Sabe 'zica'? É... urucubaca mesmo! Me jogaram das fortes...
Tá tudo um erro, estou gorda, encalhada, insatisfeita no trabalho, sem um puto no bolso... muito menos na conta, em pé de guerra em casa, com chefe atrás de mim, entrando de férias sem a menor previsão de viajar ou me divertir de verdade...
Mas eu tô ÓTIMA!
O mundo tá meio caindo em cima da minha cabeça, mas eu estou é me divertindo com ele... situação engraçada essa... Óbvio que se você me pegar atacada em algum momento, é por causa dessa zona toda que eu escrevi aí em cima... mas de maneira geral, eu estou muito bem, nem ligando pro inferno aqui do meu ladinho... Será um sinal?!
...bur I feel fiiiiiiiiiiiiiine!!!
29 novembro, 2007
27 novembro, 2007
Jesus amado, que dia enorme... não tá passando, juro!
Desde a laboral láááá no começo da manhã, até esse momento "papos bobos no msn", parece que já passaram uns 4 dias!!! Estou cansada, mas o corpo não desliga. O fuso está todo bagunçado, isso que eu nem de férias - oficialmente - ainda estou.
O dia está comprido, mas até não esteve ruim... gastei energia, fiz muita coisa, rendeu! Encontrei gente querida, gente que me serviu de inspiração, e hoje posso dizer que caminho lado a lado... além é claro, de comprovar a tese que "uma vez amor platônico, sempre amor platônico", é no mínimo engraçado encontrar 'amores' após muito tempo... Claro que não existe mais "aquela coisa", mas sempre fica um sentimento "fofinho"... um brilhinho no olho... Mais legal ainda, quando ele serviu como alguma inspiração, e hoje você vê que deu certo... é lindo, mas também é bizarro! Mas isso é outra história...
Desde a laboral láááá no começo da manhã, até esse momento "papos bobos no msn", parece que já passaram uns 4 dias!!! Estou cansada, mas o corpo não desliga. O fuso está todo bagunçado, isso que eu nem de férias - oficialmente - ainda estou.
O dia está comprido, mas até não esteve ruim... gastei energia, fiz muita coisa, rendeu! Encontrei gente querida, gente que me serviu de inspiração, e hoje posso dizer que caminho lado a lado... além é claro, de comprovar a tese que "uma vez amor platônico, sempre amor platônico", é no mínimo engraçado encontrar 'amores' após muito tempo... Claro que não existe mais "aquela coisa", mas sempre fica um sentimento "fofinho"... um brilhinho no olho... Mais legal ainda, quando ele serviu como alguma inspiração, e hoje você vê que deu certo... é lindo, mas também é bizarro! Mas isso é outra história...
22 novembro, 2007
Tati Bernardi, como sempre incrível! www.tatibernardi.com.br
Eu odeio a Mariúsca Cristina
Mariúsca Cristina tem bigode. Que ela tinge com blondor vagabundo e fica parecendo um gato de rua. Ela tem uma pancinha nojenta cheia de pêlos que ela também tinge com o mesmo blondor vagabundo. Sempre que pode, ela valoriza sua pancinha com alguma mini-blusa de tecido vagabundo com brilhos e calça justérrima com barras de lantejoula.
Mariúsca Cristina, ou Mariúúúú para os colegas (pobre nunca fala que tem amigo, só tem colega), tem um sonho: conhecer o Cristo Redentor. E nesse final de semana, Janderson, seu namorado que trabalha no ramo alimentício (ele limpa o banheiro de um restaurante), planejou pedi-la em casamento justamente no Cristo. Só que vai ser naquele cabeçudo de Serra Negra mesmo. Que é o que dá pra fazer.
Mariúsca vai aceitar, feliz da vida e, para comemorar, o casal vai dormir em um hotel beira de estrada e pedir camarão. A última vez que Mariúúúú comeu camarão foi, foi...Na verdade essa é a primeira vez que ela come camarão. Mais tarde Janderson vai acordar com a maior dor de barriga porque o camarão tava estragado mas vai se recusar a passar mal, afinal, aquele danado do peixe custou mais de vinte reais o casal.E eu odeio a Mariúsca, com toda a força do meu ser. Odeio sua voz de sonsa e seu sotaque entre o analfabeto e o mongolóide. Odeio que ela rebole sua bunda gigantesca como se uma bunda valesse qualquer diploma, livro, filme, viagem ou bom papo. Ela só tem aquela bunda e um pouco de talento para tirar cutículas. Mas o que eu mais odeio nessa vaca da Mariúsca é que ela tem a única coisa que eu quis ter a minha vida inteira e jamais consegui: ela é ininterruptamente feliz.
Janderson é baixinho, pobre, emberebado, burro e fede. Mas ela é o ama simplesmente porque resolveu que ama e nunca entrou em crise pra saber se ele é ou não bom o suficiente pra ela. Poxa, se ele a leva no Cristo e compra camarão deve ser o homem da sua vida. Seu emprego no salão de beleza de quinta categoria fica a 3 horas e meia da sua casa e paga 345 reais por mês. Mas a desgraçada faz todo o trajeto, ida e volta, na chuva ou no sol, andando ou parada, sorrindo.
Ela nunca conheceu seu pai, nem sabe quem é. Nem por isso faz de sua vida um drama. Aliás, ela odeia filme de drama. Aliás, ela odeia filme porque dá sono. Odeia ler também. O que ela gosta mesmo é de ver os programas dominicais com bandas de pagode. Ela não sofre porque não dá para ir a Paris todo mês ou porque o novo filme do Lars Von Trien tinha esgotado logo quando chegou sua vez. Aliás, ela nem sabe direito onde fica Paris e se você falar “Lars Von Trien” para ela, vai ouvir um “vai você, sua besta”.
Mariúsca não sabe o que é verotina. O remédio que o psiquiatra me passou pra ver se eu volto a ver um pouco de graça na vida. verotina pra ela deve ser a nova manicure. Ou, porque o nome é um pouco mais chique que Mariúsca, a nova cabeleireira. Verotina, me corta um pouco as pontas. Mas se eu explicar pra ela que na verdade é “verotina, não me deixe cortar os pulsos” ela não vai entender nada. Certamente ela me diria: “mas com uma vida tão linda, cheia de Jandersons, colegas da condução, blondor, camarões, bandas de pagode e cristos cabeçudos de Serra Negra, como é que um ser humano vai querer morrer?
Mariúsca não sabe que mesmo eu fazendo musculação 3 vezes pó semana, corrida duas e drenagem uma, eu ainda acho que deveria ter uma lei que me proibisse de andar sem canga pelas areias de Maresias. Ela também não sabe o desespero que é você ler, ler e ler, e continuar sabendo que não leu nem um quinto do que deveria ter lido pra ser alguém minimamente culto. Ela não sabe a agonia que é estar parado no trânsito da Rebouças com tantas praias lindas no Brasil e tantos cafés perfeitos na Europa. Ela não sabe como é terrível esperar que apareça alguém pra me fazer feliz se eu mesma sou incapaz disso.
Ai, Mariúsca! Você me arrancou um bife! E ela se mata de rir da minha desgraça.
21 novembro, 2007
Voltei e nem dei as caras!
