eu espero!
15 abril, 2007
Tem tempo já que não posto. Não por falta de vontade, nem de inspiração, mas de tempo mesmo...
A semana de volta do feriadasso que tive na faculdade me engoliu, a próxima promete ser parecida. E não só a faculdade, mas toda a estrutura em volta de mim deu um "tilt" básico... Pior mesmo é depender da atitude dos outros pra resolver as coisas, e saber que vão continuar assim por tempo indeterminado... Então tudo bem, já que ninguém resolve nada, eu faço vista grossa, e continuou levando minha vidinha, ok? Só não vem reclamar na minha orelha depois...
Fora o mundo desabando aqui do lado, eu estou bem... na vibe de "me jogar"! Não disse que esses tempos seriam de curtir e organizar a faculdade? Então é o que acontece! Tô tentando arduamente me desligar um pouquinho da "mania de responsabilidade" que me perseguiu a vida toda...
Então se joooooooga!
A semana de volta do feriadasso que tive na faculdade me engoliu, a próxima promete ser parecida. E não só a faculdade, mas toda a estrutura em volta de mim deu um "tilt" básico... Pior mesmo é depender da atitude dos outros pra resolver as coisas, e saber que vão continuar assim por tempo indeterminado... Então tudo bem, já que ninguém resolve nada, eu faço vista grossa, e continuou levando minha vidinha, ok? Só não vem reclamar na minha orelha depois...
Fora o mundo desabando aqui do lado, eu estou bem... na vibe de "me jogar"! Não disse que esses tempos seriam de curtir e organizar a faculdade? Então é o que acontece! Tô tentando arduamente me desligar um pouquinho da "mania de responsabilidade" que me perseguiu a vida toda...
Então se joooooooga!
06 abril, 2007
Materno
Talvez seja culpa desse meu ascendente canceriano, essa coisa meio maternal que tenho com as pessoas...
Estou sempre achando que quem eu gosto são "minhas crianças" e que devo acolhê-las, dar conselhos, protegê-las, manter as pessoas sempre debaixo das minhas asas.
Vejo isso na faculdade, com as meninas... tudo bem que sou meio "porra-louquinha do bem", e elas me acham modernosa (tudo mentira), "pra frentex"... mas no fundo, "cuido" delas como se fossem minhas filhas, ou minhas irmãs mais novas - apesar da maioria ser mais velha que eu, rs!
Esse instintinho maternal me atrapalha... não consigo parar de me preocupar com as pessoas, as vezes sou mal compreendida... de vez em quando tenho a péssima sensação de precisar ser 'mãe da minha mãe'... com certas pessoas pareço intrometida, mandona, chego a atrapalhar meus próprios planos (pelo menos no campo amoroso têm sido assim), e o pior é que é tudo na melhor as intenções! Procuro até me policiar, mas quando vejo... já foi!!! Bem 'de mãe' mesmo!
É... não é todo mundo que sabe que tenho ascendente em câncer, altamente compreensível.
Mas ó, não vai sair sem levar um casaquinho tá?!
Estou sempre achando que quem eu gosto são "minhas crianças" e que devo acolhê-las, dar conselhos, protegê-las, manter as pessoas sempre debaixo das minhas asas.
Vejo isso na faculdade, com as meninas... tudo bem que sou meio "porra-louquinha do bem", e elas me acham modernosa (tudo mentira), "pra frentex"... mas no fundo, "cuido" delas como se fossem minhas filhas, ou minhas irmãs mais novas - apesar da maioria ser mais velha que eu, rs!
Esse instintinho maternal me atrapalha... não consigo parar de me preocupar com as pessoas, as vezes sou mal compreendida... de vez em quando tenho a péssima sensação de precisar ser 'mãe da minha mãe'... com certas pessoas pareço intrometida, mandona, chego a atrapalhar meus próprios planos (pelo menos no campo amoroso têm sido assim), e o pior é que é tudo na melhor as intenções! Procuro até me policiar, mas quando vejo... já foi!!! Bem 'de mãe' mesmo!
É... não é todo mundo que sabe que tenho ascendente em câncer, altamente compreensível.
Mas ó, não vai sair sem levar um casaquinho tá?!
Tempo bom...
Certos reencontros me trazem uma saudade doída, daquelas que enchem os olhos de lágrimas.
Não é aquela saudade do que tá longe, de quem foi embora, da Bahia, do cruzeiro, daquele amigo de infância... É saudade do que ainda tá aqui do lado, mas agora é tão diferente....
Saudade das pessoas que em menos de um ano, mudaram totalmente o rumo da minha vida, me encantaram por muitos dias, me fizeram rir, esquecer os problemas, quando eles estavam no grau mais alto e traumático possível.
Foi aquele lugar, que continua em frente ao meu condomínio, que me fez querer ser algo pro resto da vida, algo que antes eu jamais havia cogitado. Foram eles que me levaram à um lugar onde chorei ouvindo música e vendo gente fazer ginástica. Ridículo né?! Seria, se eu não os tivesse conhecido. Eles deram um significado enorme àquela cena... fizeram mesmo com que eu cogitasse a idéia. Foi onde eu comecei a perceber como é legal trabalhar em Time, fazer bons contatos, ter amigos no trabalho. Onde eu percebi que deve-se ter cuidado para separar trabalho de amizade, mas que ás vezes misturar as duas coisas pode ser muito divertido. Com eles eu vi como é legal ter 'tesão' por aquilo que faz. Foi lá que eu aprendi que a "energia do lugar" conta muito... aliás, pra mim é o mais importante. Eu queria fazer tudo pra trabalhar lá! Não em outro lugar menos "família". Devo ter passado dias pensando em como seria, se seria, com que seria... Talvez ainda seja algum dia, mas jamais do mesmo jeito.
Eles continuam por aqui, o lugar continua lá. Mas é tudo TÃO diferente!
E dá uma saudade...
Não é aquela saudade do que tá longe, de quem foi embora, da Bahia, do cruzeiro, daquele amigo de infância... É saudade do que ainda tá aqui do lado, mas agora é tão diferente....
Saudade das pessoas que em menos de um ano, mudaram totalmente o rumo da minha vida, me encantaram por muitos dias, me fizeram rir, esquecer os problemas, quando eles estavam no grau mais alto e traumático possível.
Foi aquele lugar, que continua em frente ao meu condomínio, que me fez querer ser algo pro resto da vida, algo que antes eu jamais havia cogitado. Foram eles que me levaram à um lugar onde chorei ouvindo música e vendo gente fazer ginástica. Ridículo né?! Seria, se eu não os tivesse conhecido. Eles deram um significado enorme àquela cena... fizeram mesmo com que eu cogitasse a idéia. Foi onde eu comecei a perceber como é legal trabalhar em Time, fazer bons contatos, ter amigos no trabalho. Onde eu percebi que deve-se ter cuidado para separar trabalho de amizade, mas que ás vezes misturar as duas coisas pode ser muito divertido. Com eles eu vi como é legal ter 'tesão' por aquilo que faz. Foi lá que eu aprendi que a "energia do lugar" conta muito... aliás, pra mim é o mais importante. Eu queria fazer tudo pra trabalhar lá! Não em outro lugar menos "família". Devo ter passado dias pensando em como seria, se seria, com que seria... Talvez ainda seja algum dia, mas jamais do mesmo jeito.
Eles continuam por aqui, o lugar continua lá. Mas é tudo TÃO diferente!
E dá uma saudade...
04 abril, 2007
Meu lado masculino
Vivo dizendo que sou um travesti sortudo, por isso nasci operada... o que significa que meu lado masculino é totalmente gay. Muito mesmo! Exceto por algumas características masculinas que aparecem em mim de modo gritante:
Número 1 (comum, porém não em unânime) : ODEIO frescuras, sentimentalismos, melosidades ou qualquer outra coisa "docinha" quando se trata de relacionamentos. Acho um saco muito romantismo, prefiro ir direto ao assunto, independente de qual for o tema.
E as que foram gritantes no dia de hoje
Número 2 (comum à todos os homens) : Tenho aflição, nervoso, pavor, pânico de pedir informação pras pessoas na rua. Não tenho muito problema de me perder nos lugares, sou meio "mapinha"... Agora se quer me irritar, ignore alguma dica minha (que estava certíssima), e vá perguntar pra algum estranho na rua...................... Isso dá nos nerrrrrrrrvos!
