24 junho, 2009

Tá aí... hoje ouvi que nada dá pra gente ser apaixonada por algo a vida inteira... A gente se apaixonada, vive aquilo tudo de intenso, depois a coisa fica morna, a gente volta a ser racional. E vira amor. Amor que a gente vê defeitos e qualidades, sabe onde estão as falhas. E nem por isso está errado. É legal também caminhar com os pés no chão e não somente no deslumbre das nuvens que vemos na paixão.
Foi um discurso aliviante esse, tenho a tendência de carregar a culpa constante por não conseguir me manter apaixonada pelas coisas. Paixão irracional e estúpida (que me perdoe a redundância), só aquelas que a gente não deveria ter. De resto - leia-se em trabalho, amigos, tudo - tenho o costume de achar a solução da minha vida, e depois ir passando, passando e "perder o tesão". Mas não significa que eu não queira mais. Só não dá mais o barato que dava. Mas é difícil achar coerente que eu não esteja completamente louca por aquilo que estou fazendo, parece que eu não deveria mais estar ali. Mas é normal, qualquer um enlouqueceria se vivesse só de paixão. Tô feliz de saber que sou normal...

06 junho, 2009

"Eu não te completo, você não me basta, mas é lindo o gesto de se oferecer", já dizia o Paralamas.

Por que será que você surte esse efeito em mim?
Eu mal te vejo e as vezes mal lembro que você existe. E as vezes lembro com raiva de você ser tão mal agradecido. Ficamos séculos sem trocar um 'oi' sequer e não faz a menor diferença. Eu até sentiria saudades da época das conversas diárias e as provocações constantes, mas eu simplesmente parei de precisar disso. Eu evolui. E você aprendeu na porrada, não foi por falta de aviso.
Mas eu não sei o que você tem. Não sei. Simples assim!
Por que eu vivo tão bem sem você o tempo todo, mas saber que vou ter ver cinco minutos me desmancha? Não faz sentido. E não é que eu fique esperando essa oportunidade, pensando nesse tempão sem ver e nada... Eu simplesmente não lembro da sua existência, até saber que vou te ver.
Eu até faço aquela pose firme, mas minha cara de brava é de brava boba, porque você consegue tirar todas as respostas que eu ensaiei para dar nessa hora. E tira, com gosto, sorrindo pra mim com ar de quem tinha certeza que eu iria fazer isso. E sabia mesmo, porque mesmo sem nem querer saber um da vida do outro a gente se conhece horrores. Por isso você me olha com esse olhar de quem adivinha tudo que passa na minha cabeça nessa hora e o quanto eu não entendo essa vontade te atacar, mesmo você sendo o oposto do que me atrairia pra qualquer coisa. E eu me sinto uma idiota, que não consegue enganar nem um cara como você, comprovadamente altamente enganável.
Aí nós damos umas risadas, lembramos umas histórias, falamos umas putarias e nos alfinetamos como amávamos fazer antigamente. E eu fico louca pra voltar pra esse passado nessa fração de segundo, porque era tudo perfeito, mas repetir isso no futuro não faz o menor sentido.
E aí termina tudo tão rápido que eu não consigo processar as razões de estar tão 'idiota' por sua causa, querendo ouvir essa nossa meia hora de conversa pra sempre. Mas um pra sempre eu durasse só essa meia horinha mesmo, porque eu não preciso de você pra sempre. Ou pelo menos é o que eu tenho certeza quando você não tá perto. Porque quando você está, eu desisti de entender.

30 maio, 2009

Consumida. Nada me definiria melhor.
A começar por mais de um mês sem digitar o link do blog, sem rabiscar os dias que passam na agenda, sem controlar o calendário menstrual, sem um flerte novo ou sem conseguir ir ao cabelereiro...
Parece que estou esperando o tempo passar porque vai chegar alguma coisa mais legal, eu só não sei onde essa coisa legal está. Enquanto isso, eu mato o tempo de saco cheio de que era de sempre, e tentando acostumar com o novo de sempre que pode durar bastante tempo. Parece que está tudo bom e como eu sempre quis que estivesse, mas não tá bom. Eu gosto e desgosto o tempo inteiro. E me questiono, e me culpo e tento me convencer que está tudo certo, mesmo estando errado.

E de fora tenho visto o quanto a gente pode se surpreender. O acaso, o destino ou Deus não fazem muita questão de explicações, e tenho ficado bem triste com isso. Porque é duro ver pessoas que se doam pra vida, tendo a vida recortada... E ainda que haja alguma razão - e eu realmente creio que haja - nem todas são visíveis e dói de ver. De verdade. Pensar que do dia pra noite, sem a menor explicação Divina, podem tirar da nossa vida a razão de tudo que fomos ou fizemos na vida. E precisar encontrar outra razão, me parece uma tarefa difícil demais para quem se doou tanto e fez com que tantas outras fizessem o mesmo. Dói olhar e não poder voltar a fita e evitar sei lá o que fosse. Desespera. Mas talvez seja preciso evoluir mais o espírito, para enxergar essas razões...