Dias ótimos, essas viagens são aquelas de extravazar mesmo... Se eu fosse uns 5 anos mais velhas, detestaria... mas como eu pretendo ter as tais histórias pros netos, é tudo muito divertido... Essa coisa de beber muito, dormir pouco e em qualquer lugar (dormimos quase um por cima do outro), chegar a pontos ridículos de intimidade com seus amigos (dormir junto e trocar de roupa na frente de todos já é a coisa mais normal do mundo)... beijar pessoas que você não sabe de onde surgiram, rir, cair, dançar, perder a voz, torcer... é tudo parte do processo e é muito bom.
Talvez fosse até melhor, se eu não fosse tão tonta e me abalasse com as atitudes minúsculas das pessoas comigo... E pior que são essas mesmas que pra mim, fazem toda a diferença... e me enlouquecem também. Mas isso é ooooutra história...
O legal é ver a nossa (nós=amigos de faculdade) ligação! É algo diferente, de qualquer outra relação de amizade que eu já tenha tido... Nós brigamos, nós xingamos, falamos mal, surtamos... e na verdade, a gente se ama muito, se cuida, se protege, quer estar junto! É a perfeita definição de família não?! E acho que todo mundo sabe que corremos contra o tempo, pois uma hora esse amor todo acaba... não por nossa culpa, e sim por conta da vida, de cada um precisar ir defender a sua... Então parece, e é fato, que queremos aproveitar todo segundo, todo milésimo, fazer tudo tão grande e tão intenso a ponto de se tornar inesquecível. Em muitas vezes... conseguimos! O Mack É inesquecível...
Enquanto isso, há todo o resto da vida rolando... Essa coisa de "passar de pato pra ganso" tem sido cada vez mais louca... Querer tocar a própria vida e não poder, ou poder e não querer... o momento é esse. Não dá pra saber até onde é confortável se virar sozinha. Mas nem sempre a gente fica só no confortável, senão não evolui! Faz parte também, tropeçar na pedra, se irritar com o barulho, se machucar no espinho, levar água gelada na cabeça...
A vida não pode ser o tempo todo gostosa... mas aí a gente vai se distraindo com as obrigações... e lembra da água fria ou do espinho, só quando ele dói. No resto do tempo, precisamos ter foco, cumprir, fazer, ser, tudo! Por isso, a possibilidade do dolce far niente das férias me desespera um pouco...
Sim, eu fico cansada, e aaaaamo não ter o que fazer. Mas isso dura dois ou três dias... depois, minha mente ociosa passa a lembrar dos espinhos, das pedras e do que mais estiver errado... e de como as vezes eu fico impotente pra tentar fazer certo, ou como fazer certo pode doer também... Já viu né... se eu embarcar no "cabeça vazia é oficina do diabo"... lá veeeem post deprê!
Dias ótimos, essas viagens são aquelas de extravazar mesmo... Se eu fosse uns 5 anos mais velhas, detestaria... mas como eu pretendo ter as tais histórias pros netos, é tudo muito divertido... Essa coisa de beber muito, dormir pouco e em qualquer lugar (dormimos quase um por cima do outro), chegar a pontos ridículos de intimidade com seus amigos (dormir junto e trocar de roupa na frente de todos já é a coisa mais normal do mundo)... beijar pessoas que você não sabe de onde surgiram, rir, cair, dançar, perder a voz, torcer... é tudo parte do processo e é muito bom.
Talvez fosse até melhor, se eu não fosse tão tonta e me abalasse com as atitudes minúsculas das pessoas comigo... E pior que são essas mesmas que pra mim, fazem toda a diferença... e me enlouquecem também. Mas isso é ooooutra história...
O legal é ver a nossa (nós=amigos de faculdade) ligação! É algo diferente, de qualquer outra relação de amizade que eu já tenha tido... Nós brigamos, nós xingamos, falamos mal, surtamos... e na verdade, a gente se ama muito, se cuida, se protege, quer estar junto! É a perfeita definição de família não?! E acho que todo mundo sabe que corremos contra o tempo, pois uma hora esse amor todo acaba... não por nossa culpa, e sim por conta da vida, de cada um precisar ir defender a sua... Então parece, e é fato, que queremos aproveitar todo segundo, todo milésimo, fazer tudo tão grande e tão intenso a ponto de se tornar inesquecível. Em muitas vezes... conseguimos! O Mack É inesquecível...
Enquanto isso, há todo o resto da vida rolando... Essa coisa de "passar de pato pra ganso" tem sido cada vez mais louca... Querer tocar a própria vida e não poder, ou poder e não querer... o momento é esse. Não dá pra saber até onde é confortável se virar sozinha. Mas nem sempre a gente fica só no confortável, senão não evolui! Faz parte também, tropeçar na pedra, se irritar com o barulho, se machucar no espinho, levar água gelada na cabeça...
A vida não pode ser o tempo todo gostosa... mas aí a gente vai se distraindo com as obrigações... e lembra da água fria ou do espinho, só quando ele dói. No resto do tempo, precisamos ter foco, cumprir, fazer, ser, tudo! Por isso, a possibilidade do dolce far niente das férias me desespera um pouco...
Sim, eu fico cansada, e aaaaamo não ter o que fazer. Mas isso dura dois ou três dias... depois, minha mente ociosa passa a lembrar dos espinhos, das pedras e do que mais estiver errado... e de como as vezes eu fico impotente pra tentar fazer certo, ou como fazer certo pode doer também... Já viu né... se eu embarcar no "cabeça vazia é oficina do diabo"... lá veeeem post deprê!
13 novembro, 2007
Lá vamos nós rumo a mais um feriado e aquelas viagens de faculdade que rendem história pra contar (ou não) aos netos...
Vou seguir aproveitando meus surtos de loucura, já que vivo 80% em modo "moça responsável".
Aquela zona, banheiros ruins, pouco sono... aquelas baladas, aquelas cervejas, momentos e risadas que depois a gente nunca esquece!
Deus guarde nossas almas... porque os corpos estarão ferviiiiiiidos!
Vou seguir aproveitando meus surtos de loucura, já que vivo 80% em modo "moça responsável".
Aquela zona, banheiros ruins, pouco sono... aquelas baladas, aquelas cervejas, momentos e risadas que depois a gente nunca esquece!
Deus guarde nossas almas... porque os corpos estarão ferviiiiiiidos!
08 novembro, 2007
Pelo menos assim de longe...
Ele é o cara!
Ele é lindo, não tem uma mísera mulher que não torça o pescoço quando ele está por perto. Mesmo assim, não é metido. É esperto eu diria, sabe com quem se relacionar. Ele é educado, faz a linha 'bonzinho', daqueles que ajudam, são cavalheiros. Ele conversa bastante, mas é tímido. E fica lindo sem graça. Sabe dar indiretas, e rebate bem quando não quer papo. É carente, é crianção. Mas ao mesmo tempo é experiente, sabe o que e como fazer. E tem todo aquele charme peculiar aos homens experientes. É interessante, daqueles que dá vontade de sempre descobrir mais um pouquinho. Tem olhos azuis e muitas histórias. Sabe contá-las de modo interessante. Por fora parece um pegador nato, mas basta dois dedinhos de conversa pra ver que ele quer alguém pra andar de mãos dadas.