Número 3 (SUPER comum à todos os homens) : Quando fico doente, fico insuportável! Nem eu mesma me suporto... Principalmente quando havia muito tempo que não tinha nem uma tossezinha, e a dita cuja da gripe/virose/inflamação/tpm/cólica chega de uma vez só, arrebatadora... Aí não a Cristo que me mereça... parece que vou morrer, comportamento tipicamente masculino, que ao ter uma gripezinha, parece que está em estado terminal. Mas vai passar... vai passar...
Número 1 (comum, porém não em unânime) : ODEIO frescuras, sentimentalismos, melosidades ou qualquer outra coisa "docinha" quando se trata de relacionamentos. Acho um saco muito romantismo, prefiro ir direto ao assunto, independente de qual for o tema.
E as que foram gritantes no dia de hoje
Número 2 (comum à todos os homens) : Tenho aflição, nervoso, pavor, pânico de pedir informação pras pessoas na rua. Não tenho muito problema de me perder nos lugares, sou meio "mapinha"... Agora se quer me irritar, ignore alguma dica minha (que estava certíssima), e vá perguntar pra algum estranho na rua...................... Isso dá nos nerrrrrrrrvos!
Número 3 (SUPER comum à todos os homens) : Quando fico doente, fico insuportável! Nem eu mesma me suporto... Principalmente quando havia muito tempo que não tinha nem uma tossezinha, e a dita cuja da gripe/virose/inflamação/tpm/cólica chega de uma vez só, arrebatadora... Aí não a Cristo que me mereça... parece que vou morrer, comportamento tipicamente masculino, que ao ter uma gripezinha, parece que está em estado terminal. Mas vai passar... vai passar...
01 abril, 2007
Desabafo...
Porque sempre tem alguém tentando irritar a vida alheia... Mesmo em dias (no caso, noites) tão legais, rodeadas de amigos, divertidas. Parece que a felicidade da pessoa é me perseguir por todos os cantos, e fazer o possível pra me irritar, falar e me desejar o mal, me secar ou qualquer outra coisa do tipo. Mas pro governo dessa pessoa, eu sou bem armada contra esse tipo de criatura... Tenho um santo forte Graças à Deus, e me sinto um tanto quanto superior à esse tipo de comportamento. Tudo que você deseja pode pegar no meu carro, nas coisas materiais, mas em mim mesmo... não vem, desiste!!! Aliás... com essa idade toda, "família" e tal... ô meu bem, isso é coisa de adolescente não acha? Se bem que analisando, é bem imatura mesmo. Se não consegue alcançar seus objetivos, me diz: QUE DIABO EU TENHO A VER COM ISSO? Juro, não atrapalho o caminho de ninguém... nem o seu... Volta pro mar oferenda! Mas tudo bem criatura, se quiser continuar assim, continua... você pode me deixar roxa de raiva, mas dura só 3 segundos... o tempo que eu levo pra lembrar que eu tô a léééééééguas de distância de você no quesito "phynesse", rs!!! Sabe como é né... outro nível!
26 março, 2007
Volta barquinho!!!
Estou de volta!
Pra quem não sabe, estive fazendo um cruzeiro esses dias... Fomos à Buenos Aires (sinceramente, nada demais... mas Puma baratíssimo!), Punta Del Leste (Linda, linda, linda) e Portobelo (Linda e pequeeeeena!).
Na verdade esse post podia ser só uma frase "Se nunca fez um cruzeiro, faça!"
Não vou dizer que foi das turmas mais empolgadas com que já viajei, mas mesmo assim, outra realidade, outro mundo!
Não sei se é assim com todo mundo, mas pra mim foi. Me apeguei as pessoas, mesmo as que não ficaram minhas amigas, são tantos dias que vê-las ja era meio minha "rotina". Além dá tripulação... quase da minha família nossos garçons, rsrsrs! Além do barman que eu escolhi como futuro marido... mas isso é detalhe.
Lugares lindos, pessoas incríveis, trabalho maravilhoso da tripulação, all inclusive(o mais importante, hahaha), muita risada, muitas "pérolas", muita foto, muita saudade!
Acho que qualquer outro que eu faça, não terá tanta graça!
Pra quem não sabe, estive fazendo um cruzeiro esses dias... Fomos à Buenos Aires (sinceramente, nada demais... mas Puma baratíssimo!), Punta Del Leste (Linda, linda, linda) e Portobelo (Linda e pequeeeeena!).
Na verdade esse post podia ser só uma frase "Se nunca fez um cruzeiro, faça!"
Não vou dizer que foi das turmas mais empolgadas com que já viajei, mas mesmo assim, outra realidade, outro mundo!
Não sei se é assim com todo mundo, mas pra mim foi. Me apeguei as pessoas, mesmo as que não ficaram minhas amigas, são tantos dias que vê-las ja era meio minha "rotina". Além dá tripulação... quase da minha família nossos garçons, rsrsrs! Além do barman que eu escolhi como futuro marido... mas isso é detalhe.
Lugares lindos, pessoas incríveis, trabalho maravilhoso da tripulação, all inclusive(o mais importante, hahaha), muita risada, muitas "pérolas", muita foto, muita saudade!
Acho que qualquer outro que eu faça, não terá tanta graça!
15 março, 2007
Porque me irrita essa sensação de que estou sempre devendo pra alguma coisa...
Um encontro com amigos, uma conversa com a mãe, um almoço de domingo com a família, um tempo pra pensar no que EU quero, um curso pra carreira, um trabalho que recuso... sempre tem alguma coisa faltando. Me sinto tratante comigo mesma, pois o legal seria que saísse tudo perfeito, que houvesse tempo pra eu fazer tudo...
Mas não há! Melhor então desencanar e aderir a teoria do "devo não nego, pago quando puder"???
Um encontro com amigos, uma conversa com a mãe, um almoço de domingo com a família, um tempo pra pensar no que EU quero, um curso pra carreira, um trabalho que recuso... sempre tem alguma coisa faltando. Me sinto tratante comigo mesma, pois o legal seria que saísse tudo perfeito, que houvesse tempo pra eu fazer tudo...
Mas não há! Melhor então desencanar e aderir a teoria do "devo não nego, pago quando puder"???
11 março, 2007
Desaquenda!
Depois de dias de cão, fim de semana pra dar uma desanuviada básica. Sexta terminou gostosa, com a companhia que não é nada, mas faz bem... e com boas risadas.
O sábado passou do tranquilo, ao tenso, ao fervido em questão de horas... contando com atitudes transgressoras no meio da tarde, rrsrsrs!!! O fervo da noite, que foi mudado de última hora, ficou um pouquinho abaixo da espectativa no que diz respeito à "beleza do local", mas a música e os amigos queridos em volta compensaram. Foi bom conseguir fazer dar certo a 'saída' prometida há tempos. E nada como música bacana, uma boa consumação e a volta pra casa com o dia raiando pra esquecer dos "olhos gordos" da semana... Isso sem falar nos "encontros" do dia, que foram no mínimo engraçados!
Domingo preguiçoooooso... com a sensação que o fim de semana passou voando...
Que essa semana seja menos "secada" pelos outros!
O sábado passou do tranquilo, ao tenso, ao fervido em questão de horas... contando com atitudes transgressoras no meio da tarde, rrsrsrs!!! O fervo da noite, que foi mudado de última hora, ficou um pouquinho abaixo da espectativa no que diz respeito à "beleza do local", mas a música e os amigos queridos em volta compensaram. Foi bom conseguir fazer dar certo a 'saída' prometida há tempos. E nada como música bacana, uma boa consumação e a volta pra casa com o dia raiando pra esquecer dos "olhos gordos" da semana... Isso sem falar nos "encontros" do dia, que foram no mínimo engraçados!
Domingo preguiçoooooso... com a sensação que o fim de semana passou voando...
Que essa semana seja menos "secada" pelos outros!
06 março, 2007
Tudo errado ainda tá dando certo!
É, mesmo desistindo de investir numa pessoa... ela continua essencial.
Você sabe (ou se convenceu disso), não quer mais... tá tudo bem resolvido, não vale tanto a pena assim. Mas em contrapartida, você não quer que ela saia do seu campo de visão. É bom olhar, saber que ela ainda te vê, sentir a presença ainda. E não machuca (talvez um pouquinho??). Ela te faz bem, e você sente fazer pra à ela, mesmo desse jeito, meio frio, meio de longe. Acho que isso chama carinho não chama!?