11 abril, 2009

Feliz, parece... É bom se sentir querida e necessária pra algo. É bom conseguir aquilo que se imaginou a vida toda. Nem que seja o início daquilo que estava projetado...
Mas isso não faz com que eu me sinta confortável. Nem um pouco, atualmente. Pelo menos não ainda.
Muitas coisas pendentes, histórias mal resolvidas e medos para driblar. E ninguém mais do que eu, se incomoda com pendências... e com incertezas.
Por isso, muito "pé atrás", meu e dos outros. Sempre gostei de pisar no lugar certo, porque odeio tropeçar. Odeio. Então, melhor passar um tempinho sem ir em frente, só observando e esperando. Por mais que a ansiedade me consuma e eu tenha vontade lá no fundo de mostrar para que eu vim até aqui.
Porque pra casa ser boa, a construção precisa ser planejada. E planejar é comigo mesmo! Embora pouca gente entenda a minha pseudo "lerdeza" e até os meus medos iniciais. Mas essas geralmente são as que mais tropeçam e caem pelo caminho. E eu nem diria que são medos, são mais um "estudo de território", para saber como e quando agir, assim que eu precisar. Mais estratégia, do que medo.
E no meio dessa felicidade, desse desconforto, de tanta instabilidade... despedidas. Que não são novidade, mas que são dos piores martírios para mim, adoradora da rotina e da estabilidade.
Chorei. Muito. Chorei em público e chorei escondido, porque eu tenho vontade de ter as pessoas para mim. Num potinho, dentro da minha bolsa, comigo onde eu for.
E a vida real não é assim. Talvez por isso eu crie as "minhas pessoas", dentro da minha cabeça. Lá, elas tem a imagem que eu quero e estão sempre lá pra mim.
Mas existem pessoas que são do mundo, e por mais que não tenham lá muito juízo as vezes, contam com a sorte e com a competência. E acima de tudo, com a coragem. Talvez daí venha a minha grande admiração e até uma pontinha de inveja, confesso.
Dessa coragem de se desprender e arriscar. E de não ter medo do "não dar certo". E passar por cima de toda a sua zona de conforto, para achar algo mais longe. Isso tudo me desperta uma admiração absurda, especialmente quando isso tudo cresce na frente dos seus olhos. E morro de orgulho. E espero uma próxima encarnação mais "desprendida", para conseguir fazer parecido.
Mas aperta o peito. Porque o orgulho desse sucesso todo, briga com a vontade de deixar tudo como estava. Porque a gente acostuma, mesmo que não esteja junto todo dia.
Posso não ver ninguém do mesmo jeito. Mas o "não ver" em São Paulo é diferente do "não ver" em Auckland. E dói. E a lágrima cai do olho. Mas é assim, uma hora o avião decola.

01 abril, 2009

Mr Murphy

Tempestade rolando.

Num momento de marasmo na vida eu pensei "Quando vier, vem tudo junto".
Boca santa essa minha... Tudo surge ao mesmo tempo, perto dos prazos, das entregas, altos riscos, muitas trocas, muito impulso. Não é assim que eu sou, mas é assim que está sendo. Guiada pela vontade do momento. Se eu quero, vamos. Se eu não quero, não vamos.
Sei lá se é pro rumo certo e nem tem como voltar atrás pelo mesmo caminho. Mas se precisar, a gente volta seguindo outras placas. Melhor pensar assim, senão vou surtar de medo de fazer errado. E esperar que Deus esteja escrevendo certo, nas famosas linhas tortas. Porque é essa a impressão de mim mesma. Torta. Desgovernada. Com muitas possibilidades, querendo todas e nenhuma. Dessa última vez, agi pelo passado e pelo futuro. Se vai dar certo? Isso a gente abstrai. Mas é o que deu vontade. E o medo de se queimar. Era só não brincar com fogo... Mas era eu mesma que reclamava da vida apagadinha há dois meses atrás. Então não posso reclamar. Mas posso ter medo. Muito medo. E errar. Mas também dá pra acertar. Se eu não fosse capricorniana, eu enxergaria essa possibilidade. Mas a minha insônia prefere a parte do medo. E é o que tem. Na melhor das hipóteses, é aprender a lidar com isso. Porque errar, todo mundo erra. Quero ver é acertar!

15 março, 2009

Abandono absoluto do blog. Pelo menos ele é bem low profile e quase ninguém conhece, o que me faz achar menos feio largá-lo as traças.
A estabilidade e a rotina estão aumentando novamente, mas eu me questiono cada dia mais se estou fazendo o que quero. E sempre acho que não, mesmo sem saber o que exatamente é aquilo que eu quero.
Minha sina é saber tudo que eu gostaria de fazer a longo prazo, só que antes do longo, há o curto e o médio... E o que eu quero fazer neles? Só Deus sabe!