Ele parece muito mesmo ser 'o' cara... mas fica aqui a pergunta... ele existe?
Ele é lindo, não tem uma mísera mulher que não torça o pescoço quando ele está por perto. Mesmo assim, não é metido. É esperto eu diria, sabe com quem se relacionar. Ele é educado, faz a linha 'bonzinho', daqueles que ajudam, são cavalheiros. Ele conversa bastante, mas é tímido. E fica lindo sem graça. Sabe dar indiretas, e rebate bem quando não quer papo. É carente, é crianção. Mas ao mesmo tempo é experiente, sabe o que e como fazer. E tem todo aquele charme peculiar aos homens experientes. É interessante, daqueles que dá vontade de sempre descobrir mais um pouquinho. Tem olhos azuis e muitas histórias. Sabe contá-las de modo interessante. Por fora parece um pegador nato, mas basta dois dedinhos de conversa pra ver que ele quer alguém pra andar de mãos dadas.
Ele parece muito mesmo ser 'o' cara... mas fica aqui a pergunta... ele existe?
06 novembro, 2007
Eu "si" divirto
Dias engraçados fazem a gente descobrir coisas em nós mesmos que são novidade. Tenho notado muitas coisas...
Eu tenho plena convicção que todo mundo vai entender minhas preguiças, acreditar nas minhas mentiras, relevar minhas burradas.
Não sei fugir de cantadas, a não ser das pessoas que não gosto. Quando tenho a mínima afeição por alguém - o que não significa interesse - fico com a aquela cara de 'pirulito', sem saber o que responder. Se a pessoa insiste, mudo o foco, pois ainda não tenho o poder de abrir buracos no chão.
Fico pasma com os comentários que solto as vezes... aquelas palavras que brotam, e quando vi, falei! Um flerte fora de hora, uma frase esnobe, um comentário maldoso pra pessoa errada. Não é todo mundo que entende, ou quando entende eu fico constrangida pela pessoa... mas escapou! No fundo é bom, deixar tudo as claras... se fazer entender! Especialmente sobre os flertes fora de hora! Hahaha!
Sou uma mãezona, boba, que se emociona com qualquer bobagem, ou melhor, que acha bobagens coisas importantes! Tenho orgulho coletivo, alegria coletiva, vergonha coletiva... Esse mal canceriano que me faz ver todo como filhos! Sinto saudades antecipadas das coisas... nem acabaram mesmo, e já fico em crise... boba, mas divertida!
Eu tenho plena convicção que todo mundo vai entender minhas preguiças, acreditar nas minhas mentiras, relevar minhas burradas.
Não sei fugir de cantadas, a não ser das pessoas que não gosto. Quando tenho a mínima afeição por alguém - o que não significa interesse - fico com a aquela cara de 'pirulito', sem saber o que responder. Se a pessoa insiste, mudo o foco, pois ainda não tenho o poder de abrir buracos no chão.
Fico pasma com os comentários que solto as vezes... aquelas palavras que brotam, e quando vi, falei! Um flerte fora de hora, uma frase esnobe, um comentário maldoso pra pessoa errada. Não é todo mundo que entende, ou quando entende eu fico constrangida pela pessoa... mas escapou! No fundo é bom, deixar tudo as claras... se fazer entender! Especialmente sobre os flertes fora de hora! Hahaha!
Sou uma mãezona, boba, que se emociona com qualquer bobagem, ou melhor, que acha bobagens coisas importantes! Tenho orgulho coletivo, alegria coletiva, vergonha coletiva... Esse mal canceriano que me faz ver todo como filhos! Sinto saudades antecipadas das coisas... nem acabaram mesmo, e já fico em crise... boba, mas divertida!
04 novembro, 2007
Cá estou eu terminando o feriado, depois de muitos dias sem escrever, meio nervosa com a família, com planos indefinidos de revellion, que tendem a não dar certo, graças - sempre - a minha dependência, mas tudo bem, podia ser pior. Cá estou eu, em final de semestre, atrapalhada, sem disciplina, acumulando tudo pra mesma hora, ou ficando muito tempo sem o que fazer. Cá estou eu negligenciando com as coisas de trabalho, meio preguiçosa, mas no fundo sabendo o que eu estou fazendo, e disposta a arcar com qualquer consequência depois. Cá estou eu, meio indecisa do que eu quero daqui pra frente, mas me dando esse direito. Cá estou eu, com uma tatuagem nova, tomando cerveja por aí, e me dando ao luxo de ter toda a pseudo-irresponsabilidade (pseudo porque mesmo até nas minhas irresponsabilidades eu faço questão de ter toda a consciência) que a idade me permite. Cá estou eu fazendo questão de ser assim, pois descobri que tenho todo o resto da vida pra ter compromisso, fazer certo, ir bem...
Dando minhas risadas, as minhas voltas, os meus momentos.... cá estou eu.
Dando minhas risadas, as minhas voltas, os meus momentos.... cá estou eu.
25 outubro, 2007
E essa semana eu fiquei doente... uma coisa ruim, uma bad, sabe? Tudo junto? Tipo isso. E aí resolvi curtir a bad e ficar irresponsável, mas eu tenho o velho defeito de não conseguir! E eu tirei o ciso, e dói, mas até que não foi tão ruim quanto os outros, de dois anos atrás. No mínimo, valeu por eu não ter ficado aos prantos na cadeira do dentista dessa vez.
E eu não sei lidar com esse negócio de dor, sabe? Fico possuída, uma frase fora do contexto, e eu sou capaz de matar quem estiver na minha frente. Portanto fica o conselho: Quando eu tiver dor, se afaste, a não ser que eu peça. Ou fique bem quietinho.
E eu odeio discutir minha vida com os outros. Por que as pessoas, especialmente as da família, insistem em querer convencer os outros de que você tem uma vida incrível?! Não, minha vida não é incrível! É ótima, tudo bem, sou muito feliz... mas ela está longe do que poderia ser... por minha culpa mesmo, é! E aí você começa a pensar em tudo que tá errado, acho que deve ser essa tpm chegando... afinal já é dia 25... normal! E você se frustra, porque não deu certo com aquele cara, e aquele outro é um puto. E você tem um trabalho que não presta, só porque precisa ter. E você espera, porque tem aquela proposta incrível daquela empresa, eles te adoram! E tem aquele convite do seu amigo pra trabalhar junto. E tem aquele projeto, que um dia vai dar certo... mas ele anda, anda e não sai do lugar!!!
Ele, o trabalho do amigo, a empresa que te adoram, a seleção que você foi, o cara puto, a sua conta bancária, os papéis bagunçados do seu quarto, o seu peso... Nada sai do lugar!!! O que tem de tão difícil as coisas passarem do projeto pra prática? Eu JURO que a parte que me cabe, eu faço! E me esforço, e faço bonito, faço direito (tá, ok, a parte do peso eu não faço tão bem assim)... E depois que eu termino e tá tudo lindo, tenho que sentar e esperar, porque eu ainda não consegui abraçar o mundo, e existem coisas que não cabem à mim. E eu não me conformo com isso, principalmente em épocas de doenças, cisos e tpm's...
E eu não sei lidar com esse negócio de dor, sabe? Fico possuída, uma frase fora do contexto, e eu sou capaz de matar quem estiver na minha frente. Portanto fica o conselho: Quando eu tiver dor, se afaste, a não ser que eu peça. Ou fique bem quietinho.