Tudo bem, deu tudo errado, você já nem tenta mais. Mas ainda é ela que vai animar seu dia cagado, dar o abraço que você quis dar o dia todo e não teve em quem, te fazer rir mesmo caindo de cansaço, te botar pra cima com duas frases, fazer com que você vá pra casa cantando... Não! Ela não te deixou esperançosa novamente, muito pelo contrário, você continua cada dia mais realista. É tudo coisa de amigo!
Mas assim, sei lá... ô presença que faz bem!
Você sabe (ou se convenceu disso), não quer mais... tá tudo bem resolvido, não vale tanto a pena assim. Mas em contrapartida, você não quer que ela saia do seu campo de visão. É bom olhar, saber que ela ainda te vê, sentir a presença ainda. E não machuca (talvez um pouquinho??). Ela te faz bem, e você sente fazer pra à ela, mesmo desse jeito, meio frio, meio de longe. Acho que isso chama carinho não chama!?
Tudo bem, deu tudo errado, você já nem tenta mais. Mas ainda é ela que vai animar seu dia cagado, dar o abraço que você quis dar o dia todo e não teve em quem, te fazer rir mesmo caindo de cansaço, te botar pra cima com duas frases, fazer com que você vá pra casa cantando... Não! Ela não te deixou esperançosa novamente, muito pelo contrário, você continua cada dia mais realista. É tudo coisa de amigo!
Mas assim, sei lá... ô presença que faz bem!
Então ahasa na cara de paisagem...
Todo dia ouço aqui em casa minha mãe dizer que amigo da gente, é a gente mesmo.
Procuro não acreditar em algo assim tão radical, afinal deve ser muito triste só poder contar com si mesmo a todo momento.
Mas 100% amigo eu sei que ninguém é, porque eu também não sou. É praticamente impossível achar alguém que passe por cima das próprias coisas em função de alguma outra pessoa, se existe, eu nunca achei, e acho certo. No final das contas é "cada um com seu cada qual" certo?!
Mesmo assim, insisto em me apegar às pessoas... Já aprendi bastante sobre isso, sei que hoje existem pessoas que vejo e falo todo dia, mas que talvez daqui dois anos, eu nem tenha mais o telefone. E ao mesmo tempo, pessoas que não falo há algum tempo, mas que estarão no meu casamento, no batizado dos meus filhos, nas minhas bodas de prata... aquelas pessoas que ficam, independente da freqüência que nos vemos ou nos falamos.
Conviver em grupo é complicado, às vezes você pode despertar sentimentos que nem imagina nos outros... a felicidade (que nem sempre é tanta assim) alheia dói, incomoda, dá vontade de destruir... E disso o mundo tá cheio!!! De gente sonsa, que tem cara de "amor", mas que se pudesse faria o diabo com a vida do outro. Na verdade, acho que todo mundo tem um pouco disso dentro de si, então não dá pra escapar. O que acontece é que existem pessoas com essa "característica" exacerbada... E essas, por mais que tentem esconder a inveja/raiva/recalque... seja lá qual for o sentimento, mostram no olho... Ela pode estar falando maravilhas sobre você, mas só bater o olho, você já sabe...
Adoraria fazer um estudo sobre isso... o que leva as pessoas a serem tão falsas?! À "darem uma de louca", como diria minha amiga Poliana, pra cima dos outros?! Aos mais desavidados, pra cima de mim isso não adianta muito não... Tenho o ótimo hábito de descobrir e concluir coisas com a maior facilidade do mundo! Esconder coisas de mim não funciona... Então nem vem "dar de louca" pra mim, fazer cara de "querida"... que aqui não cola não!!!
(Sem endereço certo, ok?!)
Procuro não acreditar em algo assim tão radical, afinal deve ser muito triste só poder contar com si mesmo a todo momento.
Mas 100% amigo eu sei que ninguém é, porque eu também não sou. É praticamente impossível achar alguém que passe por cima das próprias coisas em função de alguma outra pessoa, se existe, eu nunca achei, e acho certo. No final das contas é "cada um com seu cada qual" certo?!
Mesmo assim, insisto em me apegar às pessoas... Já aprendi bastante sobre isso, sei que hoje existem pessoas que vejo e falo todo dia, mas que talvez daqui dois anos, eu nem tenha mais o telefone. E ao mesmo tempo, pessoas que não falo há algum tempo, mas que estarão no meu casamento, no batizado dos meus filhos, nas minhas bodas de prata... aquelas pessoas que ficam, independente da freqüência que nos vemos ou nos falamos.
Conviver em grupo é complicado, às vezes você pode despertar sentimentos que nem imagina nos outros... a felicidade (que nem sempre é tanta assim) alheia dói, incomoda, dá vontade de destruir... E disso o mundo tá cheio!!! De gente sonsa, que tem cara de "amor", mas que se pudesse faria o diabo com a vida do outro. Na verdade, acho que todo mundo tem um pouco disso dentro de si, então não dá pra escapar. O que acontece é que existem pessoas com essa "característica" exacerbada... E essas, por mais que tentem esconder a inveja/raiva/recalque... seja lá qual for o sentimento, mostram no olho... Ela pode estar falando maravilhas sobre você, mas só bater o olho, você já sabe...
Adoraria fazer um estudo sobre isso... o que leva as pessoas a serem tão falsas?! À "darem uma de louca", como diria minha amiga Poliana, pra cima dos outros?! Aos mais desavidados, pra cima de mim isso não adianta muito não... Tenho o ótimo hábito de descobrir e concluir coisas com a maior facilidade do mundo! Esconder coisas de mim não funciona... Então nem vem "dar de louca" pra mim, fazer cara de "querida"... que aqui não cola não!!!
(Sem endereço certo, ok?!)
03 março, 2007
E Parabéns pro cara que me aguentou, me bancou, me amou, me ensinou, me corrigiu, que viveu em função da família. O cara que foi embora, mas mesmo assim com algum propósito. Me amadureceu, me tornou responsável, me fez ter tantos objetivos, e ser tão obstinada para alcançá-los. O cara que agora me vigia de um lugar qualquer, e que não pretendo decepcionar...
Lembro das caças ao tesouro que eu inventava, as cartinhas, ou qualquer outra "obra de arte" que eu fazia, pra dar junto com aqueles presentes nada criativos. Ele parecia amar do mesmo jeito...
O pisciano mais capricorniano que eu já conheci (imagina?! TRÊS em casa?!?!!?)
Parabéns pai!!!!
Ps: e não é que eu agora vivo me interessando por piscianos!!!!?!!!! Genética!
Lembro das caças ao tesouro que eu inventava, as cartinhas, ou qualquer outra "obra de arte" que eu fazia, pra dar junto com aqueles presentes nada criativos. Ele parecia amar do mesmo jeito...
O pisciano mais capricorniano que eu já conheci (imagina?! TRÊS em casa?!?!!?)
Parabéns pai!!!!
Ps: e não é que eu agora vivo me interessando por piscianos!!!!?!!!! Genética!
Nada como reunir duas pessoas queridas, que fizeram parte de toda sua vida, tomar uma cerveja, botar a conversa em dia, saber todas as novas, relembrar, rir, pedir conselho, dar conselho, contar os problemas, as alegrias, saber das mudanças...
E no fundo perceber que por mais que os anos passem, a gente se desencontre, não saiba mais nada da vida da outra, tome outros rumos... continuaremos iguais, nos conhecendo só de olhar, falando todo tipo de verdade na cara mesmo, sem o menor receio de pegar mal, nos amando sem precisar de muitas declarações, estaremos lá, anos depois, como se tivessemos nos visto ontem!
Taí! Fez valer a semana!
E no fundo perceber que por mais que os anos passem, a gente se desencontre, não saiba mais nada da vida da outra, tome outros rumos... continuaremos iguais, nos conhecendo só de olhar, falando todo tipo de verdade na cara mesmo, sem o menor receio de pegar mal, nos amando sem precisar de muitas declarações, estaremos lá, anos depois, como se tivessemos nos visto ontem!
Taí! Fez valer a semana!
26 fevereiro, 2007
Tipo diário.
Descobri que aula de futebol será minha grande diversão do ano! Nunca vi tamanha falta de talento!!! (talvez porque eu ainda não tive basquete) E cansa viu?! Dei tanta canelada e bicuda que tô acabada!!! Como esportista eu sou uma excelente professora de ginástica... mas hoje devo dizer que muito pelo contrário do martírio das outras aulas na quadra, ri demais!!! Não, Poli? Dois talentos!