18 fevereiro, 2009

Ai, pronto, falei!

Putaqueopariu!!!!

Esse trem de ser grande e ter uma vida, tem horas que eu acho que não é pra mim!
O inferno astral veio antes, durante e depois do aniversário e faz tempo que as coisas não ficam tão longe do jeito que eu gostaria que estivessem...
Tô quase querendo apagar esse Capricórnio do meu pé, e desenhando um cabritinho cansado. Porque cansa. Aquela estrutura, aquela força toda que você tem, cai. Aquele carão de "eu sou super capaz e vou ser super bem-sucedida", borra a maquiagem. Se eu sei que eu sou tão foda assim, porque não tá dando certo?
Ou é uma lição pra baixar minha bola? Se é, eu super aprendi já, porque tô cada dia mais acreditando que sou uma pobre mortal que vai viver de dinheiro da mãe até casar, estudar, estudar, estudar, abrir uma lojinha com o marido (isso é, se rolar o marido) e socar o diploma, a fisiologia, as atividades rítmicas, os mil reais por mês, os milhões de certificados e o caralho a quatro na gaveta. Se era essa a intenção do inferno astral-moral-profissional-psicológico, já tô quase, quase convencida da minha anterior falta de modéstia sobre minhas capacidades e minha atual capacidade de não conseguir nada. Nem um emprego, nem uma boa idéia, nem dizer coisas inteligentes, nem lembrar como se ensina uma cambalhota, nem muito menos ficar feliz com alguma coisa que esteja acontecendo.
Agradeço a Deus pela saúde, teto, comida e pela calmaria em casa, que é o básico e um monte de gente já nem tem... mas no resto, das duas uma: ou tá vindo pra mim o prêmio da Mega-Sena, ou estão pegando muito pesado comigo!

07 fevereiro, 2009

Letras...

Uma volta à rotina muito, mas MUITO longe do que era minha rotina tão amada. Com um bonito porre no meio do caminho, pra ver se as coisas ficavam mais simpáticas. E não tá bom, eu não gosto. Mas vou precisar me conformar e tocar o barco. Mesmo que seja meio de cara feia, ou com vontade de afundar o barco mesmo.

Coisa de fim de semana, entrei numas de desenterrar cds... achei um Paralamas do Sucesso de uns 12 anos atrás - que demonstrou meu precoce bom gosto musical (que eu não sei se consegui conservar tão intacto assim) e também que eu estou ficando velha, com cd's bastante antigos, amigas casando, filhos nascendo, essas coisas todas que o relógio faz com a gente.

Eu não sou de ficar vendo significado em tudo quanto é letra de música, aliás, já fiz isso muito na minha adolescência típica de comédia romântica, mas essa letra aí, excluindo a coisa meio "auto-ajuda" do "Seja você, bla bla bla", fez bastante sentido na atual conjuntura das coisas. Pelo menos pra mim, mas é isso o que importa mesmo.

Seja Você - Os Paralamas Do Sucesso

Vai sempre ter alguém
Com mais dinheiro, mais respeito
Mais ou menos tudo o que se pode ter
Vai sempre sobrar, faltar
Alguma coisa, somos imperfeitos
E o que falta cega p'ro que já se tem

Eu não te completo
Você não me basta
Mas é lindo o gesto de se oferecer
O que eu quero nem sempre eu preciso
Mas dê um sorriso quando me entender

Seja você
Seja só você
Seja você
Seja só você

25 janeiro, 2009

Abominável relógio

Não existe nada que eu sinta mais medo na vida que o tempo. Que a gente nunca sabe se tá correndo ou se tá devagar. Medo desse tempo que voa quando a festa é boa, o abraço é gostoso ou o jantar está uma delícia e que passa lento nas aulas chatas, na fila do banco ou quando você está apertado para fazer xixi. Esse tempo que nunca deixa eu cumprir tudo que eu quero, porque ele não me deixar aprender a organizá-lo. Ele que passa voando com as risadas das viagens de faculdade e demora pra me deixar passar no mestrado. Que me deixa esperando o homem da minha vida e que faz rapidinho o resto do mundo achar o seu. Que foi tão rápido enquanto meu pai estava aqui e demorava tanto nas cirurgias da minha mãe. Tempo que desorienta, se perde e me acorda atrasada pros mais importantes compromissos, ou que voa se eu tenho insônia e preciso levantar logo. Que é tão inflexível as vezes que frustra meus projetos, e tão amplo quando a gente recusa, que deixa qualquer um culpado.
Tempo chato que é incontrolável, e não tá nem aí se não vai dar pra fazer tudo, se vai deixar alguém esperando, se vai ser entediante, se tá fora dos planos, se vai dar pra casar e engravidar, se despedir, ou se alguém vai engordar e ter mais celulites por culpa dele. Que não dá pra zerar, nem pra parar.
E o pior de tudo... tempo que é inimigo da memória... que leva da gente cheiros, imagens, feições, lembranças, vozes. Cada segundo que passa por maior que seja o nosso esforço, ficam mais longe o cheiro de casa, a voz do pai, a feição dos amigos de infância, o som das risadas, as imagens das viagens boas. O maior medo é do tempo fazer a gente esquecer do que não volta.