E eu odeio discutir minha vida com os outros. Por que as pessoas, especialmente as da família, insistem em querer convencer os outros de que você tem uma vida incrível?! Não, minha vida não é incrível! É ótima, tudo bem, sou muito feliz... mas ela está longe do que poderia ser... por minha culpa mesmo, é! E aí você começa a pensar em tudo que tá errado, acho que deve ser essa tpm chegando... afinal já é dia 25... normal! E você se frustra, porque não deu certo com aquele cara, e aquele outro é um puto. E você tem um trabalho que não presta, só porque precisa ter. E você espera, porque tem aquela proposta incrível daquela empresa, eles te adoram! E tem aquele convite do seu amigo pra trabalhar junto. E tem aquele projeto, que um dia vai dar certo... mas ele anda, anda e não sai do lugar!!!
Ele, o trabalho do amigo, a empresa que te adoram, a seleção que você foi, o cara puto, a sua conta bancária, os papéis bagunçados do seu quarto, o seu peso... Nada sai do lugar!!! O que tem de tão difícil as coisas passarem do projeto pra prática? Eu JURO que a parte que me cabe, eu faço! E me esforço, e faço bonito, faço direito (tá, ok, a parte do peso eu não faço tão bem assim)... E depois que eu termino e tá tudo lindo, tenho que sentar e esperar, porque eu ainda não consegui abraçar o mundo, e existem coisas que não cabem à mim. E eu não me conformo com isso, principalmente em épocas de doenças, cisos e tpm's...
20 outubro, 2007
Nãããããããão!!!
Eu tenho essa coisa de ser meio "mãe" das pessoas que eu gosto... Creio que pelo meu ascendente em Câncer, e essa coisa de cuidar e tal; mas também, e acho que bem, mais porque eu gosto de mandar em tudo...
Mas nem sempre dá pra mandar em tudo, ou melhor, quando se trata da vida dos outros, quase nunca. Aí sou obrigada a assistir gente que eu gosto tanto, se dando mal, fazendo cagada, indo pro lado errado... e sou obrigada a assistir.
Dá aquela vontade de falar "Eu falei"... e não pode. Dá vontade de consertar... e não pode. Dá vontade de falar "Bem feito"... e não pode!
Que desespero! Acho que preciso largar de ser tão pseudo-controladora... kkk!
Mas nem sempre dá pra mandar em tudo, ou melhor, quando se trata da vida dos outros, quase nunca. Aí sou obrigada a assistir gente que eu gosto tanto, se dando mal, fazendo cagada, indo pro lado errado... e sou obrigada a assistir.
Dá aquela vontade de falar "Eu falei"... e não pode. Dá vontade de consertar... e não pode. Dá vontade de falar "Bem feito"... e não pode!
Que desespero! Acho que preciso largar de ser tão pseudo-controladora... kkk!
16 outubro, 2007
Vidinha de montanha russa...
Esse é o post número 100 do blog... até que tá durando hein? Embora eu odeie quando os post viram "meu querido diário..." como esse aliás, mas vamo indo...
Muito projeto, pouco resultado, um dia lotado, outro vazio. É assim que anda a rotina... completamente instável.
Quando eu quero, falta tempo pra mim, pras minhas coisas, pros amigos... Quando não quero, tenho muito tempo a toa... difícil esse acordo viu?!
A perspectiva é de um final de ano "pseudo-trabalhando" bastante, e tendo quase nada de retorno... Mas é a famosa fase de "adquirir experiência", que no momento é bastante bem-vinda! Então mãos a obra, levamos uns tapas, damos uns tropeços, mas a esperança é de isso ser bem retribuido lá na frente.
Na faculdade, não tenho feito metade das coisas que gostaria/deveria fazer, nem tenho tido um terço da vontade que eu queria também... mas no quesito "farra" a empolgação anda grande, véspera de viagem e tudo mais, a vontade é de torrar todo o salário nos fervos! Mas não pode Natane, não pode...
Muito projeto, pouco resultado, um dia lotado, outro vazio. É assim que anda a rotina... completamente instável.
Quando eu quero, falta tempo pra mim, pras minhas coisas, pros amigos... Quando não quero, tenho muito tempo a toa... difícil esse acordo viu?!
A perspectiva é de um final de ano "pseudo-trabalhando" bastante, e tendo quase nada de retorno... Mas é a famosa fase de "adquirir experiência", que no momento é bastante bem-vinda! Então mãos a obra, levamos uns tapas, damos uns tropeços, mas a esperança é de isso ser bem retribuido lá na frente.
Na faculdade, não tenho feito metade das coisas que gostaria/deveria fazer, nem tenho tido um terço da vontade que eu queria também... mas no quesito "farra" a empolgação anda grande, véspera de viagem e tudo mais, a vontade é de torrar todo o salário nos fervos! Mas não pode Natane, não pode...
15 outubro, 2007
Sobre o sexo e o Nutella...
É triste a conclusão, mas é bem real. Em certos momentos, um pote de Nutella vale muito mais que sexo para o ser humano, especialmente do sexo feminino... Vejamos alguns itens:
- Sexo, pelo menos na parte "normal" da população, não é feito pelo menos geralmente, em qualquer lugar, qualquer hora, com qualquer um... Nutella é facilmente encontrado na maioria dos supermercados;
- Sexo, dependendo da produção que você queira para o momento, tem um custo ilimitado... Nutella no máximo, custa uns 6, 7 reais (hahaha);
- Nutella engorda e sexo gasta calorias, ok. Mas as vezes o peso na consciência no dia seguinte pode ser muuuuuito pior que umas gramas a mais de chocolate... E nada que uma boa corridinha depois de comer não resolva!;
- Você não precisa "ter" dor de cabeça quando não quer comer Nutella;
- Nutella não fala nada quando você está de Tpm;
- Você não corre o risco de escolher o "Nutella errado", nem muito menos de ter ressaca moral quando acordar no dia seguinte;
- Não há a menor encanação sobre roupa/lingerie/corpo/forma/etc na frente do Nutella;
- Com o Nutella não há riscos de fofocas, comentários, nada a respeito do momento "a dois";
- Nutella é algo abundante no mercado, por isso não há dificuldade em encontrar um que preste...
Ok, sem comparativos a respeito da "graça" entre uma coisa e outra... mas se a busca for pelo mais fácil...
Quem tiver a sorte de poder combinar... levante as mãos pro cééééu!
- Sexo, pelo menos na parte "normal" da população, não é feito pelo menos geralmente, em qualquer lugar, qualquer hora, com qualquer um... Nutella é facilmente encontrado na maioria dos supermercados;
- Sexo, dependendo da produção que você queira para o momento, tem um custo ilimitado... Nutella no máximo, custa uns 6, 7 reais (hahaha);
- Nutella engorda e sexo gasta calorias, ok. Mas as vezes o peso na consciência no dia seguinte pode ser muuuuuito pior que umas gramas a mais de chocolate... E nada que uma boa corridinha depois de comer não resolva!;
- Você não precisa "ter" dor de cabeça quando não quer comer Nutella;
- Nutella não fala nada quando você está de Tpm;
- Você não corre o risco de escolher o "Nutella errado", nem muito menos de ter ressaca moral quando acordar no dia seguinte;
- Não há a menor encanação sobre roupa/lingerie/corpo/forma/etc na frente do Nutella;
- Com o Nutella não há riscos de fofocas, comentários, nada a respeito do momento "a dois";
- Nutella é algo abundante no mercado, por isso não há dificuldade em encontrar um que preste...