Volta às atividades extra-curriculares, e a incrível sensação de nutrir 21485732167 tipos de sentimento por uma mesma pessoa... Em menos de três horas, só pra esclarecer. Me faz bem essa relação, me anima, me deixa viva, me faz ter "assunto"... mas de minuto em minuto me dá uma raiva tão grande ser só um stand-by, e não ir pra frente (cagão!), ou então me passa pela cabeça que isso não tem graça nenhuma... freaky!!!
E pra encerrar, nada como levar uma cantada absurda de cafona, dum fulaninho que nunca te viu na vida! Naquele lugar, só o moço do parágrafo acima poderia me falar a bobagem que fosse.... Agooooooora, um fulaninho?! Fiz a phyna, mas não deixei sem resposta!
Volta às atividades extra-curriculares, e a incrível sensação de nutrir 21485732167 tipos de sentimento por uma mesma pessoa... Em menos de três horas, só pra esclarecer. Me faz bem essa relação, me anima, me deixa viva, me faz ter "assunto"... mas de minuto em minuto me dá uma raiva tão grande ser só um stand-by, e não ir pra frente (cagão!), ou então me passa pela cabeça que isso não tem graça nenhuma... freaky!!!
E pra encerrar, nada como levar uma cantada absurda de cafona, dum fulaninho que nunca te viu na vida! Naquele lugar, só o moço do parágrafo acima poderia me falar a bobagem que fosse.... Agooooooora, um fulaninho?! Fiz a phyna, mas não deixei sem resposta!
25 fevereiro, 2007
Vem Dançar
Acabei de assistir... Com o Antonio Banderas (espetáááculo) e seu sotaque. ADOREI! Baseado na história real do Pierre Dulaine, que tem um projeto que ensina dança de salão em escolas públicas em NY.
Assisti todos os extras, fiquei apaixonada pelo cara. Uma classe, uma postura, uma educação... Absurda! O filme é muito gostoso, dá vontade de fazer parte das aulas. Dançar é muito bom, deixa a alma leve... Legal também é ver como idéias que vem do nada, podem mudar ou melhorar a vida das pessoas.
Gostoso de assistir, e inspirador...
Aliás, alguém sabe onde tem uma escola de dança por aí?!?!
Assisti todos os extras, fiquei apaixonada pelo cara. Uma classe, uma postura, uma educação... Absurda! O filme é muito gostoso, dá vontade de fazer parte das aulas. Dançar é muito bom, deixa a alma leve... Legal também é ver como idéias que vem do nada, podem mudar ou melhorar a vida das pessoas.
Gostoso de assistir, e inspirador...
Aliás, alguém sabe onde tem uma escola de dança por aí?!?!
21 fevereiro, 2007
Só as cinzas...
Acabou o carnaval!
Ressucitei uma grande e antiga amizade... Nada como nossas boas e velhas risadas, fofocas, patadas. Uma baita amiga de infância, mesmo sem a gente se lembrar dessa época (é o seguinte, estudamos juntas no pré, e depois de uns 8 anos encontrei-a de novo numa outra escola, sem saber que era ela... e amigas até hoje), que foi a melhor amiga na adolescência, "casou", sumiu, e agora acho que voltaremos às boas.
Viajei, mesmo que rapidinho, com duas super amigas também... bem divertido, apesar de pouquiiiiissimo fervido.
E foi isso, agora tudo volta pros eixos, os planos saem do papel, as coisas andam...
Feliz Ano Novo pra você também!
Ressucitei uma grande e antiga amizade... Nada como nossas boas e velhas risadas, fofocas, patadas. Uma baita amiga de infância, mesmo sem a gente se lembrar dessa época (é o seguinte, estudamos juntas no pré, e depois de uns 8 anos encontrei-a de novo numa outra escola, sem saber que era ela... e amigas até hoje), que foi a melhor amiga na adolescência, "casou", sumiu, e agora acho que voltaremos às boas.
Viajei, mesmo que rapidinho, com duas super amigas também... bem divertido, apesar de pouquiiiiissimo fervido.
E foi isso, agora tudo volta pros eixos, os planos saem do papel, as coisas andam...
Feliz Ano Novo pra você também!
16 fevereiro, 2007
Scataplaft!!!! (16/02/07)
Capricórnio
Com a Lua no signo de Câncer você vai ter que administrar muito bem o tipo de expectativa que põe nas outras pessoas. Você pode ter a sensação que as coisas estão fora do seu controle e caminhando exatamente no sentido contrario do que você gostaria. Aproveite essa lentidão para rever todos os seus planos... .
Com a Lua no signo de Câncer você vai ter que administrar muito bem o tipo de expectativa que põe nas outras pessoas. Você pode ter a sensação que as coisas estão fora do seu controle e caminhando exatamente no sentido contrario do que você gostaria. Aproveite essa lentidão para rever todos os seus planos... .
Chegou muito cedo, o homem perfeito! Pô Santo Antônio!
Já foi dito, as características de "homem da vida de qualquer mulher" são claríssimas. Qualquer pessoa reconhece, todas. Mas caramba, Santo Antônio mandou ele meio na situação errada! Chegou cedo, cheio de enroscos, no lugar errado, mas do jeito certo (assim, com uma cara de "por acaso, coincidiu").
Aí, aparece... some... corresponde... corre... Nos desencontramos nos últimos tempos... como esperado. Também como previsto, o reecontro foi fatal.
Deveríamos ter sentido saudades, e estarmos com um monte de coisas pra contar um pro outro. Não estamos. Estamos soltando as mesmas (in)diretas e brincadeirinhas de sempre, mas em momentos desconexos... e um se esquivando das palavras do outro... parece que não está fluindo muito. Não por falta de vontade, coisa que dá pra notar nos olhos, mas por forças ocultas, não sei!!!
Santo Antônio, meu amigo... ajuda aí na sincronia... ou some com ele daqui! Só pra te avisar, eu quero casar... mas não agora!!!
Aí, aparece... some... corresponde... corre... Nos desencontramos nos últimos tempos... como esperado. Também como previsto, o reecontro foi fatal.
Deveríamos ter sentido saudades, e estarmos com um monte de coisas pra contar um pro outro. Não estamos. Estamos soltando as mesmas (in)diretas e brincadeirinhas de sempre, mas em momentos desconexos... e um se esquivando das palavras do outro... parece que não está fluindo muito. Não por falta de vontade, coisa que dá pra notar nos olhos, mas por forças ocultas, não sei!!!
Santo Antônio, meu amigo... ajuda aí na sincronia... ou some com ele daqui! Só pra te avisar, eu quero casar... mas não agora!!!
Carnaval, São Paulo, e tudo e tal...
Mais um carnaval chegando... eu em São Paulo, e o resto de tudo que eu quero em Salvador. E o plano "juntar grana e ir" continua ficando pra depois... Mas uma hora dá certo! Acho que o Durval, a Ivete, a Claudinha vão ter que esperar... e continuarão lá, tomara!
Ficarei por aqui... no máximo uma ida até o Guarujá, com volta prevista pra segunda feira... um suposto trabalho me chama! Ou não.
Falta empolgação, sobra frustração... Mais um sem Salvador, mais um sem viajar com a galera, mais um sem fazer os planos dar certo... Só falta chover!!! rs! Tudo bem que não tô lá tããão no espírito carnavalesco mesmo... mas algo podia rolar né?!
Depois, aula novamente... papel de nerd indo quinta e sexta... mas não tô podendo desperdiçar faltas...
Ficarei por aqui... no máximo uma ida até o Guarujá, com volta prevista pra segunda feira... um suposto trabalho me chama! Ou não.
Falta empolgação, sobra frustração... Mais um sem Salvador, mais um sem viajar com a galera, mais um sem fazer os planos dar certo... Só falta chover!!! rs! Tudo bem que não tô lá tããão no espírito carnavalesco mesmo... mas algo podia rolar né?!
Depois, aula novamente... papel de nerd indo quinta e sexta... mas não tô podendo desperdiçar faltas...
12 fevereiro, 2007
Normalidade
Acabou a semana de "volta ao normal"... Estou em aulas de novo (exceto amanhã que é trote), na rotina de novo, com um trabalho novo, e outro em negociação...
Continua tudo basicamente igual, turma sem mudanças, em casa discutindo a relação aos fins de semana, pouca conversa, tempo longo passado na faculdade, não necessariamente estudando, mesmo flerte, sentimentos meio confusos, mesma sensação de que algumas coisas na vida dos outros são incrivelmente melhores que algumas coisas suas... a impressão, e a certeza que você não pode destruir a "realidade perfeita" dos outros, por mais que seja essa sua vontade. Fica só na vontade.