18 janeiro, 2009

E não é que passou o aniversário?
E foi tudo normal... ligações normais, mau humor normal, bom humor posterior normal, festinha normal, bolo normal. Não que seja uma reclamação, mas eu prefiro coisas que superem expectativas... Mas tudo bem, tudo bem, meus amigos são queridos, minha família me agradou, e foi tudo ok. Além claro da minha vida profissional (se é que eu posso chamar a minha situação com este nome) me proporcionar mais ataques de nervos do que qualquer outro momento da vida. Eu não fui mesmo feita pra fazer escolhas, porque eu quero tudo... e tudo é muita coisa pro momento...
Mais velha, mas não menos desequilibrada e neurótica... tentando entender esse meu apego sem sentido por tudo, que talvez só Freud explique... Um apego que não é só pelo o que é meu... é por coisas, por pessoas que ás vezes estão no meu campo de visão, mas não necessariamente são "meus", sabe?! E então cria-se - na minha cabeça - um negócio platônico... com tudo e todos. Uma relação que só faz sentido pra mim... Deve ser tanta vontade de controlar tudo, na minha "relação" eu consigo... só o resto do mundo que não sabe. E no resto do mundo eu não controlo... e as coisas, as pessoas... mudam, vão embora, seguem seu curso e por isso sofro, devo admitir.
Mas só aqui entre nós, porque eu detesto admitir esse tipo de coisa... ainda mais um papo de louco desses, de sofrer por não conseguir controlar "coisas" que nem são minhas. Jesus! Se alguém me ouve, vão querer me internar!!!

08 janeiro, 2009

Repeteco de vocês...

Um breve "insônia = recordar é viver" nos arquivos do blog, e este vale a pena repetir. Tem quase um ano e "guardadas as devidas proporções", o "você(S)" continua mais ou menos igual...

18 Janeiro, 2008

Os "você"

Eu gosto de "você". De tudo que existe em "você" e tudo em volta. Eu gosto do seu cenário.Gosto do seu jeito comigo. Da sua educação que há muito não via em ninguém. Gosto porque você é educado sem ser impessoal. É cavalheiro, e me faz achar que sou a mais legal do planeta. Gosto que você sabe muito, de muita coisa. Eu gosto de te ouvir, poderia perder dias, horas, meses fazendo isso. Gosto das suas indiretas. Alías, elas eu não gosto, eu amo mesmo! Me divirto, embora quebre a cabeça tentando saber se o que disse é realmente o que quer dizer. Gosto das suas piadas, mesmo só você rindo delas.

Eu gosto do jeito que a gente é parecido. Que odiamos a mesma banda. Gosto da sua família grande. Gosto do seu perfume, que fica por horas mesmo depois que vai embora. Gosto de encontrar você por acaso. Gosto do jeito que você abraça. Gosto que perdoa meus micos, meus excessos, até minhas bebedeiras. Gosto dos nossos papos furados, das suas histórias de quando era mais novo. Gosto do seu jeito 'sem noção' as vezes. Gosto do fato de t-o-d-o mundo te achar a coisa mais querida do mundo. Eu também acho!

Gosto desse seu suspense. E da sua beleza, das tatuagens, dos olhos. Gosto da sua "idade". Da sua história de vida. Gosto quando fica tímido. E da sua risada sem graça, mas engraçada, sabe? Gosto, e morro de inveja da sua disciplina. Gosto das frases que joga no ar, até de não saber se estou sendo "muito saídinha" eu gosto. Gosto das suas provocações. Gosto da sua carência, de saber seus "traumas", da sua insegurança. Esse medinho fica fofo em você. Gosto de saber que esse 1,80 é só fachada.

Gosto que você é lindo. E loiro. E família. E trabalhador. E tem barriga de tanquinho. Gosto até desse seu comportamento meio esnobe. Você pode, porque Deus foi Pai com você hein? Gosto da sua mãe, rs, isso é importante. Mas... eu já disse que gosto que você é lindo?

Eu gosto mesmo desse "você". Mesmo que esse "VOCÊ" que eu invento, sejam esses "vocês" que eu não consigo juntar em um só.