Ok, sem comparativos a respeito da "graça" entre uma coisa e outra... mas se a busca for pelo mais fácil...
Quem tiver a sorte de poder combinar... levante as mãos pro cééééu!
09 outubro, 2007
Mais um daqueles dias que eu teria muito o que escrever, sobre a atual "crise de Peter Pan", essa minha vontade toda de congelar, e não avançar mais na "adultisse"... tá bom assim, juro!
Também poderia escrever sobre minha volta às raízes adolescentes no fim de semana, sobre como é bacana e meio enlouquecedor ter 'affairs' com estranhos, sobre como esses affairs fazem você cair na real no que diz respeito aos "não-estranhos", sobre como é legal ser amiga do Olavo... Juro, eu tinha muita coisa legal pra escrever... mas esse negócio de trabalha-estuda-corre-ri-temproblema-trabalha-estuda, tá fazendo meu olhinho ir fechando........ fechaaaanndo.... zzzzzzzzzzzzzz
Também poderia escrever sobre minha volta às raízes adolescentes no fim de semana, sobre como é bacana e meio enlouquecedor ter 'affairs' com estranhos, sobre como esses affairs fazem você cair na real no que diz respeito aos "não-estranhos", sobre como é legal ser amiga do Olavo... Juro, eu tinha muita coisa legal pra escrever... mas esse negócio de trabalha-estuda-corre-ri-temproblema-trabalha-estuda, tá fazendo meu olhinho ir fechando........ fechaaaanndo.... zzzzzzzzzzzzzz
05 outubro, 2007
Evento...
O fato de eu não ter agredido, muito menos matado ninguém essa semana é um grande avanço... Mas não se pode ver somente o lado ruim... dá pra dar umas risadas e ver todo mundo, e saber de muita coisa, e ignorar rigorosamente todo mundo que eu quero. Belíssima sensação de vingança! Hahahaha! Dá pra ver também quem realmente gosta de você, que te 'atura' e quem te odeia. Já estão todos na minha listinha! Ha ha ha!
Depois de uma noite de sono muuuuuuuuito bem dormido, hoje deve ser o dia de terminar tudo em cerveja... assim espero, então... mãos a obra!
Depois de uma noite de sono muuuuuuuuito bem dormido, hoje deve ser o dia de terminar tudo em cerveja... assim espero, então... mãos a obra!
01 outubro, 2007
Porque nem tudo está perdido...
E aquele trabalho todo, que te irritou, te deu olheiras e mau humor... as vezes é reconhecido pelas pessoas que gostam de você. E isso é bom! E isso vale!
E aquela equipe que 'montou' em você, hoje consegue andar sozinha, mesmo que aos trancos e barrancos... mas algum efeito você fez. E aquela pessoa que você não dava nada, aparece como alguém importante, que surpreende... Talvez seja até um novo amigo, um novo "algo", vai saber...
E aquele encontro, com aquele cara de tantos anos atrás? Como pode ter sido tão absurdamente legal? Bem na hora que você tava desiludindo das coisas, ele vem e te mostra que você fez certo, por causa dele inclusive... E olha puta mudança que só um cara fez na sua vida toda? Ele nem deve saber de tudo, deve imaginar uma parcelinha de culpa, mas 'magina', ele saber que você mudou t-u-d-o por causa dele... e hoje sabe (embora algumas crises existênciais estejam no meio do caminho) que fez as escolhas certas!!! Bacana encostar a cabeça no travesseiro, e lembrar do bem que ele te fez, e como é gostoso tê-lo mesmo que de pouquinho, na vida ainda...
Ver as coisas caminhando, mesmo que elas tropecem, ver o seu 'poder', mesmo que seja uma bobagem... faz crer que a "tragédia" não é tão grande assim... É até divertidinho vai?!
E aquela equipe que 'montou' em você, hoje consegue andar sozinha, mesmo que aos trancos e barrancos... mas algum efeito você fez. E aquela pessoa que você não dava nada, aparece como alguém importante, que surpreende... Talvez seja até um novo amigo, um novo "algo", vai saber...
E aquele encontro, com aquele cara de tantos anos atrás? Como pode ter sido tão absurdamente legal? Bem na hora que você tava desiludindo das coisas, ele vem e te mostra que você fez certo, por causa dele inclusive... E olha puta mudança que só um cara fez na sua vida toda? Ele nem deve saber de tudo, deve imaginar uma parcelinha de culpa, mas 'magina', ele saber que você mudou t-u-d-o por causa dele... e hoje sabe (embora algumas crises existênciais estejam no meio do caminho) que fez as escolhas certas!!! Bacana encostar a cabeça no travesseiro, e lembrar do bem que ele te fez, e como é gostoso tê-lo mesmo que de pouquinho, na vida ainda...
Ver as coisas caminhando, mesmo que elas tropecem, ver o seu 'poder', mesmo que seja uma bobagem... faz crer que a "tragédia" não é tão grande assim... É até divertidinho vai?!
Tati Bernardi, e de novo, e sempre!
Não é a primeira, nem a segunda, nem a terceira vez que eu "roubo" algo dela pra por aqui... Mas eu dou o crédito pelo menos, hehe! E vale a pena, porque ela ahasa, vale a visita: http://tatibernardi.com.br/artigos.php
Texto fudido, que cabe pra mim, e pra um certa "Johnny" amiga minha... E deve caber em algum momento da vida pra toda mulher-boba-sentimental-neurótica. Ou seja, pra todo mundo! Aí vai...
O contrato
Combinamos que não era amor. Escapou ali um abraço no meio do escuro. Mas aquilo ali foi sono, não sei o que foi aquilo. Foi a inércia do amor que está no ar mas não necessariamente dentro de nós.
A gente foi ao cinema, coisa que namorados fazem. Mas amigos fazem também, não? Somos amigos. Escapou ali um beijo na orelha e uma mão que quis esquentar a outra. Mas a gente correu pra fazer piadinha sexual disso, como sempre. E a orelha ouviu uma sacanagem qualquer, e a mão se encaixou ali no meio das minhas pernas.
Você me chamou de amor ontem, enquanto a gente transava. Eu quis chorar. Mas também quis rir muito da sua cara. Acabei só esquecendo isso. Talvez o “mô” que você murmurou, seja porque no dia anterior, naquela mesma cama, você tenha comido alguma “Mônica”. Prefiro pensar assim. Se eu for muito, mas muito escrota, talvez eu me proteja de me assustar muito. Caso você seja escroto. Eu sendo de pedra não quebro com a sua pedra. Sei lá.
Aí teve aquela cena também. De quando eu fui te dar tchau só com a manta branca e o cabelo todo bagunçado. E você olhou do elevador e me perguntou: não to esquecendo nada? E eu quis gritar: tá, tá esquecendo de mim. E você depois perguntou: não tem nada meu aí? E eu quis gritar: tem, tem eu. Eu sempre fui sua. Eu já era sua antes mesmo de saber que você um dia não ia me querer.