Não estou devidamente empolgada com o trabalho novo... estou realista. Não queria trabalhar agora, e essa oportunidade me pareceu perfeita, por ocupar poucos dias da minha semana. Mas devo dizer que a primeira impressão não foi das melhores, afinal detesto falta de organização... Mesmo assim, vou deixar rolar, pois prometi que dessa vez vou cumprir minha palavra, e não sair surtando pela falta de pulso/organização/inteligência alheia.
Continuo com meu sério defeito de não conseguir conciliar amizades de diferentes "lugares"... Acho que não sou só eu q sofro com isso, pra mim é impossível sair, falar, fofocar, ter assunto com todos os meus "tipos" de amigos ao mesmo tempo. Não sei como dar a mesma quantidade de atenção, pros amigos da faculdade, pros de colégio, pros de trabalho e etc, tudo ao mesmo tempo!!! Deveria saber, mas não sei!
Ou seja, você sempre está em dívida com alguém! Esse domingo por exemplo, passei inteiro com o pessoal da facul- ótimo como sempre- e voltei pra casa "lembrando que esqueci" de ligar pra uma amiga de colégio. Preciso aprender a fazer duas coisas ao mesmo tempo... ou ter amigos de somente uma "espécie"!
Continua tudo basicamente igual, turma sem mudanças, em casa discutindo a relação aos fins de semana, pouca conversa, tempo longo passado na faculdade, não necessariamente estudando, mesmo flerte, sentimentos meio confusos, mesma sensação de que algumas coisas na vida dos outros são incrivelmente melhores que algumas coisas suas... a impressão, e a certeza que você não pode destruir a "realidade perfeita" dos outros, por mais que seja essa sua vontade. Fica só na vontade.
Não estou devidamente empolgada com o trabalho novo... estou realista. Não queria trabalhar agora, e essa oportunidade me pareceu perfeita, por ocupar poucos dias da minha semana. Mas devo dizer que a primeira impressão não foi das melhores, afinal detesto falta de organização... Mesmo assim, vou deixar rolar, pois prometi que dessa vez vou cumprir minha palavra, e não sair surtando pela falta de pulso/organização/inteligência alheia.
Continuo com meu sério defeito de não conseguir conciliar amizades de diferentes "lugares"... Acho que não sou só eu q sofro com isso, pra mim é impossível sair, falar, fofocar, ter assunto com todos os meus "tipos" de amigos ao mesmo tempo. Não sei como dar a mesma quantidade de atenção, pros amigos da faculdade, pros de colégio, pros de trabalho e etc, tudo ao mesmo tempo!!! Deveria saber, mas não sei!
Ou seja, você sempre está em dívida com alguém! Esse domingo por exemplo, passei inteiro com o pessoal da facul- ótimo como sempre- e voltei pra casa "lembrando que esqueci" de ligar pra uma amiga de colégio. Preciso aprender a fazer duas coisas ao mesmo tempo... ou ter amigos de somente uma "espécie"!
10 fevereiro, 2007
Desprendimento... (ou falta de)
Eu não sei perder! Definitivamente! Também sinto uma baita dificuldade pra mudar.
Não, eu não sou das pessoas mais amorosas do mundo, muito pelo contrário, passo longe disso... Porém, eu me apego - a tudo e todos - de uma maneira assustadoramente rápida e intensa.
Sou é uma besta, pois nem sempre isso é recíproco, e principalmente, quase nunca é benéfico visto que, mudanças são necessárias! Faz parte da vida não é?!
As vezes acabado prejudicando algumas áreas pra compensar esse meu "apego desesperado" por outras... No momento, o trabalho é o prejudicado da vez... meu lado racional aponta com toda certeza que eu devo abdicar de certas coisas e ir correr atrás... mas o emocional acha muuuuuuuuuuito cruel fazer isso com algo que eu amo tanto, e julga esse trabalho nem tão necessário assim (coisa que o racional concorda assim uns... 2%). Tá rolando um conflito mental... vamos ver quem ganha
Mas enfim, talvez o dia que eu resolver fazer terapia, análise ou qualquer coisa do gênero, eu consiga trabalhar melhor esse desprendimento, seja por pessoas, seja por coisas.
Não, eu não sou das pessoas mais amorosas do mundo, muito pelo contrário, passo longe disso... Porém, eu me apego - a tudo e todos - de uma maneira assustadoramente rápida e intensa.
Sou é uma besta, pois nem sempre isso é recíproco, e principalmente, quase nunca é benéfico visto que, mudanças são necessárias! Faz parte da vida não é?!
As vezes acabado prejudicando algumas áreas pra compensar esse meu "apego desesperado" por outras... No momento, o trabalho é o prejudicado da vez... meu lado racional aponta com toda certeza que eu devo abdicar de certas coisas e ir correr atrás... mas o emocional acha muuuuuuuuuuito cruel fazer isso com algo que eu amo tanto, e julga esse trabalho nem tão necessário assim (coisa que o racional concorda assim uns... 2%). Tá rolando um conflito mental... vamos ver quem ganha
Mas enfim, talvez o dia que eu resolver fazer terapia, análise ou qualquer coisa do gênero, eu consiga trabalhar melhor esse desprendimento, seja por pessoas, seja por coisas.
09 fevereiro, 2007
Já não dá mais pra saber o que tá acontecendo. Pode ser que seja por isso que eu queira lutar,usar todas as minhas armas, correr atrás mesmo... coisa que nunca fiz por ninguém. Sei lá, tem perfil de homem da minha vida... aquele que vou casar e envelhecer junto.
Ou não, pode ser só uma brincadeira minha, afinal não deixa de ser divertido esse jogo... daqui a pouco cansa, e ninguém lembra mais...nem eu!
Também é possível que não seja nada disso do que parece, que seja enganação pura, e eu aqui, bancando a idiota...
Pode ser só aquele "guardado" no fundo da gaveta sabe!? Que você nem usa, mas sabe que está lá... E quando não acha nada melhor, busca lá do fundo, só pra quebrar o galho, até comprar outra coisa.
Como faz pra adivinhar?!
Ou não, pode ser só uma brincadeira minha, afinal não deixa de ser divertido esse jogo... daqui a pouco cansa, e ninguém lembra mais...nem eu!
Também é possível que não seja nada disso do que parece, que seja enganação pura, e eu aqui, bancando a idiota...
Pode ser só aquele "guardado" no fundo da gaveta sabe!? Que você nem usa, mas sabe que está lá... E quando não acha nada melhor, busca lá do fundo, só pra quebrar o galho, até comprar outra coisa.
Como faz pra adivinhar?!
07 fevereiro, 2007
Juliana entrou, deu um "oi" meio sem graça e sentou. Ficou olhando aquele cara desconhecido, que até parecia interessante, mas nada demais...
Logo ele começou a falar... meio louco, dava a impressão que tinha fumado um "dos bons" antes de aparecer por ali. Não tinha um discurso chato, mas confuso, incoerente, um tanto quanto "viajante", saca?!
Ela reparou que o jeito de falar, o tom de voz, parecia com seu pai. Achou engraçado, pois esperava alguém mais enérgico, nada assim tão calmo e "aparentemente centrado", que chegasse até a lembrar o pai. Cada vez mais ela se convencia que ele realmente era adepto de um "cigarrinho do capeta" (rs!)... e lembrava demais do Fred, personagem de um livro que o amigo dela escreveu, e tinha lido há bem pouco tempo. Só que no livro, o tal do Fred até subia na mesa pra falar... No caso de Juliana não, ele estava ali sentado, olhando pra ela de minuto em minuto, coisa que já estava deixando-a meio incomodada. Foi quando ele puxou papo, e passou a falar umas coisas muitos estranhas, coisas que só ela sabia... ou melhor, ela achava que só ela sabia. Logo ele partiu pra outro assunto, Juliana ficou ali pensando... seria um curioso? Um maníaco? Detetive? Assassino? Admirador?
Só sei que ela foi embora meio com mania de perseguição...
Logo ele começou a falar... meio louco, dava a impressão que tinha fumado um "dos bons" antes de aparecer por ali. Não tinha um discurso chato, mas confuso, incoerente, um tanto quanto "viajante", saca?!