Parabéns

E eu fico completamente insuportável, a medida que meu aniversário se aproxima...
Sempre há planos de uma mega festa, com Dj Gringo, luzes e go-go boys... que vão se destruindo a cada dia da primeira quinzena de janeiro e se transformando meio que em um mau humor... uma vontade de dormir o dia todo no dia 14...
Eu não sei porque isso acontece, mas nunca falha! Deve ser a coisa do inferno astral ou alguma merda desse tipo... porque parece que toda a minha falta de realização cresce, a minha paciência evapora e todo mundo fica pentelho, falso, enjoado.
Acho que é aí que eu vejo o quanto eu não fiz ao longo de um ano inteiro, tudo aquilo que eu havia prometido. Vejo que continuei reclamando, e esperando Alah, o Papai Noel ou o Super-homem virem aqui tirar esses problemas chatos, depositarem dinheiro na minha conta, decidirem o que eu quero da vida, me darem um marido perfeito e um cirurgião plástico competente. Ou então esperando a Tati Bernardi escrever um daqueles textos que eu vejo que não é só comigo que as merdas acontecem... E prometo mais. E espero mais.
E fico chata! Tão chata que nem eu me aguento! Mais chata ainda porque eu preciso parecer legal, afinal - não que eu seja uma pessoa mega popular, mas... - eu conheço um número considerável de pessoas, e no meio delas tem uma galera que gosta de mim. Ou seja, eles vem "suuuuuuuuuuuper queridos", com desejos, cartões, presentes, e "onde vai ser a festaaaaaaaaaa???". Que festa?! E eu lá quero festa?! Eu quero só agradecer à Deus pela minha saúde (pra não dizer que não fico feliz por nada), me lamentar das promessas, prometer mais e sumir. Fico chata por dentro, querendo nunca mais precisar conversar comigo mesma.
Querendo apertar o "mudo". Um aniversário inteiro, em silêncio! E depois o dia acabava e todo mundo fingia que não aconteceu nada.
Mas você não pode ser tão mal educada assim, minha filha! As pessoas te ligam, vão te ver e você com essa cara feia? Isso é ser mau agradecida! E no fundo, eu fico feliz e grata com as pessoas, a questão não são elas e sim eu! E aí vou eu, com a minha máscara de aniversariante, meu chapéu e minha lingua de sogra, meus "obrigados" e meu sorriso de alegriafelicidadegratidãoeeuadoreiopresenteesuapresençaviu? comemorar mais um ano da minha chatice de dentro.
Ps: Ainda assim, me ligue, vá cantar parabéns pra mim, me dê um presentinho... e principalmente, me dê um abraço. Me aguente! Mesmo não sendo assim tão fácil. No final do dia sou tomada por um bom humor que só pode vir daí!

02 janeiro, 2009

2009!

Pela primeira vez, acho que quase consegui tirar férias mesmo... tipo, férias mentais. Foram sete dias abstraindo do planeta - uns 85% pelo menos - e me preocupando em caminhar na rua de terra, nadar na represa, na piscina, comer, tomar sol e cerveja. Bicho-grilo... Providencial! Mas ontem já começou a me dar uma saudadezinha do notebook...
De ano novo, a resolução é uma só... aliás, minto... duas: aproveitar e desencanar. E juro que vou tentar muito cumprí-las... Sendo meu último ano antes da "vida real", resolvi que quero chutar o balde em todo momento que for oportuno... Ter as melhores lembranças da época de faculdade, assim como já venho tendo. Mas quero tê-las sozinhas, livres de encanações, culpas, preocupações. Aproveitar! Fazer a linha "Zeca", deixando a vida me levar... vou precisar de muuuuito esforço pra conseguir fazer isso, mas a intenção é que em 2010 eu pense no resto!
O blog-terapeuta deve me ser muito útil nessa 'abstração' toda... mas isso são cenas dos próximos capítulos....
Feliz 2009!

23 dezembro, 2008

Caprica!!!

Não que eu seja uma exímia adepta ao esoterismo... não sei exatamente se acredito, se não, ou até onde eu acredito, mas isso é discussão pra outra hora...
O fato é que este signo que rege os nascidos entre 21/12 e 19/01, é o meu, Capricórnio, signo de terra.
E são tantas as coincidências da minha personalidade com as características ditas do signo, que eu acho que deve haver algum sentido (ou no mínimo uma coincidência assustadora).
Por isso... não custa dar uma olhadinha no horóscopo de vez em quando (rs!) e eu até tatuei o símbolo, que confirma a minha raiz na terra.
Por conta da entrada do signo, achei esse texto num blog (Créditos: www.bloglog.com.br/leiloca - nada como as férias pra deixar a gente desocupada né?!)... E ele, assim como todos os outros textos capricornianos, me fazem gritar um "Sou eu!!!" em cada parágrafo... (A pontuação é uma tristeza, mas não tive paciência de arrumar tudo...).

"Capricórnio é signo de elemento terra,como Touro e Virgem.
É exigente, perfeccionista e chato (...).
Vamos ao simbólico : aos 8 , o capricorniano engraxa os sapatos do dono do Banco .
Aos 17 ele é boy do Banco. Aos 25 ,gerente e, aos 60 ,ele compra o Banco !