Mas a gente combinou que não era amor. Você abriu minha água com gás predileta e meu sabonete de manteiga de cacau. E fuçou todas as minhas gavetas enquanto eu tomava banho. E cheirou meu travesseiro pra saber se ainda tinha seu cheiro. Ou pra tentar lembrar meu cheiro e ver se ele ainda te deixa sem vontade de ir embora. Mas ainda assim, não somos íntimos. Nada disso. Só estamos aqui, reunidos nesse momento, porque temos duas coisas muito simples em comum: nada melhor pra fazer e vontade de fazer sexo.
Só isso. É o que está no contrato. E eu assino embaixo. Melhor assim. Muito melhor assim. Tô super bem com tudo isso. Nossa, nunca estive melhor. Mas não faz isso. Não me olha assim e diz que vai refazer o contrato. Não faz o mundo inteiro brilhar mais porque você é bobo. Não faz o mundo inteiro ficar pequeno só porque o seu chapéu é muito legal. Não deixa eu assim, deslizando pelas paredes do chuveiro de tanto rir porque seu cabelo fica ridículo molhado. Não faz a piada do vampiro só porque você achou que eu estava em dias estranhos. Não transforma assim o mundo em um lugar mais fácil e melhor de se viver. Não faz eu ser assim tão absurdamente feliz só porque eu tenho certeza absoluta que nenhum segundo ao seu lado é por acaso.
Combinamos que não era amor e realmente não é. Mas esse algo que é, é realmente muito libertador. Porque quando você está aqui, ou até mesmo na sua ausência, o resto todo vira uma grande comédia. E aquele cara mais novo, e aquele outro mais velho, e aquele outro que escreve, e aquele outro que faz filme, e aquele outro divertido, e aquele outro da festa, e aquele outro amigo daquele outro. E todos aqueles outros viram formiguinhas de nariz vermelho. E eu tenho vontade de ligar pra todos eles e falar: putz, cara, e você acha mesmo que eu gostei de você? Coitado.
Adoro como o mundo fica coitado, fica quase, fica de mentira, quando não é você. Porque esses coitados todos só serviram pra me lembrar o quão sagrado é não querer tomar banho depois. O quão sagrado é ser absurdamente feliz mesmo sabendo a dor que vem depois. O quão sagrado é ver pureza em tudo o que você faz, ainda que você faça tudo sendo um grande safado. O quão sagrado é abrir mão de evoluir só porque andar pra trás é poder cruzar com você de novo.
Não é amor não. É mais que isso, é mais que amor. Porque pra te amar mais, eu tenho que te amar menos. Porque pra morrer de amor por você, eu tive que não morrer. Porque pra ter você por perto um pouco, eu tive que não querer mais ter você por perto pra sempre.
E eu soquei meu coração até ele diminuir. Só pra você nunca se assustar com o tamanho. E eu tive que me fantasiar de puta, só pra ter você aqui dentro sem medo. Medo de destruir mais uma vez esse amor tão santo, tão virgem. E eu vou continuar me fantasiando de não amor, só pra você poder me vestir e sair por aí com sua casca de não amor.
E eu vou rir quando você me contar das suas meninas, e eu vou continuar dizendo “bonito carro, boa balada, boa idéia, bonita cor, bonito sapato”. E eu vou continuar sendo só daqui pra fora. Porque no nosso contrato, tomamos cuidado em escrever com letras maiúsculas: não existe ninguém aqui dentro.
Mas quando, de vez em quando, o seu ninguém colocar ali, meio sem querer, a mão no meu joelho, só para me enganar que você é meu dono. Só para enganar o cara da mesa ao lado que você é meu dono. Eu vou deixar. Vai que um dia você acredita.
Texto fudido, que cabe pra mim, e pra um certa "Johnny" amiga minha... E deve caber em algum momento da vida pra toda mulher-boba-sentimental-neurótica. Ou seja, pra todo mundo! Aí vai...
O contrato
Combinamos que não era amor. Escapou ali um abraço no meio do escuro. Mas aquilo ali foi sono, não sei o que foi aquilo. Foi a inércia do amor que está no ar mas não necessariamente dentro de nós.
A gente foi ao cinema, coisa que namorados fazem. Mas amigos fazem também, não? Somos amigos. Escapou ali um beijo na orelha e uma mão que quis esquentar a outra. Mas a gente correu pra fazer piadinha sexual disso, como sempre. E a orelha ouviu uma sacanagem qualquer, e a mão se encaixou ali no meio das minhas pernas.
Você me chamou de amor ontem, enquanto a gente transava. Eu quis chorar. Mas também quis rir muito da sua cara. Acabei só esquecendo isso. Talvez o “mô” que você murmurou, seja porque no dia anterior, naquela mesma cama, você tenha comido alguma “Mônica”. Prefiro pensar assim. Se eu for muito, mas muito escrota, talvez eu me proteja de me assustar muito. Caso você seja escroto. Eu sendo de pedra não quebro com a sua pedra. Sei lá.
Aí teve aquela cena também. De quando eu fui te dar tchau só com a manta branca e o cabelo todo bagunçado. E você olhou do elevador e me perguntou: não to esquecendo nada? E eu quis gritar: tá, tá esquecendo de mim. E você depois perguntou: não tem nada meu aí? E eu quis gritar: tem, tem eu. Eu sempre fui sua. Eu já era sua antes mesmo de saber que você um dia não ia me querer.
Mas a gente combinou que não era amor. Você abriu minha água com gás predileta e meu sabonete de manteiga de cacau. E fuçou todas as minhas gavetas enquanto eu tomava banho. E cheirou meu travesseiro pra saber se ainda tinha seu cheiro. Ou pra tentar lembrar meu cheiro e ver se ele ainda te deixa sem vontade de ir embora. Mas ainda assim, não somos íntimos. Nada disso. Só estamos aqui, reunidos nesse momento, porque temos duas coisas muito simples em comum: nada melhor pra fazer e vontade de fazer sexo.
Só isso. É o que está no contrato. E eu assino embaixo. Melhor assim. Muito melhor assim. Tô super bem com tudo isso. Nossa, nunca estive melhor. Mas não faz isso. Não me olha assim e diz que vai refazer o contrato. Não faz o mundo inteiro brilhar mais porque você é bobo. Não faz o mundo inteiro ficar pequeno só porque o seu chapéu é muito legal. Não deixa eu assim, deslizando pelas paredes do chuveiro de tanto rir porque seu cabelo fica ridículo molhado. Não faz a piada do vampiro só porque você achou que eu estava em dias estranhos. Não transforma assim o mundo em um lugar mais fácil e melhor de se viver. Não faz eu ser assim tão absurdamente feliz só porque eu tenho certeza absoluta que nenhum segundo ao seu lado é por acaso.
Combinamos que não era amor e realmente não é. Mas esse algo que é, é realmente muito libertador. Porque quando você está aqui, ou até mesmo na sua ausência, o resto todo vira uma grande comédia. E aquele cara mais novo, e aquele outro mais velho, e aquele outro que escreve, e aquele outro que faz filme, e aquele outro divertido, e aquele outro da festa, e aquele outro amigo daquele outro. E todos aqueles outros viram formiguinhas de nariz vermelho. E eu tenho vontade de ligar pra todos eles e falar: putz, cara, e você acha mesmo que eu gostei de você? Coitado.