Ela reparou que o jeito de falar, o tom de voz, parecia com seu pai. Achou engraçado, pois esperava alguém mais enérgico, nada assim tão calmo e "aparentemente centrado", que chegasse até a lembrar o pai. Cada vez mais ela se convencia que ele realmente era adepto de um "cigarrinho do capeta" (rs!)... e lembrava demais do Fred, personagem de um livro que o amigo dela escreveu, e tinha lido há bem pouco tempo. Só que no livro, o tal do Fred até subia na mesa pra falar... No caso de Juliana não, ele estava ali sentado, olhando pra ela de minuto em minuto, coisa que já estava deixando-a meio incomodada. Foi quando ele puxou papo, e passou a falar umas coisas muitos estranhas, coisas que só ela sabia... ou melhor, ela achava que só ela sabia. Logo ele partiu pra outro assunto, Juliana ficou ali pensando... seria um curioso? Um maníaco? Detetive? Assassino? Admirador?
Só sei que ela foi embora meio com mania de perseguição...
06 fevereiro, 2007
Voltamos a apresentar...
Sim, segundona de fim de férias! Eu já não sei se agradeço ou choro... porque é sempre assim, chega um ponto das férias onde não ter nada pra fazer incomoda. Mas quando as coisas voltam, bate aquela saudade...
Mas enfim, aulas novamente (que neste momento de desemprego por pura opção - Graças à Deus não "por falta de"- tem sido a minha unica atividade rotineira)! Matérias novas, digamos que não seja um semestre que me empolgue tanto (futebol, voleibol e afins não são muito meu forte), mas dizem que não se faz muita coisa nesse ano... ao contrário do passado, que quase enlouqueci. Talvez sejam "férias" pois o próximo ano é pauleira.
As pessoas continuam as mesmas, tirando um corte de cabelo, uma tintura, ou uma fofoca nova... (na verdade, só um 'babado', mas que é tão forte que já valeu pelo ano todo). Ganhamos um prédio novinho, cheirando a tinta ainda, só para nós... Tudo bem que a sala é um absurdo de abafada, tem uma bela vista para o "nada" (vou viajar nas aulas agora olhando para o céu, literalmente) e tem carteiras não muito favoráveis para canhotos, como eu... Mas pelo menos serve pra ver que eu não pago um absurdo por mês em vão.
Os professores a gente já conhece dos corredores... mas devo dizer que é bem engraçado ter aula com um cara poucos anos mais velho que você, como o meu prof de futebol... Daqueles que vão tomar cerveja e viajar com os alunos. Além dele, tem mais um, que ainda não me deu aula... e além de jovem, bem-sucedido, ainda é bonito, rs!
É bacana ver caras tão novos, mas suuuuuper bem de vida. Pelo menos dá a impressão de que eu não vou necessariamente passar minha vida mendigando uma hr/aula melhor numa academia qualquer por aí.
E assim começamos o ano... planejando sucesso antes dos 30 (com muita ralação, claro)... Rs! Acho digno!
Mas enfim, aulas novamente (que neste momento de desemprego por pura opção - Graças à Deus não "por falta de"- tem sido a minha unica atividade rotineira)! Matérias novas, digamos que não seja um semestre que me empolgue tanto (futebol, voleibol e afins não são muito meu forte), mas dizem que não se faz muita coisa nesse ano... ao contrário do passado, que quase enlouqueci. Talvez sejam "férias" pois o próximo ano é pauleira.
As pessoas continuam as mesmas, tirando um corte de cabelo, uma tintura, ou uma fofoca nova... (na verdade, só um 'babado', mas que é tão forte que já valeu pelo ano todo). Ganhamos um prédio novinho, cheirando a tinta ainda, só para nós... Tudo bem que a sala é um absurdo de abafada, tem uma bela vista para o "nada" (vou viajar nas aulas agora olhando para o céu, literalmente) e tem carteiras não muito favoráveis para canhotos, como eu... Mas pelo menos serve pra ver que eu não pago um absurdo por mês em vão.
Os professores a gente já conhece dos corredores... mas devo dizer que é bem engraçado ter aula com um cara poucos anos mais velho que você, como o meu prof de futebol... Daqueles que vão tomar cerveja e viajar com os alunos. Além dele, tem mais um, que ainda não me deu aula... e além de jovem, bem-sucedido, ainda é bonito, rs!
É bacana ver caras tão novos, mas suuuuuper bem de vida. Pelo menos dá a impressão de que eu não vou necessariamente passar minha vida mendigando uma hr/aula melhor numa academia qualquer por aí.
E assim começamos o ano... planejando sucesso antes dos 30 (com muita ralação, claro)... Rs! Acho digno!
01 fevereiro, 2007
Momentos onde você não sabe onde enfiar a cara...
É foda! O título já diz tudo...
Aquele fora que você dá, aquele momento que podia não estar acontecendo, aquela cena bizarra que parece mentira, aquela hora que te pegam desprevinido...
Só hoje foram três...
Um: pega completamente desprevinida, num momento onde não há como reverter. Saída: fazer cara de paisagem, e ignorar totalmente o problema na hora, mesmo sabendo que é feio... Passado o ocorrido, tentar consertar... ou melhor, conseguir consertar.
Dois: ouvir uma verdade tão grande, mas tãããão grande sobre você, que você ainda insiste em negar, pois apesar de verdade, é um tanto quanto constrangedor/ impróprio/ errado/ pecado. Saída: Levar pro lado da piada (sempre!), como se fosse tuuuuudo mentira deslavada! E engraçadíssima, aliás! Ha-Ha-Ha!
Três: descobrem algo que nínguem deveria descobrir, pelo simples fato que aquilo não deveria ter acontecido! O tal do negócio é tão "queima-filme", que você tenta maquiá-lo, mas se descuida um pouquinho de nada... e num "fora" descobrem... e pedem justificativas! Saída: No caso de não saber mentir como eu, dê risada... fale uma meia dúzia de palavras confusas como justificativa, embaralhe a cabeça de quem está perguntando, e saia de fininho.
Aquele fora que você dá, aquele momento que podia não estar acontecendo, aquela cena bizarra que parece mentira, aquela hora que te pegam desprevinido...
Só hoje foram três...
Um: pega completamente desprevinida, num momento onde não há como reverter. Saída: fazer cara de paisagem, e ignorar totalmente o problema na hora, mesmo sabendo que é feio... Passado o ocorrido, tentar consertar... ou melhor, conseguir consertar.
Dois: ouvir uma verdade tão grande, mas tãããão grande sobre você, que você ainda insiste em negar, pois apesar de verdade, é um tanto quanto constrangedor/ impróprio/ errado/ pecado. Saída: Levar pro lado da piada (sempre!), como se fosse tuuuuudo mentira deslavada! E engraçadíssima, aliás! Ha-Ha-Ha!
Três: descobrem algo que nínguem deveria descobrir, pelo simples fato que aquilo não deveria ter acontecido! O tal do negócio é tão "queima-filme", que você tenta maquiá-lo, mas se descuida um pouquinho de nada... e num "fora" descobrem... e pedem justificativas! Saída: No caso de não saber mentir como eu, dê risada... fale uma meia dúzia de palavras confusas como justificativa, embaralhe a cabeça de quem está perguntando, e saia de fininho.
29 janeiro, 2007
Amor e Ódio
Não sou das mais "habilidosas" quando se trata de conviver com as pessoas. Tenho dificuldades em admitir que estou errada, e quando admito, é só pra mim mesma... pros outros continuo dizendo que estava certa. Tenho dificuldade em aceitar a opinião alheia na minha vida, afinal por a MINHA vida, teóricamente não diz respeito somente à MINHA pessoa?! Não gosto de gente intrometida, não gosto de gente que quer parecer mais do que é, e principalmente, não gosto de gente que realmente PENSA ser mais do que é...
Isso - e mais um monte de outros fatores que podem aparecer - faz com que eu tenha uma certa "bipolaridade" nos meus sentimentos pelas pessoas. Eu posso não gostar de tudo isso que eu disse mais pra cima, só que a realidade é que toda hora tenho que lidar com isso.
Todo mundo tem defeito, e vez ou outra acho pessoas que amo (muito, as vezes) com alguma característica das que eu odeio... Danou-se!
É um sentimento muito louco! Basta uma frasezinha fora do lugar, um comentário meio 'se achando', um conselho que eu não pedi, um ato contrário ao que eu queria... Pronto! Despenco do maior amor do mundo, pra alguns segundos de um ódio capaz de me dar vontade de fazer uma loucura.
Quero ver o dia que esses segundo começarem a querer virar minutos...