Capricórnio é representado por uma cabra que sobe a montanha, lentamente , mas com passos seguros.
É prudente , econômico ( pão duro mesmo ,eheh ) , paciente e rabugento .
Claro que se for um capricorniano ,com ascendente e Lua em Gêmeos conjunto a Júpiter , será um gastador.
Lembrem-se que a astrologia é individualizada ,ok? Se fosse generalizada ,o horóscopo de jornal acertaria com todo mundo , concorda?

Capricónio geralmente é fiel. Fiel à pessoa amada, aos amigos, aos ideais, fiel ao podólogo, à cabelereira , à terapeuta , ao supermercado, ao clínico geral, afinal, time que está ganhando não se muda.
Assaz teimoso, é casado com o trabalho.
Por exemplo, quem não pertence a esse signo, mas tem Lua
em Capricórnio, vai nascer trabalhando praticamente já no berçário .

Extremamente observador , é o melhor imitador .

(...)
Regido por Saturno ,um planeta lindo com seus anéis, o capricorniano se cobra muito e não se permite errar. Aparentemente pode passar um clima meio frio , mas tudo não passa de defesa.
Não implica ...mas quando implica ...meu amor...
Tem personalidade forte , é inteligente e empreendedor
. Começa com um negócio pequeno e anos depois está com várias filiais. (Deus te ouça!!!)
É chegadérrimo à sapatos . Quando gosta de um , compra o mesmo modelo ,de várias cores.
(S-O-U E-U!)
Gosta de dormir com aquela roupinha velha , surrada , mas gostosa .
Quando gosta de uma roupa , repete tanto a mesma , que as vezes a própria roupa já sai sozinha .
(...)

Capricorniano de carteirinha adora ver seu trabalho reconhecido, aliás, trabalha pra isso.
Geralmente tem acúmulo de função,pois faz as coisas melhor que os outros e acaba ganhando um salário aquém ,pois ralou por três pessoas. Mas o que importa pra ele é que o trabalho ficou exímio , mesmo que ele esteja exaurido. O foco dele é o resultado do trabalho. (Verdade! Verdade!Verdade!)
Geralmente faz sucesso , mas não é deslumbrado ,pois acha que o sucesso, assim como o dinheiro ,são apenas o resultado de um trabalho bem feito .

Responsável, pontual,ralador, a vida lhe exige o suor da fronte. E ele dá.

Geralmente na segunda metade da vida Saturno lhe dá uma trégua e ele acha tempo pra
curtir ,viajar ,etc.
Mas mesmo aposentado , inventa uma atividade , é linkado com a rotina e com a produção.
(...)
Capricórnio é o velho, o sábio .
Jesus é Capricórnio..."

15 dezembro, 2008

Semanas e semanas sem escrever...
O fim de ano estava me impedindo, e talvez eu nem estivesse tão interessante assim pra ser lida... na verdade eu não estou mesmo, mas tem horas que é bom dar o ar da graça.
Não tem nada interessante, o momento é de muita expectativa, muito "pode ser", mesmo sabendo que isso tudo vai se concretizar em pouca coisa...
Não, eu não estou sendo pessimista, como eu costumo ser quase que diariamente. Mas é que são muitas possibilidades, muitas incertezas, mas no final das contas vou precisar escolher uma realização só (se tiver realização mesmo)... Porque aprendi que se anda dando um passo após o outro, e que eu fico insuportável tentando abraçar o mundo.
Mas esse é o pior sentimento que eu, do alto da minha pseudo auto-confiança, posso ter... A incerteza, o 'pode ser', aquilo que não depende exclusivamente de mim. Serão muitas e muitas sessões de terapia, para que eu consiga aceitar - nem que seja um pouquinho - que querendo ou não tem coisas que a gente não pode controlar, sem me sentir a mais vulnerável, confusa e impotente das criaturas!

24 novembro, 2008

Morna

Ócio, orkut, uma boa vasculhada e assim surge um motivo de terapia...

Talvez seja afobação minha, inveja, dor de cotovelo...
A real é que crescemos, e eu resolvi recordar quem cresceu comigo... E descobri que para a grande maioria, mudanças grandiosas aconteceram.. pro bem e pro mal...
Há os que faliram, os que empreenderam, os que viajaram, os que cairam do cavalo, os que casaram, as que engravidaram, há de tudo...
E eu me enxerguei no meio deles, indo pelo caminho do mais ou menos, do morno. Não sei bem pra onde, mas indo. Talvez indo pra onde me falaram e eu acreditei.
O fato é que, nesses anos todos (que tudo bem, se for pensar são poucos) meio que "nada" aconteceu... Não houve uma grande mudança, uma grande alegria, uma grande decepção, um grande amor, uma grande traição, uma falência (toc, toc, toc), um prêmio da loteria, eu não enriqueci, nem surtei, nem comprei um apartamento, nem fui deserdada, nem fugi, nem me arrependi profundamente, nem tive uma idéia mirabolante, nem quebrei a casa toda, nem, nem, nem...
Simplesmente "não houve".
Não que seja uma reclamação, sabe?! Fiz bons amigos, dei boas risadas, chorei quando foi necessário, conquistei objetivos que jamais pensei que fosse, tomei umas cervejas, beijei umas bocas, escrevi uns posts, fui à Salvador matar saudades, xinguei umas pessoas, trabalhei em uns lugares, fiz umas compras, cantei umas músicas... não é ruim, tenho sido feliz...
Mas é que é sempre no "meio termo", na zona de conforto. É a parte lisa do asfalto. Que é legal, mas é o mais fácil. O que é bom, que me evita grandes transtornos... mas também me priva de grandes acontecimentos.
Sinto falta da trilha, da estrada de terra... das atitudes drásticas, das coisas emocionantes, das histórias e das fotos inesquecíveis.
Mas esse caminho que leva a gente da frustração pra atitude é difícil de achar... Exige vontade, exige paciência... mas deve ser quente... e valer a pena.