Adoro como o mundo fica coitado, fica quase, fica de mentira, quando não é você. Porque esses coitados todos só serviram pra me lembrar o quão sagrado é não querer tomar banho depois. O quão sagrado é ser absurdamente feliz mesmo sabendo a dor que vem depois. O quão sagrado é ver pureza em tudo o que você faz, ainda que você faça tudo sendo um grande safado. O quão sagrado é abrir mão de evoluir só porque andar pra trás é poder cruzar com você de novo.
Não é amor não. É mais que isso, é mais que amor. Porque pra te amar mais, eu tenho que te amar menos. Porque pra morrer de amor por você, eu tive que não morrer. Porque pra ter você por perto um pouco, eu tive que não querer mais ter você por perto pra sempre.
E eu soquei meu coração até ele diminuir. Só pra você nunca se assustar com o tamanho. E eu tive que me fantasiar de puta, só pra ter você aqui dentro sem medo. Medo de destruir mais uma vez esse amor tão santo, tão virgem. E eu vou continuar me fantasiando de não amor, só pra você poder me vestir e sair por aí com sua casca de não amor.
E eu vou rir quando você me contar das suas meninas, e eu vou continuar dizendo “bonito carro, boa balada, boa idéia, bonita cor, bonito sapato”. E eu vou continuar sendo só daqui pra fora. Porque no nosso contrato, tomamos cuidado em escrever com letras maiúsculas: não existe ninguém aqui dentro.
Mas quando, de vez em quando, o seu ninguém colocar ali, meio sem querer, a mão no meu joelho, só para me enganar que você é meu dono. Só para enganar o cara da mesa ao lado que você é meu dono. Eu vou deixar. Vai que um dia você acredita.
26 setembro, 2007
Burro de carga
Eu juro que eu preciso parar de carregar o mundo nas costas... Quer dizer, nem sei se carrego mesmo, mas querer eu quero! Afinal, não tem nada demais apertar o 'foda-se', dar serviço pros outros e tirar o meu da reta...
Mas por que eu não consigo? Aí fico aqui, pegando todas as tarefas e responsabilidades pra mim, com essas olheiras e essa cara de cansada olhando pro jogo do SP na tv, com todo mundo achando que eu sou a dona da situação, e por isso, devo arcar com tudo, num mau humor que dá gosto, me culpando e me orgulhando das coisas que eu faço, ao mesmo tempo.
Lindo! Lindo eu ser responsável, gostar de trabalhar, fazer as coisas direito... pontos pra mim!
Mas eu a parte de curtir um pouco, se cansar menos, deixar os outros fazerem? Por que esse bloqueio em simplesmente, transferir a responsabilidade? E eu faço tudo direitinho, não dou trabalho pra ninguém, não descanso, agrado todo mundo, faço cara de "magina, é fácil"... Deve ser a genética, meu pai era igualzinho...
E em troca? Umas reclamações, umas demonstrações de afeto dos amigos, afinal nem tudo está perdido! Ah, e tem a coisa de esquecer completamente de mim mesma, ficar acabada, sem tempo nem pra pseudo-flertar com o bofe de sempre, sem paciencia pra tentar arrumar tempo, atacando por qualquer coisa, uma pilha, resumidamente...
E tô precisando achar o "off", e não veio escrito no manual!
Mas por que eu não consigo? Aí fico aqui, pegando todas as tarefas e responsabilidades pra mim, com essas olheiras e essa cara de cansada olhando pro jogo do SP na tv, com todo mundo achando que eu sou a dona da situação, e por isso, devo arcar com tudo, num mau humor que dá gosto, me culpando e me orgulhando das coisas que eu faço, ao mesmo tempo.
Lindo! Lindo eu ser responsável, gostar de trabalhar, fazer as coisas direito... pontos pra mim!
Mas eu a parte de curtir um pouco, se cansar menos, deixar os outros fazerem? Por que esse bloqueio em simplesmente, transferir a responsabilidade? E eu faço tudo direitinho, não dou trabalho pra ninguém, não descanso, agrado todo mundo, faço cara de "magina, é fácil"... Deve ser a genética, meu pai era igualzinho...
E em troca? Umas reclamações, umas demonstrações de afeto dos amigos, afinal nem tudo está perdido! Ah, e tem a coisa de esquecer completamente de mim mesma, ficar acabada, sem tempo nem pra pseudo-flertar com o bofe de sempre, sem paciencia pra tentar arrumar tempo, atacando por qualquer coisa, uma pilha, resumidamente...
E tô precisando achar o "off", e não veio escrito no manual!
20 setembro, 2007
Eu juro que eu tava super afim de escrever um post, falando dessa coisas toda de ter que correr atrás das coisas, não ter tempo para nada, esperar ajudar dos outros e só quebrar a cara, e perceber que a vida é 'by yourself'... Também queria escrever sobre como as vezes aparecem umas 'luzinhas' no fim do túnel, aquele elogio legal, aquele abraço do amigo querido... Além de escrever como o cansaço me deixa maluca, alternando esses momentos de "abraço gostoso do amigo", com momentos de crise de choro, por ter tanta coisa pra fazer e ninguém ajudar, com momentos de ir pra micareta pra "desanuviar"...
Eu juro que queria postar sobre isso... mas ontem eu precisava dormir, e hoje não dá tempo tá?!
Até a próxima!
Eu juro que queria postar sobre isso... mas ontem eu precisava dormir, e hoje não dá tempo tá?!
Até a próxima!
14 setembro, 2007
Mensagem subliminar
Sou péssima nisso. Sempre acho que entendi, mas na real entendi tudo errado! Como eu vou entender o que significou aquele abraço, ou aquele corte na conversa, ou aquela atitude "amigona" demais?! A pessoa me odeia, me ama, tá afim de mim, não quer papo....o que ela quer?
Tá te tratando bem ou é falsa? Tá só puxando conversa ou quer te pegar? Adora você ou só faz tipo porque você paga o salário dela, e no fundo te acha uma idiota? Não gosta de você ou simplesmente não tava afim de continuar o papo?
Nunca dá pra saber, então também nunca dá pra saber como reagir... retribuir a educação, também achar o outro idiota, cortar o papo, mudar o assunto, continuar, dar a entender que se ele quiser pegar você, você vai achar o máximo...
Suposições... um dia a gente acerta!
Tá te tratando bem ou é falsa? Tá só puxando conversa ou quer te pegar? Adora você ou só faz tipo porque você paga o salário dela, e no fundo te acha uma idiota? Não gosta de você ou simplesmente não tava afim de continuar o papo?
Nunca dá pra saber, então também nunca dá pra saber como reagir... retribuir a educação, também achar o outro idiota, cortar o papo, mudar o assunto, continuar, dar a entender que se ele quiser pegar você, você vai achar o máximo...
Suposições... um dia a gente acerta!
10 setembro, 2007
Espelho
Porque você tá tentando abraçar o mundo... e tem horas que só se fode. Trabalha igual uma camela, pra gente folgada. Fica cansada de novo, sem nem ter se recuperado da ressaca de ontem. Come muito e fica culpada... depois corre, mesmo que "roubando", pra se redimir da culpa. Você resolve treinar, e dessa vez parece que vai dar certo... essa tal dessa endorfina vicia, não?