Isso - e mais um monte de outros fatores que podem aparecer - faz com que eu tenha uma certa "bipolaridade" nos meus sentimentos pelas pessoas. Eu posso não gostar de tudo isso que eu disse mais pra cima, só que a realidade é que toda hora tenho que lidar com isso.
Todo mundo tem defeito, e vez ou outra acho pessoas que amo (muito, as vezes) com alguma característica das que eu odeio... Danou-se!
É um sentimento muito louco! Basta uma frasezinha fora do lugar, um comentário meio 'se achando', um conselho que eu não pedi, um ato contrário ao que eu queria... Pronto! Despenco do maior amor do mundo, pra alguns segundos de um ódio capaz de me dar vontade de fazer uma loucura.
Quero ver o dia que esses segundo começarem a querer virar minutos...
18 janeiro, 2007
Pós aniversário...
Ando sem muita concentração, inspiração... sei lá, pra escrever...
Tenho dedicado muito tempo ao "nada", e isso me irrita um pouco.
Férias é bom, mas cansa... quero logo é pegar meus bixos no trote, e voltar a ter obrigações, eu adoro rotina, até meus problemas são legais.
Tudo tranquilo de aniversário... e uma foto magnífica do sol nascendo pelo vidro do meu carro, voltando da balada. Balada gay, é claro, devido ao som, devido ao clima... definitivamente não devido à minha opção sexual... hahaha aí só se for micareta (rs!)! Mas pelo menos eu posso dançar enlouquecida, sem precisar me livrar de possíveis criaturas inconvenientes do sexo masculino. Danço, berro, dispiroco, e ninguém dá a mínima... é ótimo!!! Tá ok, sinto uma certa tristeza em alguns momentos, afinal sempre tem uns caras muitos lindos que eu adoraria que se tornassem "inconvenientes", mas lá... são gays! E viva a diversidade, não?!
Aniversário também serve pra você fazer uma seleção de amigos (tudo bem que eu não sou uma pessoas assim lá de taaaaantos amigos)... os que te adoram, os que são carinhosos, os que fingem, os que aparecem na necessidade, os que não estão nem aí, os que nem amigos são, os que surpreendem... confesso que tive surpresas boas, e decepções que eu já previa.
Nenhuma mudança por conta da idade... a eterna frustração de ter uma família onde somos dependentes por muito tempo, não por nossa culpa. Talvez eu seja a que mais transgride essa regra, por isso minha fama não anda lá muito boa... mas vamos levando. Tenho em mim mesma, a melhor terapeuta que conheço, então não há muito problema... Consigo relevar (ou revelar, em homenagem à Fê), me manter no salto, com o make-up intacto, sempre muuuuuito digna! Afinal, a beesha aqui tem que ser chique, certo?!
Tenho dedicado muito tempo ao "nada", e isso me irrita um pouco.
Férias é bom, mas cansa... quero logo é pegar meus bixos no trote, e voltar a ter obrigações, eu adoro rotina, até meus problemas são legais.
Tudo tranquilo de aniversário... e uma foto magnífica do sol nascendo pelo vidro do meu carro, voltando da balada. Balada gay, é claro, devido ao som, devido ao clima... definitivamente não devido à minha opção sexual... hahaha aí só se for micareta (rs!)! Mas pelo menos eu posso dançar enlouquecida, sem precisar me livrar de possíveis criaturas inconvenientes do sexo masculino. Danço, berro, dispiroco, e ninguém dá a mínima... é ótimo!!! Tá ok, sinto uma certa tristeza em alguns momentos, afinal sempre tem uns caras muitos lindos que eu adoraria que se tornassem "inconvenientes", mas lá... são gays! E viva a diversidade, não?!
Aniversário também serve pra você fazer uma seleção de amigos (tudo bem que eu não sou uma pessoas assim lá de taaaaantos amigos)... os que te adoram, os que são carinhosos, os que fingem, os que aparecem na necessidade, os que não estão nem aí, os que nem amigos são, os que surpreendem... confesso que tive surpresas boas, e decepções que eu já previa.
Nenhuma mudança por conta da idade... a eterna frustração de ter uma família onde somos dependentes por muito tempo, não por nossa culpa. Talvez eu seja a que mais transgride essa regra, por isso minha fama não anda lá muito boa... mas vamos levando. Tenho em mim mesma, a melhor terapeuta que conheço, então não há muito problema... Consigo relevar (ou revelar, em homenagem à Fê), me manter no salto, com o make-up intacto, sempre muuuuuito digna! Afinal, a beesha aqui tem que ser chique, certo?!
11 janeiro, 2007
08 janeiro, 2007
Oi pai!
Resolvi escrever contando as novidades, afinal já tem tempo que a gente não se fala né?! Apesar que eu acho que você deve estar acompanhando as novidades por aí, não tá?!
Nossa, quanta coisa aconteceu nesse tempo todo!!! Quase cinco anos né... tempo pra caramba! Olha, foi tensa aquela época que você foi embora, mas até que conseguimos manter o controle... Sobre dinheiro não houve muito problema né, sorte a nossa que você trabalhava no Estado, o que deixou a gente relativamente estável. A mãe deu uma pirada, afinal não tava acostumada a fazer tudo sozinha... até hoje ela fica meio louca as vezes, mas no fundo ela tá feliz, eu acho. Ah! Depois daquela maratona de cirurgias naquela época, ela fez mais uma, pra colocar uma "tela" no local que ela tinha aberto daquela vez, deu tudo certo, e está tudo ok desde então, Graças à Deus! A família dela continua igual, todo mundo se intromete, dá palpite na vida do outro, mas no fundo se ama. A mãe continua pedindo opinião pra vó até pra ir ao banheiro, hehehehe, mas fazer o quê, né?! A mulher do meu tio teve derrame igual ao seu, mas não conseguiu continuar trabalhando como você... Aliás, só você pra ter tido tanta força de vontade de voltar à trabalhar, sempre fico emocionada de pensar nisso.
Hoje mesmo passei ali onde você pegava o ônibus e ficava pra gente ir buscar, e lembrei horrores daquela época... Deu tanta saudade. De ouvir o telefone tocar sete e meia, pra ir buscar você, de ir na La Ville comprar pão, e você tomar o seu "Dreher" de sempre... Ir aos sábados comprar pizza ou hamburgueres... As pizzas de hoje em dia não tem mais o mesmo gosto.
Com a sua irmã, sobrinhos e afins eu praticamente nunca mais falei... por falta de interesse de ambas as partes, tava até lembrando bastante deles esses dias, não sei porquê.
Bom, sobre mim... Meses depois que você foi embora, eu entrei numa academia (mais precisamente no dia dois de dezembro de 2002). Pai... "cê" não tem idéia de como meus planos mudaram por causa disso!!! Lembra que eu ia fazer Publicidade?! Então...
Terminei o colegial lá na Fieb mesmo, fiz amigos ótimos, você lembra daquele meu primeiro ano lá né? Eu não parava em casa (talvez até me arrependa um pouco disso)! Aproveitei bastante essa fase, e quando tava tudo programado pra eu fazer Moda (tinha mudado de idéia), decidi mudar radicalmente pra Educação Física... por causa da minha 'paixão' pela ginástica e tal... Quem diria, não?!
Aí prestei, adivinha onde?! Mackenzie... voltei pro primeiro lugar onde estudei! Amo lá pai, tanto... mas tanto...
Continua enorme, e bem parecido com aquela época que eu era pequena... Arrumei umas amigas que pegam aquele "seu" ônibus pra ir pra casa, o "Armênia", hehehe! Sempre lembro de você quando elas falam sobre isso, vejo o tal do Urubupungá Leito todo dia! Hehe!
Aliás, quase tudo na faculdade me lembra você, afinal lembro que era louco pra me ver formada! De algum jeito verá, né?! Formada e feliz, porque descobri que é uma área encantadora, eu amo muito! Apesar que não desisti da Publicidade não... só adiei! Quero conseguir trabalhar em algo que una as duas áreas... ou fazer um mestrado e dar aula em faculdade talvez... Sei lá, só sei que vou ter que estudar horrores!!! Filha de peixe, né?!
Comprei um carro!!! Palio, preto e zero... bem coisa de filha mimada... hahahaha! Já tem um tempo que tirei a carta, e modéstia à parte, eu arraso no volante! Corro igual você, mas não herdei aquele costume aterrorizante de colar no carro da frente, ufa! Haha!