02 novembro, 2008

Blônica... é isso!

Tati Bernardi... no Blônicas - www.blonicas.zip.net

" (...)
Eu queria cutucar as pessoas na rua e perguntar como elas fazem pra ter pernas grossas e filhos pendurados nas pernas grossas. Eu não faço a menor idéia de como se vive, se cresce, se multiplica. Eu só me como por dentro, me corrôo de ciúmes, fico tentando segurar tudo com medo que eu comece a despedaçar no meio da rua. Eu me maquio pouco, como pouco, transo, digo e amo pelas beiradas. Tudo pra eu me arrepender menos na hora de limpar a sujeira. Tudo pra, arrogantemente, não sentir a vida como bicho.
(...)
Como é que se vive? Eu queria cutucar as pessoas. E se você não suportar mais? Como é que faz? Como eu faço pra disfarçar a solidão profunda que sinto no meio de reuniões, no meio de papos leves, fins de sexo e começos de relacionamento? Como eu faço pra ficar perfeita o tempo todo ou virar um bicho estranho e não precisar mais de ninguém? Eu jamais serei o que eu quero e jamais serei o que eu sou sem precisar disfarçar que quase sou o que eu quero. E cada hora eu quero uma coisa. E no fundo eu não quero porra nenhuma. Talvez só encher um pouco o saco, provocar, ser expulsa do peito de todo mundo porque não agüento morar nesses lugares obscuros que são os outros e suas más intenções disfarçadas. Tudo é uma jaula, até minha fuga. Principalmente minha fuga. E eu estou cansada demais. É só olhar pra mim. Olheiras, ossos e escárnio.
Gosto das pessoas fortes e burras. Gosto porque jamais vou odiar o que não amo. Como é bom cagar pro mundo e andar de cu ereto. Basta amar alguma coisa para eu enfiar o rabo entre as pernas. Para eu arquear os ombros pra frente. Porque quero proteger tanto você dentro do meu peito que acabo andando como se eu tivesse grávida na garganta. Cada vez que eu quero falar ou comer ou gritar ou viver. Vem o medo de que você me saia pelos buracos da cara. Medo de vomitar você.
Como é que se vive? Como é que se ama em meio aos fedores e sujeiras e desistências da sua casa? Como é que se espera alguém voltar do seu mundo particular se eu acabo, por conta de um medo absurdo, indo para o meu para não ter que ver você longe? Esperar o quê? A vida secar tudo, murchar tudo. Não quero viver a porra do momento como dizem. Me sinto o tempo todo uma inocente me debatendo nas paredes de uma piada de mau gosto. Só queria achar a saída e rir por último. Como se eu tivesse tamanho ou força pra peitar assim as coisas como elas são. Ser humano é constatar nosso tamanho ridículo perto das coisas como elas são. Ser humano é a coisa mais linda e sábia a se fazer. Mas ser humano dói em mim de uma maneira tão especial e absurda e assustadora que, em meio a toda essa auto-estima de merda, ganho certo arrogância. Não tenho mais bunda, nem dinheiro, nem peitos, nem sorrisos, nem amigos, nem viagens, nem línguas, nem nada do que os outros..mas tenho meu jeito de bloquear a vida fora e mergulhar aqui nessa coisa horrorosa. Nessa lista VIP da pior festa do ano só tem o meu nome. E lá vou eu voltar pra mim e esperar algum saudosismo escondida atrás da minha porta, com a arma na mão. A porta com todos os trinquinhos. O olho mágico vendo o escuro eterno das pessoas que desistem porque até eu mesma sempre desisto.
Aos poucos os olhos se preenchem. As pernas engrossam. Minha voz volta a parecer a voz de uma garota que merece ser amada. Compro uma roupa bonita. Mudo de analista. Escolho uma comédia ou uma revista de fofocas. E então estou pronta de novo. Sou uma armadilha pra ratos. Sem queijo. O que me faz pensar que só atraio quem merece. "