Você, que devia dar aula de ginástica, "trabalha" digitando coisas no computador, sendo que a dona do serviço está sentada belíssima ao seu lado... você não entende, apenas faz... Na pior das hipóteses, você está aprendendo a não ser tão idiota na próxima.
E quando você percebeu, tava cheia de projetos, o que é ótimo! A questão é que você adora que tudo fique pronto logo, e nenhum deles vai acontecer agora... você se empolga, mas logo vê que vai demorar... broxa um pouco, mas exercita a paciência. Você jura pra si mesma que não vai mais se envolver em nada. Não consegue! Apesar dessa bagunça toda, talvez no futuro, com um pouco de sorte e esperteza, esse congestionamento de projetos te renda algo.
E aí lembra que precisa lembrar das outras pessoas... aqueles, os amigos que as obrigações te fizeram largar de lado. Mas... como é que faz? Você não consegue parar, nem se adequar, apesar de saber que administra muito mal o tempo... Porque você não pode dizer que te falta tempo, pois não falta! É que é tudo fracionado, sobra meia horinha aqui, 40 minutos ali... se desse pra juntar tudo, teria tempo de sobra né?!
E você volta cantando e falando sozinha, e pensa que sua família te dá muito trabalho. Mas ainda bem que consegue ver o lado divertido das coisas, e como tem gente que dá tanto valor pra bobagem?!!?!?!? Você adoraria que cada um cuidasse da sua vida e pudesse tocar a sua tranquilinha...
Mas no fundo, é tudo muito divertido na sua vida... as pessoas que convive, as bobagens que faz... você ri bastante pelo menos... mesmo nem tudo estando do seu gosto. Você se irrita fácil, conviver com aquele povo não é fácil...hahaha, são tão infantis, enquanto você é toda "mãe". Mas tem gente que salva, aqueles que você adoraria levar pra casa "pra criar", apesar de não ser muito seu forte. Afinal, são eles que animam seus churrascos, e são culpados por boa parte das suas risadas durante o dia...
E sua correria só aumenta... dorme pouco, e precisa estar feliz e animada, afinal tem um monte de operários te esperando logo cedo... Talvez você seja a única coisa legal no dia deles... pensa nisso!
Você se prende há habitos antigos, é tradicional, sentimental... precisa trabalhar o seu "desprendimento"! Você consegue enxergar suas situações de fora, e vê o caos da sua vida sentimental... nunca conseguiu fazer a coisa certa, no lugar certo, na hora certa. Acha que nunca tá certo! Talvez ache tanto, que nem consegue enxergar a hora que acerta... vai passar a chance e você vai estar aí... reclamando... Enquanto isso, vai pensando nas coisas erradas quando não tem coisa melhor pra fazer. E o símbolo do errado te vê todo dia, te adora, e te encontra após o trabalho, com as roupas sociais que você tanto adora... Você, claro faz cara de paisagem (mentira, todo mundo sabe que não consegue disfarçar muito bem)... As coisas já foram melhores com vocês... agora tá tudo calmo, e você ainda não decidiu se dá Graças à Deus, ou se odeia! É bom e ruim, você conclui. Depois pensa, e se confunde... será que existe algo realmente, ou tá usando isso só pra deixar 'preenchido' um espaço que tava meio vazio? Você não sabe, mas se pensar muito, fica louca! Deixa pra lá e vai levando...
Você olha pra tudo que tem, a correria, os mil projetos, o caos amoroso, a ansiedade pra ver as coisas acontecerem... e até que fica feliz com o que tem! Bom né... Se você contasse pra alguém, não iam entender muito, mas acho que iam gostar!
Você, que devia dar aula de ginástica, "trabalha" digitando coisas no computador, sendo que a dona do serviço está sentada belíssima ao seu lado... você não entende, apenas faz... Na pior das hipóteses, você está aprendendo a não ser tão idiota na próxima.
E quando você percebeu, tava cheia de projetos, o que é ótimo! A questão é que você adora que tudo fique pronto logo, e nenhum deles vai acontecer agora... você se empolga, mas logo vê que vai demorar... broxa um pouco, mas exercita a paciência. Você jura pra si mesma que não vai mais se envolver em nada. Não consegue! Apesar dessa bagunça toda, talvez no futuro, com um pouco de sorte e esperteza, esse congestionamento de projetos te renda algo.
E aí lembra que precisa lembrar das outras pessoas... aqueles, os amigos que as obrigações te fizeram largar de lado. Mas... como é que faz? Você não consegue parar, nem se adequar, apesar de saber que administra muito mal o tempo... Porque você não pode dizer que te falta tempo, pois não falta! É que é tudo fracionado, sobra meia horinha aqui, 40 minutos ali... se desse pra juntar tudo, teria tempo de sobra né?!
E você volta cantando e falando sozinha, e pensa que sua família te dá muito trabalho. Mas ainda bem que consegue ver o lado divertido das coisas, e como tem gente que dá tanto valor pra bobagem?!!?!?!? Você adoraria que cada um cuidasse da sua vida e pudesse tocar a sua tranquilinha...
Mas no fundo, é tudo muito divertido na sua vida... as pessoas que convive, as bobagens que faz... você ri bastante pelo menos... mesmo nem tudo estando do seu gosto. Você se irrita fácil, conviver com aquele povo não é fácil...hahaha, são tão infantis, enquanto você é toda "mãe". Mas tem gente que salva, aqueles que você adoraria levar pra casa "pra criar", apesar de não ser muito seu forte. Afinal, são eles que animam seus churrascos, e são culpados por boa parte das suas risadas durante o dia...
E sua correria só aumenta... dorme pouco, e precisa estar feliz e animada, afinal tem um monte de operários te esperando logo cedo... Talvez você seja a única coisa legal no dia deles... pensa nisso!
Você se prende há habitos antigos, é tradicional, sentimental... precisa trabalhar o seu "desprendimento"! Você consegue enxergar suas situações de fora, e vê o caos da sua vida sentimental... nunca conseguiu fazer a coisa certa, no lugar certo, na hora certa. Acha que nunca tá certo! Talvez ache tanto, que nem consegue enxergar a hora que acerta... vai passar a chance e você vai estar aí... reclamando... Enquanto isso, vai pensando nas coisas erradas quando não tem coisa melhor pra fazer. E o símbolo do errado te vê todo dia, te adora, e te encontra após o trabalho, com as roupas sociais que você tanto adora... Você, claro faz cara de paisagem (mentira, todo mundo sabe que não consegue disfarçar muito bem)... As coisas já foram melhores com vocês... agora tá tudo calmo, e você ainda não decidiu se dá Graças à Deus, ou se odeia! É bom e ruim, você conclui. Depois pensa, e se confunde... será que existe algo realmente, ou tá usando isso só pra deixar 'preenchido' um espaço que tava meio vazio? Você não sabe, mas se pensar muito, fica louca! Deixa pra lá e vai levando...
Você olha pra tudo que tem, a correria, os mil projetos, o caos amoroso, a ansiedade pra ver as coisas acontecerem... e até que fica feliz com o que tem! Bom né... Se você contasse pra alguém, não iam entender muito, mas acho que iam gostar!
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