Ah! A Luana continua aqui sabia?! Tá ficando velhinha já, fez 10 anos, já passou por um monte de coisa, atropelamento, tumor, quebrou a pata, ixi um monte de coisa! Mas ela parece mais gato do que cachorro, tem um monte de vidas! Hehehe! Continua toda louca e agitada, apesar das patas não serem mais as mesmas... Vez ou outra ela ainda deita na porta do seu quarto, meio esperando você acordar no fim de semana. E quando o telefone toca lá pelas 19h, e alguém levanta pra sair... ela ainda acha que é pra te buscar! Engraçado como cachorro aprende as coisas...
Em resumo, é isso dad... Pode ficar tranqüilo, que tá tudo sob controle aqui... Tem horas que as coisas dão defeito, mas acontece. Vira e mexe dá um 'surto' de saudades, e eu brigo comigo mesma por minha memória ser meio falha de vez em quando... Mas tô levando... tô feliz! Fica sossegado.
Beijos e saudades sempre,
Natane NALIN
Resolvi escrever contando as novidades, afinal já tem tempo que a gente não se fala né?! Apesar que eu acho que você deve estar acompanhando as novidades por aí, não tá?!
Nossa, quanta coisa aconteceu nesse tempo todo!!! Quase cinco anos né... tempo pra caramba! Olha, foi tensa aquela época que você foi embora, mas até que conseguimos manter o controle... Sobre dinheiro não houve muito problema né, sorte a nossa que você trabalhava no Estado, o que deixou a gente relativamente estável. A mãe deu uma pirada, afinal não tava acostumada a fazer tudo sozinha... até hoje ela fica meio louca as vezes, mas no fundo ela tá feliz, eu acho. Ah! Depois daquela maratona de cirurgias naquela época, ela fez mais uma, pra colocar uma "tela" no local que ela tinha aberto daquela vez, deu tudo certo, e está tudo ok desde então, Graças à Deus! A família dela continua igual, todo mundo se intromete, dá palpite na vida do outro, mas no fundo se ama. A mãe continua pedindo opinião pra vó até pra ir ao banheiro, hehehehe, mas fazer o quê, né?! A mulher do meu tio teve derrame igual ao seu, mas não conseguiu continuar trabalhando como você... Aliás, só você pra ter tido tanta força de vontade de voltar à trabalhar, sempre fico emocionada de pensar nisso.
Hoje mesmo passei ali onde você pegava o ônibus e ficava pra gente ir buscar, e lembrei horrores daquela época... Deu tanta saudade. De ouvir o telefone tocar sete e meia, pra ir buscar você, de ir na La Ville comprar pão, e você tomar o seu "Dreher" de sempre... Ir aos sábados comprar pizza ou hamburgueres... As pizzas de hoje em dia não tem mais o mesmo gosto.
Com a sua irmã, sobrinhos e afins eu praticamente nunca mais falei... por falta de interesse de ambas as partes, tava até lembrando bastante deles esses dias, não sei porquê.
Bom, sobre mim... Meses depois que você foi embora, eu entrei numa academia (mais precisamente no dia dois de dezembro de 2002). Pai... "cê" não tem idéia de como meus planos mudaram por causa disso!!! Lembra que eu ia fazer Publicidade?! Então...
Terminei o colegial lá na Fieb mesmo, fiz amigos ótimos, você lembra daquele meu primeiro ano lá né? Eu não parava em casa (talvez até me arrependa um pouco disso)! Aproveitei bastante essa fase, e quando tava tudo programado pra eu fazer Moda (tinha mudado de idéia), decidi mudar radicalmente pra Educação Física... por causa da minha 'paixão' pela ginástica e tal... Quem diria, não?!
Aí prestei, adivinha onde?! Mackenzie... voltei pro primeiro lugar onde estudei! Amo lá pai, tanto... mas tanto...
Continua enorme, e bem parecido com aquela época que eu era pequena... Arrumei umas amigas que pegam aquele "seu" ônibus pra ir pra casa, o "Armênia", hehehe! Sempre lembro de você quando elas falam sobre isso, vejo o tal do Urubupungá Leito todo dia! Hehe!
Aliás, quase tudo na faculdade me lembra você, afinal lembro que era louco pra me ver formada! De algum jeito verá, né?! Formada e feliz, porque descobri que é uma área encantadora, eu amo muito! Apesar que não desisti da Publicidade não... só adiei! Quero conseguir trabalhar em algo que una as duas áreas... ou fazer um mestrado e dar aula em faculdade talvez... Sei lá, só sei que vou ter que estudar horrores!!! Filha de peixe, né?!
Comprei um carro!!! Palio, preto e zero... bem coisa de filha mimada... hahahaha! Já tem um tempo que tirei a carta, e modéstia à parte, eu arraso no volante! Corro igual você, mas não herdei aquele costume aterrorizante de colar no carro da frente, ufa! Haha!
Ah! A Luana continua aqui sabia?! Tá ficando velhinha já, fez 10 anos, já passou por um monte de coisa, atropelamento, tumor, quebrou a pata, ixi um monte de coisa! Mas ela parece mais gato do que cachorro, tem um monte de vidas! Hehehe! Continua toda louca e agitada, apesar das patas não serem mais as mesmas... Vez ou outra ela ainda deita na porta do seu quarto, meio esperando você acordar no fim de semana. E quando o telefone toca lá pelas 19h, e alguém levanta pra sair... ela ainda acha que é pra te buscar! Engraçado como cachorro aprende as coisas...
Em resumo, é isso dad... Pode ficar tranqüilo, que tá tudo sob controle aqui... Tem horas que as coisas dão defeito, mas acontece. Vira e mexe dá um 'surto' de saudades, e eu brigo comigo mesma por minha memória ser meio falha de vez em quando... Mas tô levando... tô feliz! Fica sossegado.
Beijos e saudades sempre,
Natane NALIN
01 janeiro, 2007
5, 4, 3, 2, 1... 2007!
E não é que o calendário continua rebelde?
Já estamos em 2007, e nada mudou ainda! É engraçado como todo mundo promete ou espera mudanças nessa época... Como se uma data fosse fator determinantes pra algumas atitudes...
Num reveillon meio fora dos "meus" padrões, fui pra praia (muvucadíssima aliás), vi os fogos (medo, como sempre), tive meu momento autista, de ficar em silêncio olhando o nada, e rezando, repassando tudo, e nesse ano especialmente agradecendo muito!!!!!!!!! De pedidos? Só saúde, o resto é resto. Estava com gente querida, que de uma forma ou de outra me pass boas energias.
Fora isso, nada de extraordinário, só o trivial mesmo, até porque eu não estaria aqui escrevendo essa hora, se a situação fosse diferente... rs!
Já a despedida de 2006 não foi nada trivial!!! Fechado com chave de ouro, como quase tudo que aconteceu esse ano... música boa, vibe boa, gente boa ao redor... e chuva, pra lavar as poucas coisas ruins do ano e levar embora.
Não fiz nenhum plano novo, nenhuma promessa. Acredito que não é necessário estabelecer datas pra fazer mudanças na nossa vida. Se você fez, espero que pelo menos as cumpra... Se não fez, faça as mudanças que quiser, no momento que bem entender, assim como eu.
De qualquer maneira, Feliz Ano Novo!
Já estamos em 2007, e nada mudou ainda! É engraçado como todo mundo promete ou espera mudanças nessa época... Como se uma data fosse fator determinantes pra algumas atitudes...
Num reveillon meio fora dos "meus" padrões, fui pra praia (muvucadíssima aliás), vi os fogos (medo, como sempre), tive meu momento autista, de ficar em silêncio olhando o nada, e rezando, repassando tudo, e nesse ano especialmente agradecendo muito!!!!!!!!! De pedidos? Só saúde, o resto é resto. Estava com gente querida, que de uma forma ou de outra me pass boas energias.
Fora isso, nada de extraordinário, só o trivial mesmo, até porque eu não estaria aqui escrevendo essa hora, se a situação fosse diferente... rs!
Já a despedida de 2006 não foi nada trivial!!! Fechado com chave de ouro, como quase tudo que aconteceu esse ano... música boa, vibe boa, gente boa ao redor... e chuva, pra lavar as poucas coisas ruins do ano e levar embora.
Não fiz nenhum plano novo, nenhuma promessa. Acredito que não é necessário estabelecer datas pra fazer mudanças na nossa vida. Se você fez, espero que pelo menos as cumpra... Se não fez, faça as mudanças que quiser, no momento que bem entender, assim como eu.
De qualquer maneira, Feliz Ano Novo!
Assinar:
Postagens (Atom)