27 outubro, 2008

Acabei de criar outro blog... um blog de trabalho, e me lembrei como a minha vida bloguística está largadas às traças...
Ando escrevendo... muito, pra tudo, é trabalho, é pesquisa, é estudo... E "me" escrever está cada dia mais escasso... Nem ler meus blogs que tanto gostava, achar pessoas novas que escrevem coisas legais... não tenho mais isso.
Tenho estado assim, fazendo tudo que os outros precisam, e afogando aquilo que eu quero. Talvez não afogando... ou adiando, sei lá. Muito desse me esquecimento agora deve valer a longo prazo... mas dá no saco as vezes. Vontade de falar foda-se pra tudo, bater o pé e fazer birra... E não pode... tem que escrever, que entregar, que arrumar...
Tem mesmo é que abstrair, um dia alguma coisa recompensa.

15 outubro, 2008

Quero, consigo, logo... enjôo

Essa é a eterna paranóia... a de "conseguir". E o pior de tudo, é que a bicha é tinhosa e consegue mesmo tudo! Ou quase tudo, mas até aí o lucro já é bem grande...
São anos sonhando, meses planejando, uma vida correndo atrás, séculos na maior ansiedade... Até que as coisas simplesmente acontecem, e 'voilá'! Aquele emprego, aquele cara, aquela roupa, aquele sei lá o quê deu certo! Conseguiu!
Você se olha no espelho e se sente foda, e pode mesmo! Nunca consegue nada a toa, se deu certo é porque foi tudo meticulosamente planejado... nem que seja pelo destino!
No auge, com todas a congratulações e festinha, tudo é lindo e legal... No primeiro dia, no primeiro encontro, semana, mês...
Aí já, sabendo que você é foda e consegue o que quer, as coisas que antes pareciam tão legais e impossíveis, já estão começando a ficar sem glamour... No dia seguinte, já é meio sem graça... Na outra semana... caralho, é um saco isso! No próximo mês tudo o que você levou um tempão pra chegar, vira a coisa mais insuportável da vida...
E eis que começa outra paranóia... a culpa de enjoar. Como? Com que direito você acha que pode dizer que não está feliz, se tudo - eu disse t-u-d-o - que você desejou a vida toda tá acontecendo? Umas pessoas te invejam, outras te admiram e outras ainda estão super felizes por você... E você não??? Como pode? É ingratidão isso!!! Deus, Ala, o destino, os astros, os extra-terrestres... sei lá que criatura te deu tudo e agora você vem falando que não quer mais? Mal-agradecida! Isso é não dar valor pro que você tem!!!
E as coisas ficam gritando na sua cabeça... a sua ingratidão e o "tudo que você sempre quis" ficam brigando com a vontade de jogar tudo pro alto, e falar que não quer mais.
E ao contrário do que parece, você dá o maior valor do mundo a tudo que conseguiu, que tem, que passou. São as melhores lembranças do mundo, é a melhor sensação do universo ter conseguido tudo... E é esse o problema... a sensação. É ela que precisa ser sentida de novo, mas não conquista-se duas vezes a mesma coisa. A vontade é de sonhar de novo, planejar de novo, ousar de novo, pra se sentir "foda" mais uma vez, e curtir, e enjoar, e sonhar, e planejar, e construir e conquistar e tudo e tal...

29 setembro, 2008

Chega de saudade, a realidade é que sem ela......

E o meu caminho é cheio dessas... Essas pessoas que estão ali no canto, que passam meio despercebido as vezes... Essas que além do nome, você não sabe muita coisa. Mas você gosta. E não tem porquê, embora quase ninguém entenda isso.
Eu gosto e pronto! São tantos, e toda hora tem um indo embora, um mudando... Em geral, pra melhor. Ou é você que muda, que precisa sair e deixar a pessoa lá.
E quando é pro bem, a gente fica feliz, fica orgulhosa, sei lá, fica bem de ver o outro! Mas ele vai pra outro lado e você não tem tempo - nem espaço - de falar nada! Até porque... como chegar "se declarando" e contando toda a diferença que a pessoa fez pra você, se vocês se tratam meramente com um "Oi!"... é no mínimo estranho!
E são tantas as pessoas que não fazem a menor idéia de como "tudo" muda por causa delas, sem que elas nem façam nada... Chegam, passam, mudam tudo e vão embora sem imaginar! E sem saber como a gente fica agradecido. Eu queria esse "tempo" de conseguir falar "Obrigado" por aquela aula naquele dia, por aquela música daquela vez, por aquele comentário engraçado, por aquela visita no blog, por qualquer coisinha que ela tenha feito, que fez toda a diferença. E ter tempo de dizer que a sensação de alguém passar, marcar e muito provavelmente nunca mais ser vista é das coisas mais estranhas... mas ainda assim torço pelo sucesso! Odeio essa coisa de "ir embora", das pessoas mais próximas, até as mais coadjuvantes... C'est la vie... Boa sorte!!!